segunda-feira, 11 de novembro de 2019

⤵ A mulher que salvou seu marido da morte após infecção pela 'pior bactéria do mundo'

Patterson contraiu infecção por superbactéria durante viagem ao Egito
BBC —  Foto Reprodução .


Quando Tom Patterson contraiu superbactéria, sua mulher, Steffanie, teve que correr contra o tempo para descobrir como curá-lo

Quando Tom Patterson começou a vomitar durante suas férias no Egito, pensou que estava com intoxicação alimentar. Ele estava errado. Na verdade, Patterson havia contraído uma superbactéria resistente a antibióticos. Apenas a determinação de sua esposa e um novo tratamento revolucionário o salvariam.

"Alguém disse a Steff que seu marido vai morrer?"

Essa foi uma pergunta que Steffanie Strathdee não deveria ouvir. Ela estava numa ligação telefônica com colegas de trabalho, que continuaram conversando entre si depois que pensaram que ela havia desligado.

Epidemiologista especializada em doenças infecciosas, Steffanie sabia que o estado de saúde de seu marido era grave — naquele momento, ele estava em coma induzido.

Ainda assim, foi chocante ouvir que ele iria morrer.

"Pensei: 'Oh meu Deus. Não, ninguém me disse isso'", lembra.

"Pus o telefone nos meus braços como se estivesse ninando um bebê, e comecei a refletir sobre o que estava acontecendo. Percebi que, se ele estava realmente morrendo, tinha de fazer alguma coisa."

Vontade de viver

Os médicos estavam ficando sem alternativas para manter Patterson vivo, enquanto a superbactéria resistente a todos os antibióticos permanecia em sua corrente sanguínea.

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Steffanie leu que às vezes pessoas em coma podem ouvir, então decidiu perguntar ao marido se ele queria viver.

"Pensei que não podia simplesmente tomar a decisão de mantê-lo vivo se ele não quisesse mais viver. Precisava perguntar a ele", diz. "Então, segurei a mão dele e disse: 'Querido, se você quiser viver, precisa dar seu máximo; os médicos já não têm mais recursos. Todos esses antibióticos são inúteis. Então, se você quer viver, por favor, aperte minha mão e não deixarei pedra sobre pedra'."

Depois de alguns minutos, Patterson apertou a mão dela.

"Dei um soco no ar e disse: 'Isso é maravilhoso!'", diz Steffanie. "E então percebi: 'Oh meu Deus, o que vou fazer agora? Não sou médica, não sei o que fazer.'

Patterson e Steffanie, ambos cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, se conheceram por meio de seu trabalho na pesquisa sobre Aids. Viajantes ávidos, eles visitaram cerca de 50 países juntos, frequentemente aproveitando conferências acadêmicas para emendar férias e explorar novos lugares.

Em novembro de 2015, os dois estavam prestes a viajar para o Egito, quando uma bomba terrorista derrubou um avião russo saindo do balneário de Sharm el-Sheikh. Eles chegaram a conversar sobre adiar a viagem, mas decidiram ir.

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"Tom disse: 'É a hora perfeita para ir! Não haverá muitos turistas!' Respondi: 'Você está louco?' Escrevi o resto de nosso testamento à mão e entreguei a meus pais, que ficariam cuidando de nossa casa. Pensamos que, se houvesse um problema, seria um ataque terrorista ou algo assim."

A viagem foi fantástica. A última parada foi no Vale dos Reis e, para chegar lá, o casal fez um passeio noturno de barco pelo Nilo. Quase os únicos passageiros em um barco fluvial projetado para 150 pessoas, Patterson e Steffanie jantaram sob as estrelas no convés do navio, com o Nilo cintilando ao seu redor.

Patterson antes do tratamento; ele perdeu muito peso / BBC

Mas, de volta à cabine, Patterson começou a vomitar. A princípio, o casal pensou se tratar de uma intoxicação alimentar. Em suas viagens, sempre carregavam um antibiótico, mas desta vez o remédio não funcionou. Tom se sentia cada vez pior e começou a ter dores nas costas. Não parecia uma simples intoxicação alimentar.

'A pior infecção do mundo'

De volta à terra firme, Steffanie levou Patterson a alguns médicos. Eles realizaram uma tomografia computadorizada e descobriram que não era intoxicação alimentar. Patterson tinha um abcesso no estômago, conhecido como pseudocisto, que havia crescido quase até o tamanho de uma bola de futebol.

Graças a seu seguro médico, pelo qual pagaram US$ 35 (R$ 140 em valores atuais), Patterson foi levado para Frankfurt, na Alemanha, onde os médicos descobriram que a causa inicial do problema era uma pedra expelida de sua vesícula biliar que estava presa em seu ducto biliar.

Dentro do cisto, eles encontraram um líquido marrom escuro que indicava que não se tratava de uma nova infecção. Enquanto os médicos trabalhavam para descobrir o que estava acontecendo, Patterson começou a entrar em coma.

"Estava tendo alucinações, pensando que estava no Egito, vendo hieróglifos nas paredes, realmente perdendo totalmente minha consciência", lembra Patterson. "Por causa da infecção no meu intestino — e eu já não dormia muito havia alguns dias — estava ficando muito louco. Os médicos voltaram e disseram: 'Esta é a pior infecção do planeta. Isso é uma infecção que fechou hospitais na Alemanha. Chama-se Acinetobacter baumannii'."

