segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

↪️A Venezuela chegou a ser considerada um dos países mais rico do mundo, agora está na mais profunda fome

A Venezuela estava entre os 20 países mais ricos do mundo. Como o novo regime, se tornou um dos países mais miseráveis


Jamais menospreze a capacidade destruidora de um regime ditador: a Venezuela, ainda na década de 1970, estava entre os 20 países mais ricos do mundo.  Bastou pouco mais de uma década de bolivarianismo para jogar a população do país na mais completa mendicância.

Tudo começou quando, em sua fome por poder, o falecido Hugo Chávez prometeu redistribuir a riqueza do país para os mais pobres (sempre começa assim).  O ditador, ao que tudo indica, desconhecia a máxima econômica de que, para que os recursos possam ser redistribuídos para as massas, eles têm antes de ser produzidos.
E impedir a produção é exatamente aquilo que a  doutrina que ele adotou faz.

A situação do país foi considerada “alarmante e gravíssima” pela comissão de direitos humanos. Caracas não fez comentários sobre o relatório. Como não foi permitida a visita da comissão ao país, o documento foi escrito com base em relatos de ONGs que atuam na Venezuela.

Adultos e crianças passaram a comer alimentos estragados, jogados no lixo

Segundo uma pesquisa feita por universidades locais, 80% dos venezuelanos dizem ter emagrecido, em média, 8,7 kg durante 2016. Além da desnutrição, há descrição de casos de violência sexual cometida contra opositores da ditadura de Nicolás Maduro. Em 2017, segundo o texto, houve 5341 prisões arbitrárias.
As manifestações contrárias ao regime de Maduro são reprimidos com extrema violência. Quase sempre com assassinatos covardes 

A comissão da OEA apela por solidariedade, em especial de países que estão recebendo muitos imigrantes, como o Brasil. O presidente Michel Temer foi a Boa Vista, onde houve violência contra estrangeiros.
Temer afirmou que não fará restrições à entrada de venezuelanos, mas defendeu que eles sejam distribuídos para outros Estados para desafogar Roraima. Prometeu verbas e ajuda das Forças Armadas.

90% da população da Venezuela vive na pobreza. Os lixões se tornaram campo de batalha para quem tem fome

Jamais menospreze a capacidade destruidora desse tipo de ditadura: a Venezuela, ainda na década de 1970, estava entre os 20 países mais ricos do mundo.  Bastou pouco mais de 10 anos de bolivarianismo para jogar a população do país na mais completa mendicância.

A catástrofe humanitária do regime venezuelano: 90% da população vive hoje na pobreza.
Lixões viram campos de batalha para quem tem fome na Venezuela

Os lugares, com comida boa, são os que recebem as sobras de restaurantes, padarias e mercados, e são justamente esses os "territórios" mais movimentados.

Caracas – A profunda crise que aflige a Venezuela trouxe como consequências escassez e fome, o que levou famílias inteiras a buscar restos de alimentos nos lixões e, muitas vezes, a brigar com outras pessoas sem recursos, por um resíduo comestível ou algum material reciclável que possa ser vendido.

A Venezuela no Fundo do Poço, clique aqui para assistir ao vídeo da BAND

Ao serem consultadas, algumas das pessoas que vasculham o lixo disseram que, embora existam muitos lixões, nem todos são proveitosos.

Os “melhores” lugares, com “comida boa”, são os que recebem as sobras de restaurantes, padarias e mercados, e são justamente esses os “territórios” mais movimentados e mais “disputados” pelos necessitados, e também por alguns grupos que se aproveitam da situação.

Os horários destes estabelecimentos são mais do que conhecidos pelos que buscam comida escavando a cada nova remessa de resíduos despejada no local.

Frequentemente os pais são obrigados a enterrar os seus filhos. Muitas vezes no quintal da própria casa

Os desafortunados contam que já houve confrontos entre os que “têm fome” quando os despejos são feitos, e que há alguns “abusadores” que tiram proveito da situação e preparam bolsas de comida do lixo para vendê-las aos que não conseguiram pegar nada.

