domingo, 30 de junho de 2019

↪️CIÊNCIA & SAÚDE: Estudo associa enfarte à falta de perdão

Entre os pacientes que enfartaram, 65% afirmaram que não estavam dispostos a perdoar. 

Espiritualidade também está relacionada ao problema cardíaco que mata cerca de 300 mil brasileiros por ano

Durante o 40º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) foi apresentado um estudo que associa a falta de perdão ao enfarte elaborado pela psicanalista Suzana Avezum.

Para chegar à esta conclusão, a pesquisadora estudou 130 pacientes (65 que enfartaram e 65 que não enfartaram) que responderam dois questionários, um para avaliar a disposição para o perdão e outro sobre espiritualidade e religiosidade.

“Encontrei mais ocorrência de enfarte entre aqueles que têm dificuldade do perdão”, afirma a pesquisadora, que também avaliou os efeitos da espiritualidade nessa questão.

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“O estudo mostrou que, entre quem enfartou, 31% afirmaram ter tido perda significativa da fé. Entre quem não teve, o índice foi de 9%”, disse a pesquisadora.

Entre os pacientes que enfartaram, 65% afirmaram que não estavam dispostos a perdoar. O índice foi de 35% no outro de pessoas que não tiveram o problema.


Em outra questão, 54% dos que tiveram um enfarte disseram que perdoariam. E 72% entre quem não enfartou se mostram dispostos a perdoar.

O cardiologista e coordenador do Programa de Enfarte Agudo do Miocárdio do Hospital do Coração (HCor), Leopoldo Piegas, confirmou que há relação entre questões emocionais e doenças cardiovasculares.

O profissional também informou ao jornal O Estado de São Paulo que nos últimos anos muitos estudos estão tentando entender a relação entre a espiritualidade e essas doenças.

“Na última década, tem crescido a questão da relação entre espiritualidade e doenças do coração. Quase todos os congressos de cardiologia têm sessões especiais sobre o tema que enchem as salas. As pessoas mais tranquilas, sossegadas e, aí vai a questão da religiosidade, têm uma tendência menor de ter esse tipo de doença”, diz ele.

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Quem concorda com esses dados é o cardiologista e diretor de Comunicação da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, José Luís Aziz, que declarou: “Vários trabalhos mostraram que pessoas que perdoam têm menos chance de ter enfarte e, quando têm, é mais leve.”



↪️O STF começou na sexta o julgamento Agravo da CNM.


O STF começou ontem o julgamento Agravo da CNM. Esta, que tenta se habilitar para tentar derrubar o reajuste do Piso Nacional dos Agentes de Saúde (ACS/ACE). Foto ilustrativa.


Conforme publicado por este Jornal, em matérias anteriores, a CNM -  Confederação Nacional de Municípios, por meio da Ação Direta Inconstitucionalidade (ADI) nº 6103 proposta no Supremo Tribunal Federal (STF), tenta derrubar o reajuste do piso dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Combate às Endemias (ACE), A Confederação alega impacto financeiro de mais de R$ 4,8 bilhões para os cofres municipais até 2021, a entidade lembra que o piso salarial nacional da categoria desconsidera as diferenças regionais do país e pode promover um efeito cascata para os demais servidores municipais. Aprovado pelo Congresso Nacional no segundo semestre do ano passado, ele passou a vigorar em janeiro de 2019 por meio da Lei 13.708/2018, com reajuste de 52,86%. Uma lei federal que ainda não foi regulamentada na maioria dos 5.570 municípios brasileiros.  Veja a matéria completa, clique aqui!

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Fonte: Portal GP / Jornal dos Agentes de Saúde do  Brasil.  Publicado em  30/06/2019, às  10h09





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