Patterson foi colocado em isolamento e seus filhos viajaram ao seu encontro, pensando que talvez o pai não sobrevivesse. Quando os médicos vinham visitá-lo, tinham de usar roupas especiais.

Isso assustou Steffanie, que conhecia a Acinetobacter quando estudou microbiologia na faculdade.

"Fiquei realmente chocada porque este é um organismo que eu costumava colocar nas placas de Petri nos anos 80, e era considerado um patógeno muito fraco na época. Só usávamos luvas e jaleco para manuseá-lo, e nenhum equipamento especial", diz.

"Mas, nas últimas duas décadas, tornou-se uma superbactéria. Esse micro-organismo aprendeu a roubar genes de resistência a antibióticos de outras bactérias e ganhou superpoderes que o tornaram um patógeno muito mortífero."

Transferência para os EUA

Em 2017, a Acinetobacter foi listada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das três superbactérias para as quais novos antibióticos eram mais urgentemente necessários. Felizmente, ainda havia alguns antibióticos que funcionavam com Patterson, e a equipe médica de Frankfurt conseguiu estabilizar seu estado de saúde.

Graças ao trabalho, o casal tinha vários amigos médicos que puderam dar conselhos sobre a situação de Patterson, e decidiu-se transferi-lo para San Diego. Ali, o corpo médico tinha experiência com a Acinetobacter baumannii, devido ao número de militares vivendo na área — o micro-organismo foi apelidado de "Iraqibacter" devido ao grande número de infecções detectadas nas forças americanas servindo no Oriente Médio.

Mas quando Patterson chegou, foi testado novamente quanto à sensibilidade a antibióticos e recebeu más notícias. Nenhum deles estava fazendo qualquer efeito.

Os médicos tiveram de tomar uma decisão difícil: eles poderiam operar para remover o abscesso ou tentar extrair o fluido infectado do corpo. Mas chegaram à conclusão que operar era muito arriscado — se o micro-organismo entrasse na corrente sanguínea, provocaria choque séptico.

Steffanie descreve o choque séptico como a reação exagerada do sistema imunológico do corpo ao invasor. O corpo entra em "alerta vermelho", a pressão arterial cai, a frequência cardíaca aumenta e a respiração acelera.

Eletromicrografia mostra fagos atacando bactéria Streptococcus
SCIENCE PHOTO LIBRARY/BBC NEWS BRASIL

"Isso acontece muito rapidamente e a taxa de mortalidade é de 50%", diz ela.

Assim, os médicos optaram por aspirar o líquido, colocando cinco drenos no abdômen de Patterson.

Eles planejaram transferi-lo para uma unidade de terapia intensiva de longo prazo. No entanto, um dia antes de isso acontecer, um dos drenos escorregou enquanto ele tentava se sentar na cama, jogando toda a infecção na corrente sanguínea. Patterson imediatamente entrou em choque séptico, foi levado de volta à UTI e precisou de ventilação mecânica para respirar.

"A partir desse momento, a bactéria se espalhou por todo seu corpo — no sangue, não apenas no abdômen. Ele estava morrendo", lembra Steffanie.

Com 1,80m de altura e 136 kg, Patterson já havia perdido uma quantidade enorme de peso.

"Podia colocar meu punho entre as bochechas dele e as órbitas dos seus olhos; era uma cena horrível", diz Steffanie.

Alucinações e desespero

Nesse ponto, Patterson realmente não sabia o que estava acontecendo. "Estava tendo alucinações de proporções quase bíblicas. Histórias como se eu estivesse vagando por 100 anos no deserto tentando responder a três perguntas feitas por homens santos. Isso durou dias", diz ele.

Patterson saía do coma por um curto período de tempo e, em seguida, conseguia se comunicar com as pessoas ao seu redor, mas não sair da cama.

Foi nessa época que Steffanie ouviu seus colegas perguntando se sabia que seu marido iria morrer. Foi quando ela apertou a mão dele e lhe perguntou se ele queria viver.

O que Steffanie não sabia era que naquele momento ele estava tendo alucinações de que era uma cobra. Como Patterson poderia apertar a mão dela quando as cobras não têm mãos? Ele acabou descobrindo que poderia envolver todo o corpo em torno da mão dela — e foi aí que deu o sinal de que ela tanto precisava.

Percebendo que eram necessárias medidas urgentes, Steffanie procurou o PubMed, o mecanismo de pesquisa da Biblioteca Nacional de Medicina.

"Busquei 'resistência a múltiplas drogas', 'Acinetobacter baumannii' e 'tratamentos alternativos', e apareceu um artigo com algo chamado terapia com bacteriófagos no título e pensei: 'Bacteriófago... eu me lembro do que eles são'."



Steffanie tinha de usar roupas especiais para visitar marido no hospital, sob risco de contrair infecção. / BBC NEWS BRASIL

Os fagos são vírus que evoluíram naturalmente para atacar bactérias e Steffanie os estudou por um curto período de tempo na graduação.