Buscar alimento no lixo é algo dramático para qualquer pessoa

Uma mulher de 26 anos que disse se chamar Brayan e vive em “situação de rua” há quase um ano no centro de Caracas afirmou à Agência Efe que em sua “zona” existem 45 pessoas que estão na mesma situação: sem trabalho, muitos com filhos e todos sem nada para comer.

“Eu luto aqui todos os dias, brigando por uma bolsa porque eu sei que vem comida cozida e boa para dar aos meus filhos, e damos até facadas por isso”, disse a mulher em uma esquina cheia de lixo de um restaurante.

Quando conseguem algo para matar a fome, não é suficiente para nutrir o corpo. Tudo é uma questão de tempo até que a batalha pela fida se encerre

Brayan é mãe de duas crianças de 8 e 9 anos e declarou que precisa buscar comida para eles na rua já que, embora tenha estudado para ser auxiliar de enfermaria, não conseguiu emprego devido à crise. No entanto, segundo ela, mesmo que tivesse um emprego, o salário é tão baixo que não dá para sobreviver.

O lixo se tornou no "balção de comida"

“O que você faz com 20 mil bolívares (cerca de R$ 95)? Dois quilos de farinha e um quilo de sardinha, e você não vai enfrentar uma fila das 2h até as 15h para te dizerem que acabou a farinha”, comentou.

O salário mínimo na Venezuela é de 27.092 bolívares, o equivalente a R$ 130, em uma nação com uma inflação galopante que em 2015 fechou em 180,9%, com uma severa escassez de produtos básicos de todos os tipos, especialmente alimentos.

No lixão vasculhado por Brayan, as pessoas encontram presunto, queijo, ossos e pele de frango e, muitas vezes, a comida ainda conserva o calor do preparo, por isso muitos criticam que estes locais preferem jogar fora a comida do que dá-la a eles.

A luta pela sobrevivência é constante

Enquanto isso, Jesús, de 15 anos e que vive em uma cidade nos arredores da capital venezuelana, vai a uma avenida no leste da cidade em busca de comida para levar para a mãe e o irmão, de poucos meses de idade. Este menino está na mesma situação que os primos de 8, 9 e 17 anos, que também seguem para a avenida em busca de comida.

Como é possível um jovem estudar, estando com fome?

Enquanto reviram os resíduos, eles separam papelões para uma posterior venda a um caminhão que passa todos os dias na mesma hora por essa via coletando o material e em troca de 22 bolívares o quilo (R$ 0,01).

No entanto, os jovens não tiveram esta renda nas últimas semanas devido à escassez de dinheiro físico que afeta o país desde meados de novembro.

As batalhas destes garotos não foram, até agora, por comida, mas com a polícia. O adolescente contou à Efe que já foram detidos por funcionários da polícia militar venezuelana que levaram todo o dinheiro conseguido com a venda do papelão.

O mesmo foi dito por Carlos González, um homem de 27 anos que se dedica à coleta e venda de papel, papelão e plástico do lixo como forma de vida.

González disse à Efe que a “nacional” (polícia federal) muitas vezes “confisca” o material ou o dinheiro. Ele vive nos arredores de Caracas e afirma que ao longo da semana prefere dormir debaixo de uma ponte para “cuidar” do “material de trabalho” que coleta com alguns companheiros todos os dias, o que o permite levar alimentos para a esposa e a filha de 6 anos.

No Brasil, quem são os que defendem essa ditadura assassina? Quem defende que os venezuelanos morram de fome. Pois, defendem a risca o ditador Nicolás Maduro, chegando a emitir nota em defesa do assassino. Fonte: Blog de Alberto Barbosa

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Fontewww.blogdoalbertobarbosa.com.br / Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde do  Brasil em 25/02/2019, às 16h02. 





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