terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

✔️Manifestação dos Agentes de Saúde (ACS e ACE) de Campina Grande - Paraíba

Agentes de Combate às Endemias  e Agentes Comunitários de Saúde lutam pelo enquadramento com relação ao Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), tanto pelo tempo de serviço como por titulações e capacitação, além de melhorias nas condições de trabalho.

O vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste e da Borborema (Sintab), Giovanni Freire, convocou, durante o movimento realizado hoje (06/02) na frente da sede da Administração Municipal de Campina Grande, os Agentes de Combate às Endemias (ACE) e Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da cidade para as atividades programadas para os próximos dias de paralisação da categoria, agendados para 19, 20 e 21 de fevereiro, lembrando que há nova assembleia marcada para o dia 01 de março, já com indicativo de greve, caso as reivindicações da categoria não sejam atendidas.

A pauta inclui o reajuste da data base, garantido por lei, mas que não foi anunciado pela Prefeitura Municipal (PMCG) até o momento, o enquadramento com relação ao Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), tanto pelo tempo de serviço como por titulações e capacitação, além de melhorias nas condições de trabalho.


Agentes de Saúde de demais Servidores de Campina Grande reclamam de salários atrasados

No final de janeiro, precisamente no dia 31, aproximadamente 500 servidores, entre Agentes de Combate às Endemias (ACE) e Agentes Comunitários de Saúde (ACS) ocuparam a frente da sede da Administração Municipal de Campina Grande.

Segundo (Sintab, o objetivo era protestar contra as precárias condições de trabalho, cobrar a efetivação do reajuste da data base e o enquadramento com relação ao Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), tanto pelo tempo de serviço como por titulações e capacitação.

“Estamos falando de direitos garantidos pelo PCCR e lamentamos que até este momento os ACE e ACS não tenham tido o enquadramento na Letra C. Por isso nós estamos aqui, para cobrar a efetivação deste e de outros direitos”, frisou o presidente Nazito Pereira.

O vice-presidente Giovanni Freire por sua vez, reforçou a indignação dos agentes com a falta de respeito por parte da gestão municipal.

Nós esperamos que o prefeito Romero receba estas duas categorias e efetive os direitos dos trabalhadores. A lei é de 2016, sancionada pelo próprio prefeito em Brasília, mas ele está dando as costas para estes servidores quando não efetiva o PCCR e quando não garante sequer as condições básicas para o trabalho”, declarou.

FonteJornal dos Agentes de Saúde do  Brasil, publicado em  06/02/2018, às  19h42.   

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