Eles são minúsculos, 100 vezes menores que as bactérias, e estão por toda parte, explica ela, na água, no solo e na pele. Estima-se que 30 bilhões deles entrem e saiam de nossos corpos todos os dias.

Agulha no palheiro

Um século atrás, os fagos estavam atraindo muita atenção como uma possível cura para infecções bacterianas, mas fora da antiga União Soviética e partes da Europa Oriental, essa pesquisa caiu no esquecimento após a descoberta da penicilina, em 1928.

Depois da penicilina, surgiram outros tipos de antibióticos, diz Steffanie, que fez os médicos do Ocidente pensarem que sempre poderiam encontrar uma solução para qualquer nova infecção bacteriana.

"Estávamos errados!", diz ela. "Foi somente quando essas superbactérias, essas bactérias resistentes a vários antibióticos, começaram a se tornar uma ameaça real à saúde global que começamos a analisar novamente (os fagos)."

O próximo passo de Steffanie foi abordar a Federal Drug Administration (FDA), a agência americana que regula produtos alimentícios e farmacêuticos, que aprovou um tratamento experimental por empatia a Patterson.

Mas havia um problema. Para que o tratamento funcionasse, Steffanie precisou encontrar fagos que correspondessem à forma específica da bactéria Acinetobacter com a qual seu marido estava infectado — e com trilhões de fagos no planeta, essa não era uma tarefa fácil.

Steffanie voltou à internet e contatou pesquisadores que poderiam ajudá-la — embora nenhum deles estivesse usando fagos como tratamento médico.


Primeira saída de Patterson depois que contraiu a superbactéria / BBC

Ry Young, da Universidade A&M do Texas, respondeu rapidamente, oferecendo-se para transformar seu laboratório em um quartel-general e pedindo a especialistas em fagos de todo o mundo que enviassem amostras para serem testadas contra as bactérias de Patterson.

"Basicamente, tínhamos pesquisadores de fagos de todo o mundo que estavam oferecendo ajuda, da Suíça, Bélgica, Polônia, República da Geórgia, Índia. Os belgas até ofereceram que seus fagos fossem enviados em uma mala diplomática. Eram desconhecidos chamando a responsabilidade para si, um verdadeiro esforço global para resgatar um homem", diz Steffanie.

Dentro de três semanas, graças em parte a um estudante de doutorado que dormia no laboratório para não interromper as pesquisas, um coquetel de quatro fagos estava pronto.

A essa altura, Patterson estava sobrevivendo acoplado a uma máquina. Seus pulmões e rins estavam falhando, ele usava um respirador e necessitava de três medicamentos diferentes para manter o coração funcionando. Em outras palavras, estava a poucas horas de morrer.

Naquele momento, as emoções já tinham tomado conta do hospital.

"As pessoas acendiam velas, rezavam, enviavam recomendações de músicas. Tínhamos música tocando ao fundo e Tom se lembra até hoje dos Beatles tocando quando ele entrava e saía do coma", diz Steffanie.

A responsabilidade pelo tratamento experimental que eles estavam prestes a realizar pesava sobre ela.


Patterson e Steffanie no dia de sua alta hospitalar / BBC 

"Foi assustador porque pensei: 'Bem, ele vai morrer de qualquer maneira, se não fizermos isso... mas se isso o matar, ficarei com esse peso na minha consciência pelo resto da minha vida'".

O começo da recuperação

O primeiro coquetel de fagos foi injetado em tubos no abdômen de Patterson, mais próximo da infecção. Quando ele estava mais estável, um segundo e mais potente coquetel de fagos, desenvolvido em um centro médico da Marinha dos EUA, foi injetado em sua corrente sanguínea.

Foi realmente um tratamento pioneiro, pois mesmo em locais onde ainda se usa a terapia fágica, geralmente ela não é administrada por via intravenosa. Esses coquetéis podem matar o paciente se não estiverem limpos o suficiente, e geralmente vêm de lugares sujos, ricos em bactérias, como esgotos — "de alguns dos lugares mais horríveis que você pode imaginar", como descreve Steffanie.

Mas três dias após receber fagos, Patterson acordou do coma.

"Minha filha estava de pé ao meu lado. Peguei a mão dela e a beijei", lembra ele. "Não conseguia falar na época e depois fiquei muito cansado, dormi de novo."

Logo após o início da terapia fágica, Patterson teve outro choque séptico, o sexto de sete durante os nove meses que passou no hospital.

Vários fagos foram utilizados enquanto o tratamento continuava, e as bactérias desenvolveram resistência a alguns deles. Ainda não se sabe quais fagos funcionaram e quais não.

Ele agora cumpriu 75% de um período previsto de recuperação de quatro anos.

Patterson teve de reaprender a engolir, a conversar, a ficar de pé e a andar. Ele deixou o hospital em uma cadeira de rodas porque seus músculos estavam muito fracos.

Uma das lições que Patterson tira de seus meses no hospital é sobre a importância da companhia. Seu genro garantiu que ele estivesse acompanhado 24 horas por dia, sete dias por semana, e mesmo quando ele estava em coma, muitas vezes ouvia à distância o que estava acontecendo.

"Ouvia as pessoas conversando, as pessoas liam e cantavam para mim, seguravam minha mão, e um toque era como um choque elétrico, tanta energia chega até você", diz ele.

Patterson foi a primeira pessoa na América do Norte a receber terapia fágica intravenosa para tratar uma infecção sistemática por superbactérias. Steffanie reconhece a sorte que tiveram e o quão importante foi sua rede de contatos, o que lhe permitiu lançar o esforço internacional para salvar seu marido.

 Patterson deixando o hospital onde ficou internado por meses / BBC

Quando, um ano após a recuperação de Patterson, seu caso foi apresentado no Instituto Pasteur, em Paris, na França, em uma conferência para marcar o centésimo aniversário da descoberta dos bacteriófagos em 1917, Steffanie começou a receber ligações de pessoas de todo o mundo — pessoas cujos familiares estavam morrendo de uma infecção por superbactérias e que queriam tentar a terapia de fagos.

"Fiquei impressionada", diz ela. "Mas tentei reproduzir o mesmo tratamento que foi dado a Tom. Salvamos algumas delas, não apenas suas vidas, mas seus membros, e um dos casos mais milagrosos que ocorreram como resultado de Tom foi Isabelle."

Isabelle Carnell-Holdaway, uma adolescente britânica que sofre de fibrose cística, desenvolveu uma infecção resistente a antibióticos após um transplante de pulmão. Em outubro de 2017, os médicos de Isabelle entraram em contato com Graham Hatfull, especialista em fagos da Universidade de Pittsburgh, e sua equipe usou sua vasta coleção de fagos para desenvolver um coquetel para tratar Isabelle.

Chip Schooley, o médico responsável pelo tratamento de fagos de Tom, trabalhou com as equipes de Pittsburgh e Londres para obter aprovação para o uso terapêutico do coquetel.

A terapia começou em junho de 2018 e Isabelle logo começou a se recuperar. Em meses, ela conseguiu voltar à rotina normal, mesmo tendo recebido prognóstico de apenas 1% de chance de sobrevivência. A experiência adquirida ao salvar Patterson foi inestimável para o tratamento da infecção de Isabelle.

Ainda há muitos obstáculos a ser transpostos antes que a terapia fágica possa ser usada na medicina convencional.

Os fagos não são como drogas, onde uma droga pode funcionar contra uma grande variedade de organismos. Os fagos funcionam melhor quando adaptados com muita precisão à bactéria com a qual um paciente está infectado, o que torna o experimento de ensaios clínicos mais complexo. Até agora, apenas alguns ocorreram.

Mas Patterson e Steffanie se tornaram grandes entusiastas do tratamento. Eles contaram sua história em um livro, The Perfect Predator (O Predador Perfeito), que agora está sendo transformado em documentário e filme.

Eles também abriram o Centro de Terapia Fágica Inovadora e Terapêutica da Universidade da Califórnia, San Diego — o primeiro centro dedicado à terapia fágica na América do Norte.

Parte de sua missão é convencer as pessoas da urgência de encontrar uma solução para a resistência aos antibióticos. A menos que algo seja feito, diz Steffanie, uma pessoa vai morrer a cada três segundos por infecção causada em 2050.

"Como epidemiologista de doenças infecciosas, ter meu marido morrendo de uma superbactéria foi um choque", diz Steffanie.

"Parecia uma ironia terrível do destino. Parte de mim era a cientista tentando analisar as coisas e obter controle, a outra parte de mim era a esposa tentando segurar a mão do meu marido e lidar com uma situação desesperadora", lembra.

"Mas, para ser sincera, fiquei extremamente envergonhada porque estava realmente cega a essa ameaça global, a crise das superbactérias, com a qual tive que lidar".

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O ataque realizado pelo ex-presidente do CONASEMS - Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, sr. Mauro Junqueira, em seminário sobre o novo modelo de financiamento da Atenção Primária à Saúde.

Diretora da CONACS e a reprovação da reação da diretora da AASA/BA - Ainda ontem, uma grande polêmica se fortaleceu nas redes sociais em relação a posturada diretora presidente da CONACS, sra. Ilda Angélica, que questionou a forma como a agente de saúde Eliana Souza, diretora da Associação dos Agentes de Saúde do Estado da Bahia (AASA/BA), reagiu as provocações realizadas no seminário. Provações realizadas pelo sr. Junqueira. Leia a matéria completa! 





 Holanda segue exemplo da Suécia e fecha 19 presídios por falta de presos


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Enquanto o Brasil possua 812.564 presos, segundo o Banco de Monitoramento de Prisões, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na Suécia e Holanda a situação é totalmente inversa. 

Seguindo o exemplo da Suécia, que fechou quatro prisões por falta de criminososa Holanda fechou 19! As especulações começaram em 2009, quando o Ministro da Justiça anunciou que provavelmente fecharia oito presídios por conta da diminuição de crimes no país. Leia a matéria completa!





 Galinhas doadas combatem escorpiões em escola e conquistam alunos


Foto: Reprodução/TV TEM

A Filomena, a Fabilina e a Florinda, três galinhas doadas para combater escorpiões em uma escola do interior de São Paulo, conquistaram o coração dos estudantes.

Eles trocam água, comida e também dão carinho para as novas amigas na Escola Municipal Gilberto Bonafé, no município de Piraju, que este ano registrou 19 acidentes envolvendo escorpiões.

Predadoras naturais do escorpião, elas têm um galinheiro, podem ficar no quintal da escola e estão ajudando no desenvolvimento de um trabalho pedagógico com os alunos.
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Yan Gabriel Santos Rodrigues da Costa é aluno do 3º ano do ensino fundamental em uma escola particular de Campina Grande. Foto reprodução.

Um aluno de 8 anos da Paraíba conquistou medalha de ouro na olimpíada brasileira de robótica 2019.

Yan Gabriel Santos Rodrigues da Costa recebeu a certificação de maior nota nacional e certificados de honra ao mérito nos níveis nacional, estadual e municipal.

Yan, é aluno do 3º ano do ensino fundamental em uma escola particular de Campina Grande e é a terceira vez consecutiva que alcança o primeiro lugar nacional numa olimpíada científica.  Leia a matéria completa!






Esta mãe deu à luz um bebê saudável durante luta contra câncer de mama. Foto: Reprodução. 

Uma mãe que foi diagnosticada com câncer de mama no começo da gravidez conseguiu dar à luz seu bebê

A mãe Jade Devis viu um momento que deveria ser um dos mais felizes de sua vida se transformar em um pesadelo e depois em um verdadeiro milagre. A mulher de 36 anos sentiu um caroço em seu seio no início da gestação.

Inicialmente, o médico lhe disse que era apenas um sintoma do início da gravidez. Felizmente, Jade não se convenceu, ouviu seu instinto e pediu por uma biópsia. O exame diagnosticou que ela tinha uma forma rara de câncer de mama, um câncer de mama triplo negativo no estágio dois. Caso não fosse tratado rápido, este câncer provavelmente teria se espalhado para outros órgãos. “Se eu tivesse ignorado, eu estaria morta agora”, contou Jade em relato para a Centro de tratamento de Câncer da Universidade de Loma Linda na Califórnia nos Estados Unidos. Leia a matéria completa!







Genário Cândido Diniz, de 47 anos, ganhou liberdade. Foto: Reprodução. 

Um inocente cumprindo pena de 18 anos de reclusão por estupro contra duas enteadas menores de idade. Essa é parte recente da vida do agricultor Genário Cândido Diniz, de 47 anos, que ganhou liberdade no dia 25 de setembro, mas só esteve livre de fato dois dias depois, após ficar dois anos preso na Cadeia Pública de Santa Luzia, na região de Patos, a mais de 300 km de João Pessoa (PB).

Acostumado a trabalhar desde cedo, a vida de Genário mudou em 2017, quando ele foi condenado em decisão monocrática por estupro contra as enteadas, na época com 9 e 12 anos. O suposto crime foi denunciado pelas meninas e a mãe delas, que mantinha um relacionamento amoroso com Genário. Leia a matéria completa! 







Babá engravidou do menino que deveria estar cuidando. Foto: Reprodução/Fantástico

A babá morava na casa da família do menino e abusou dele pelo menos 15 vezes, a mãe da criança desabafou. por Bruna Romanini

Uma babá engravidou do menino de apenas onze anos que deveria estar cuidando! Marissa Mowry, 28 anos, abusou da criança pelo menos 15 vezes. Em outubro de 2014 ela deu à luz ao seu bebê com a criança. Leia a matéria completa!





 Cientistas descobrem técnica menos agressiva que “congela” células do câncer


Foto: Kristyna Wentz-Graff/OHSU - Fotos: reprodução 

Uma pesquisa publicada na revista Nature Communications revelou uma maneira totalmente nova de impedir que um câncer se espalhe pelo organismo humano.

Em vez de matar a célula cancerígena, como atualmente acontece na maior parte das pesquisas em Oncologia, os cientistas propõem “congelá-la”, com uma substância batizada de KBU2046.  ⤵ Leia a matéria completa!







Manchas de Vamberto desaparecendo - Foto: Reprodução/Fantástico

A terapia genética pioneira da USP-Fapesp, que foi utilizada em homem de 64 anos com linfoma em fase terminal e fez desaparecer grande parte das manchas no corpo dele, será repetida em mais quatro pacientes até o primeiro semestre do ano que vem.

Quem garante é o hematologista Eduardo M. Rego, pesquisador do Centro de Terapia Celular (CTC-Fapesp-USP), entidade que concentrou as pesquisas.
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A mãe deste menino de um ano alertou após ele contrair herpes labial. Foto reprodução.

O menino de apenas um ano ficou lutando pela vida após ser beijado por um estranho e sua mãe desabafou.

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Autista prodígio que entrou em Oxford com 6 anos quer mudar o mundo


Joshua e o pai Knox e suas premiações Foto: reprodução

Um menino prodígio com alto grau de autismo – que aos 6 anos foi o mais jovem a frequentar a prestigiada Universidade de Oxford – agora está com 13 e quer se tornar neurocirurgião para mudar o mundo. (vídeo abaixo)

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O bebê passou por uma operação logo após o nascimento para desobstrução do ânus, já que ele não conseguia defecar.

Criança precisou passar por série de cirurgias para retirada de malformações. Médicos desconfiam de ele tenha incorporado irmão gêmeo na gestação.

Um recém-nascido precisou passar por uma série de cirurgias em uma região provinciana da Rússia após médicos detectarem que ele veio ao mundo com três pernas e dois pênis. A mãe do bebê soube da malformação do feto durante a gestação, mas não quis fazer um aborto e decidiu prosseguir com a gravidez.







O PL de autoria do Deputado Estadual Vinicius Camarinha reduz  a carga horária dos Agentes Comunitários e de  Combate às endemias. Foto reprodução.

O projeto de Lei 1.104/2019, de autoria do Deputado Estadual Vinicius Camarinha, reduz  a carga horária dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de  Combate às Endemias para 30 horas semanais no Estado de São Paulo. A Lei vale para todo o estado, conforme estabelece o seu texto.

Em síntese, a lei 1.104 de 2019 decreta que as duas categorias sitadas irão trabalhar apenas 30 horas semanais, no lugar das atuais 40 horas. A justificativa apresentada pelo deputado no Projeto descreve a peculiaridade das duas categorias que, diferente dos demais profissionais, trabalham expostos a diversos fatores de riscos. Além dessa situação, o deputado descreveu como o trabalho das 6 horas diárias, sem interrupções irá beneficiar os pacientes atendidos pelos agentes. Leia a matéria completa!





Ele tem 18 anos e o cigarro eletrônico deixou os seus pulmões como os de um adulto de 70 anos


"Se sua mãe não o levasse ao hospital nos próximos dois ou três dias, sua respiração poderia piorar a ponto de ele ter morrido", disse o médico.

"Se eu soubesse o que estava fazendo com meu corpo, nunca o tocaria", admitiu o garoto que estava prestes a perder a vida.

É assustador pensar sobre isso, esse pequeno dispositivo fez isso nos meus pulmões. As palavras de Adam Hergenreder, cheio de dores. O garoto de 18 anos de Gurnee, Illinois (Estados Unidos), é outra vítima de cigarros eletrônicos. Sua vida foi salva em por pouco, mas os danos sofridos por seu corpo não têm volta. Segundo o médico que o tratou, seus pulmões se parecem com os de uma pessoa de 70 anos.

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O Salário médio dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias continuam muito abaixo do que é proposto em lei. Foto reprodução.

Estamos há alguns meses de Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias receberem a segunda parcela do reajuste intercalado do valor do que foi denominado como Piso Salarial Nacional, no caso, no valor de R$ 1.400. Valor repassado pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) e que deve tratar diversas repercussões no orçamento das duas categoria.

Um Piso para poucos

Depois de 5 anos de luta, pouco mais de 4 anos de luta, ACS e ACE continuam recebendo valores que ficam muito abaixo do que deveriam receber, tendo perdido o reajuste de 40% (quarenta por cento) sobre o valor do novo salário mínimo. Reajuste anual que era aplicado sobre o mesmo repasse do FNS.   Leia a matéria completa!





Trio leva Nobel de Economia por pesquisas que ajudam a reduzir pobreza


Vencedores Nobel Economia 2019 - Fotos: reprodução / Instagram

Os grandes vencedores do Prêmio Nobel de Economia 2019 levaram a premiação por seus trabalhos no combate à pobreza no mundo.

O anúncio foi nesta segunda, 14/10. Os 3 são pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e da Universidade de Harvard, nos EUA.


Os vencedores foram o americano nascido na Índia Abhijit Banerjee, a franco-americana Esther Duflo e Michael Kremer, também dos Estados Unidos.







Duplo Vínculo: A Polêmica da Legalidade da possibilidade dos Agentes de Saúde Acumularem caros Públicos

PL 1802/19, que acaba com a polêmica sobre a o vínculo duplo e garante o direito dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às endemias de terem o duplo vínculo no serviço público, exatamente como a Constituição Federal garante aos professores e profissionais da saúde.

Hoje (09/10), hoje o parecer foi aprovado por unanimidade na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP). Como já era esperado.

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A agente comunitária de Parnamirim-RN, Maria Kelcikele da Silva, tinha 35 anos de idade, foi encontrada morta no bairro Boa Esperança.

Quase que diariamente temos nos deparado com casos que envolve a morte de agentes de saúde, quer o comunitário ou de combate às endemias. Os relatos de mortes não se limitam a casos de violência. Ao que tudo indica, há alguma ligação com entre a morte dos agentes e a natureza das atividades que desenvolvem.
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A comemoração reuniu familiares, amigos e enfermeiros para cantar parabéns para idosa no último sábado (5), no Bairro Icaraí.

Parecia ser mais uma comemoração para o Dia das Crianças, várias ações e atividades de serviços para a comunidade. Mas, o motivo da festa foi comemorar o aniversário de 111 anos da aposentada Maria Júlia de Paula, que mora no Bairro Icaraí, em Divinópolis. Leia a matéria completa!





 Celulares já mataram 23 no Brasil: especialistas apontam principais vilões na hora do carregamento



Pixabay Para garantir a segurança, é preciso usar carregadores originais

A morte de uma adolescente de 14 anos no Cazaquistão por causa da explosão da bateria de um celular, que ela deixou embaixo do travesseiro, chamou a atenção dos brasileiros por causa dos riscos envolvendo os aparelhos. Em 2018, 23 pessoas morreram no país em 41 acidentes envolvendo carregadores. Os números são da Associação Brasileira de Conscientização dos Perigos de Eletricidade (Abracopel). Em Minas Gerais, foram registrados dois incêndios, mas sem mortes. Especialistas alertam que as pessoas precisam estar atentas a uma série de fatores na hora de carregar os smartphones e apontam quais são os maiores riscos. 

Sediada em São Paulo, a Abracopel trabalha para identificar as causas do aumento no número de ocorrências envolvendo celulares no Brasil. “Em 2016 nós registramos um acidente, em 2017 dois, e em 2018 começamos o ano com diversos acidentes. A coisa subiu assustadoramente e foi quando começamos a avaliar, verificar o que está acontecendo. Ainda é pequeno se considerar o número de celulares no país, mas vem aumentando vertiginosamente”, explica o engenheiro eletricista e diretor-executivo da Abracopel, Edson Martinho.  
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Um homem que ficou tetraplégico após um acidente, conseguiu andar novamente graças a um exoesqueleto controlado pelo cérebro.


Thibault treinando - Foto: CLINATEC ENDOWMENT FUND/AFP

O francês identificado apenas como Thibault, tem 28 anos, é natural de Lyon e disse que a tecnologia lhe deu uma nova vida.
O paciente treinou por meses e usou seus sinais cerebrais para controlar um avatar simulado por computador para executar movimentos básicos, antes de usar o dispositivo robótico para caminhar.

Trata-se de um avanço que oferece esperança aos tetraplégicos que buscam recuperar o movimento, disseram cientistas...
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Agente de saúde se veste como Capitão América para visitar crianças internadas na Santa Casa de Poços de Caldas (MG) — Foto: Camilla Resende/G1

“É muito bom ele vir aqui porque alegra mais um pouco a gente”, destaca paciente de 9 anos.
Nas telonas do cinema, os super-heróis ajudam a salvar a humanidade. Em Poços de Caldas (MG), o agente de saúde Francisco Alves da Silva Júnior se veste de Capitão América para ajudar a 'salvar' o dia das crianças que estão internadas na Santa Casa. Ele visita o hospital uma vez por semana e ajuda a melhorar o ambiente na ala pediátrica. “É muito bom ele vir aqui porque alegra mais um pouco a gente”, destaca o paciente João Pedro Pascoal Silva, de 9 anos.

Francisco, caracterizado dos pés à cabeça como o super-herói, faz sucesso desde que entra no hospital. Primeiro com os funcionários, que pedem fotos para mostrar a visita ilustre às crianças da família. Depois por entre os quartos, onde é querido desde os recém-nascidos até pelos pais dos pacientes. Leia a matéria completa! 







Ninguém há de negar que muitas pessoas são adeptas da ideia de que os fins justificam os meios, não importando quais meios sejam usados...

É preciso muita cautela com os bajuladores de plantão, pois muitos deles estão esperando apenas o momento mais apropriado para usar contra nós tudo o que fizermos e/ou dissermos, principalmente aquilo que eles ouvirem às escondidas e que espalharão por aí, pelos ouvidos das pessoas mais mexeriqueiras com quem convivem.

Ninguém há de negar que muitas pessoas são adeptas da ideia de que os fins justificam os meios, não importando quais meios sejam usados, se éticos ou não. Numa busca desenfreada por seus objetivos, os quais tão somente envolvem aquisição de bens materiais e grau alto na hierarquia do trabalho, muitos passam por cima de valores morais, atropelando quem quer que pensem se encontrar no meio desse caminho.

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De faxineira a juíza, a história de uma mulher pobre e negra no Brasil


Adriana Queiroz pagou parte dos seus estudos como limpadora de um hospital e escreveu um livro

A luz do quarto de Adriana Queiroz estava sempre acessa nas madrugadas. Ela trabalhava durante o dia, estudava às noites.
Adriana, com 38 anos, é hoje titular da 1ª Vara Cível e da Vara de Infância e da Juventude de Quirinópolis, em Goiás. Tem cinco pós-graduações, estuda Letras nas horas vagas, mas já foi faxineira. Ela teve que se esforçar muito mais que a maioria dos seus colegas de aula para vestir a toga. E conseguiu. Hoje conta suas conquistas em um livro que acabou de lançar, Dez passos para alcançar seus sonhos – A história real da ex-faxineira que se tornou juíza de direito. Leia a matéria completa!







Beckett e a irmã Aubrey. Imagem: Reprodução

O relato de uma mãe de um menino de 4 anos que luta contra um câncer causou comoção nas redes sociais. Kaitlin Burge postou uma foto do seu filho Beckett, de 4 anos, amparando-se em frente a um vaso sanitário, enquanto a irmã Aubrey, o ajuda.

Isso é uma infância com câncer. Assuma ou deixe" Beckett foi diagnosticado com uma leucemia aguda há cerca de um ano. 

"Vomitar entre as sessões de brincadeira. Acordar vomitando. Ficar em pé ao lado do irmão, massageando suas costas enquanto ele está enjoado", enumerou a mãe. 







Devem ser demitidos 1,8 mil profissionais, entre médicos, enfermeiros e agentes comunitários. Prefeito garante que população não será afetada e promete melhorias os 140 postos de saúde da Capital, 77 são administrados exclusivamente por equipes do Imesf.
Diego Vara / Agencia RBS

Alvo de uma guerra judicial desde 2011, o Instituto Municipal da Estratégia de Saúde da Família de Porto Alegre (Imesf) está com os dias contados. Até o fim deste mês, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a prefeitura da Capital terá de extinguir o órgão, demitir seus 1.840 funcionários, entre médicos, enfermeiros e agentes comunitários, e assegurar a continuidade do serviço. Leia a matéria completa!  








O consumidor que não pagou uma conta de luz há mais de 90 dias não pode mais ter a eletricidade cortada – desde que as faturas posteriores à conta atrasada estejam quitadas.

Essa é a nova determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para proteger o fiel pagador que, eventualmente, esqueceu de pagar uma fatura – que é antiga demais ou pode não ter sido enviada pela concessionária.

A regra está prevista na Resolução 414/2010 (que foi publicada no último dia 15 de março, editada para evitar confusões. Isso porque, às vezes, um morador tinha a luz cortada por causa do atraso no pagamento de um boleto em atraso há anos – em muitos casos quem deixou de pagar nem é mais o morador do imóvel.







O drama vivido por Rozi e demais pessoas, assistidas por ela, nos chama a atenção pela situação de extrema pobreza com a qual convive.

A imagem e o drama vivido pela agente comunitária de saúde Rozi (nome alterado para evitar exposição desnecessária),  ganhou destaque no microblog da ONG (Organização Não Governamental) Médicos Sem Fronteiras.

Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias.

A ACS Rozi trabalha no projeto contra o HIV (sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana) com trabalhadoras do sexo no Malaui (África). Ela havia se tornado trabalhadora do sexo em 2002, depois que um divórcio a deixou com dois filhos para sustentar sozinha.  Leia a matéria completa!








“Meu sonho é enviar 500 crianças (para a escola) em todas as dez províncias do país até o final do ano 2020 (...), disse “Tanya” Muzinda. Foto: Zimbabwe.com

Tanyaradzwa “Tanya” Muzinda, sensação do Motocross do Zimbábue, na África, pagou as taxas escolares para 40 meninas e 5 meninos no seu país.

Ela doou suas economias para a escola primária Chinamano Council em Epworth, 20 km a sudeste da capital Harare e agora a jovem de 14 anos quer pagar as taxas de mais 500 crianças do país.

Meu sonho é enviar 500 crianças (para a escola) em todas as dez províncias do país até o final do ano 2020 pela Graça de Deus e espero que este sonho seja realizável”, disse.
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Um homem desabafou após não querer o bebê que teve por meio de uma barriga de aluguel

“Contratei uma barriga de aluguel, mas agora não quero ficar com o bebê”

Um casal está gerando grande polêmica ao se recusarem a ficar com o bebê por causa de um erro da clínica de fertilização

Um casal está gerando grande polêmica ao não querer ficar com o bebê que tiveram após anos tentando engravidar. Em um post feito na rede social Reddit, o pai explicou que sua esposa de 43 anos não podia mais engravidar após ter sofrido diversos abortos espontâneos. Leia a matéria completaClique aqui!

Apesar de ficarem em desvantagem em alguns aspectos, mantêm-se firmes, dedicados e alcançam grandes conquistas.

O estudo é uma das coisas mais importantes na vida de uma pessoa. Muitas vezes não damos valor ao acesso à educação, mas as pessoas que crescem sem a oportunidade de estudar têm opções muito limitadas do que fazer com as próprias vidas, já que as boas oportunidades de crescimento favorecem aqueles que estudam.
É cada vez maior o número de adultos ou de idosos que buscam as escolas e universidades. Essas pessoas, que por algum motivo foram privadas do estudo durante a juventude, têm ânsia por conhecimento, pela melhora de vida, e entendem que um diploma abre muitas portas. Leia a matéria completa, Clique aqui!   








A 8ª TST condenou um hospital de Nova Lima (MG) por entender que a empregada deveria receber a remuneração em dobro 

O trabalho em feriado deve ser remunerado em dobro, mesmo que haja grande período de descanso para compensação. Essa foi a decisão da Justiça em uma ação movida por uma técnica de enfermagem, contratada em 2009, que afirmou ter trabalhado em vários feriados nacionais sem ter recebido o devido pagamento em dobro.
A 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou um hospital de Nova Lima (MG) por entender que, apesar de os turnos serem de 12 horas e o período de descanso de 16 horas, a empregada deveria receber a remuneração em dobro do trabalho prestado em feriados, conforme assegura a jurisprudência do TST. Leia a matéria completa, Clique aqui!


↪️ +VÍDEO EM DESTAQUE


👉VÍDEO - PMAQ - Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica. Veja direto no Youtube!

👉VÍDEO - Webpalestra - e-SUS AB : Ficha de Visita Domiciliar e Territorial.  Veja o vídeo direto no Youtube!

FonteBBC Brasil  / Jornal dos Agentes de Saúde do  Brasilpublicado em 11/11/2019, às 14h18. 





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