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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

➡️“Nós éramos escravos modernos”, diz médico cubano

“A gente trabalhava muito e a ditadura exigia cada vez mais sacrifícios, éramos escravos modernos,” comentou o médico cubano Alioski Ramires

Duda Teixeira, na Crusoé, entrevistou o médico cubano Alioski Ramires, perseguido pela ditadura cubana por ter querido ficar no Brasil com o salário integral que recebia no Mais Médicos.

Ele diz que Cuba é “uma Alcatraz” e que os médicos que vieram para o Brasil eram tratados como “escravos modernos” pelo regime castrista.

“Quando o novo presidente (Bolsonaro) disse que iria pagar o salário integral dos médicos cubanos, nosso governo decidiu se retirar do acordo, eles não se importam com os brasileiros atendidos e sim com o dinheiro que estavam recebendo do Brasil. A ditadura adora dinheiro,” disse o Dr. Alioski Ramires.

De acordo com as informações publicas no ano passado pelo O Antagonista, a ditadura cubana embolsava 75% do “salário” dos médicos enviados pela ditadura de Raul Castro.  O montante segundo analisou o jornal é bem mais do que o BNDES emprestou para construir o Porto de Mariel e o aeroporto de Havana”.

Uma planilha do Ministério da Saúde obtida pelo site O Antagonista revela que o governo brasileiro gastou R$ 5,7 bilhões em quatro anos com o Programa Mais Médicos, que trouxe profissionais de Medicina cubanos para atuar em alguns rincões do país. Pelo acordo firmado durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, o valor total inicialmente é repassado à Organização Panamericana de Saúde (Opas), mas boa parte dele vai parar em Cuba.

Do total, R$ 4,3 bilhões foram gastos com a chamada “bolsa-formação”, o nome que se dá ao “salário” dos médicos. Como o governo de Cuba embolsa 75% do valor pago pelo governo brasileiro, isso significa que algo em torno de R$ 3,2 bilhões foram parar nos cofres da ditadura de Raul Castro.”

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O médico cubano Alioski Ramires, de 37 anos, chegou ao Brasil em 2014. Três anos depois, foi acusado por uma integrante da Opas, também cubana, de pedir na Justiça o direito ao salário integral. Com isso, foi excluído do programa Mais Médicos. Da cidade de Valparaíso de Goiás, nos arredores de Brasília. 

Créditos e fontes no final da página! 

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Fontewww.oantagonista.com e Revista Crusoé Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde do  Brasil  em  16/11/2018, às  23h10.   





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➡️Família de criança queimada diz que não autorizou ajudas em contas bancárias

Embora pedidos de depósitos bancários para ajudar o menino que sofreu queimadura graves em uma carvoaria em Buriticupu seja uma boa ação, o elevado número de contas assusta.

Familiares de João Miguel, menor de 5 anos que caiu em uma caieira e permanece em estado grave internado em Imperatriz (MA), informaram que irão abrir hoje uma conta para receber ajudas.

Tem alguns dias que um mesmo texto percorre em grupos explicando que o tratamento da criança custa R$ 18 mil e apresenta contas bancarias diferentes pedindo ajuda, inclusive de outros estados.

Preocupados, familiares informaram que não houve autorização para depósitos em forma de ajudas em nenhuma conta e pedem que aguardem quando uma estiver oficialmente aberta, conta única.

Além disso, a Secretaria de Estado da Saúde já emitiu uma nota se responsabilizando pelo encaminhamento da criança a um hospital especializado em queimaduras com sede em Goiás.

A SES informou que aguarda apenas a liberação médica do menor que permanece em estado grave e não pode ser deslocado ainda para outro hospital.

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Abaixo, o blog publica alguns depósitos e contas que estão disponíveis para receber ajudas, mas não autorizadas pela família.









Créditos e fontes no final da página! 


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Fonteluiscardoso.com.br Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde do  Brasil  em  16/11/2018, às  17h24.   





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➡️Mais Médicos: cubanos entram na Justiça por salário integral e direito de ficar no país

O Ministério da Saúde de Cuba se antecipa e termina revelando a realidade que envolve os médicos cubanos

O Ministério da Saúde de Cuba comunicou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) que os milhares de médicos cubanos do Mais Médicos deverão deixar o Brasil até 31 de dezembro.

Cuba comunicou na sexta-feira da semana passada  à Opas (Organização Pan Americana da Saúde) a decisão de abandonar o Mais Médicos, após declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro.

As mensagens foram consideradas “ameaçadoras” pela ditadura cubana.

Segundo informações do jornal O Globo, de sexta até a última quarta-feira (14), o corpo técnico da Opas, em Washington, capital dos Estados Unidos, vinha tentando fazer os cubanos desistirem da decisão.

De acordo com O Antagonista,  a ditadura de Cuba “temia que Bolsonaro anunciasse que os cubanos que desejassem permanecer no Brasil poderiam fazê-lo — o que colocaria em risco a vinculação de outros médicos cubanos espalhados pelo mundo”.



Confira, na íntegra, a matéria publicada pelo Programa Bem Estar, no dia 11/10/2017

Mais Médicos: cubanos entram na Justiça por salário integral e direito de ficar no país
Até o momento, são 154 processos de médicos cubanos por causa de diferença no salário e para ficar no Brasil, segundo ministério. Quase 200 médicos cubanos alegam falta de igualdade para renovação de contrato. Por Carolina Dantas, G1


Recepção de médicos do Mais Médicos em aeroporto de MG — Foto: Marcus Ferreira/SES-MG

Pelo menos 154 ações são movidas na Justiça por 194 médicos de Cuba que vieram ao Brasil pelo programa Mais Médicos, de acordo com o Ministério da Saúde. Eles pedem para permanecer no país e receber o valor integral do salário que, pelo acordo estabelecido no programa, era transferido ao governo cubano e repassado apenas parcialmente aos profissionais.

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As ações na Justiça são contra a Organização Panamericana de Saúde (Opas), intermediária do convênio, a União Federal e/ou o governo de Cuba. O caso foi publicado pelos jornais "The New York Times" e "O Globo".

O advogado André Santana Correa, que com dois sócios representa parte dos médicos em ações na Justiça Federal do Distrito Federal, diz que os cubanos alegam falta de igualdade de condições em relação aos brasileiros e estrangeiros, como os argentinos, ao não conseguir renovar por mais três anos a participação no programa.

O G1 teve acesso a dois processos em que o juiz decide a favor dos médicos, exigindo o restabelecimento no Mais Médicos e a continuidade do visto no Brasil.

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O Ministério da Saúde informa que parte dos médicos cubanos consegue renovação, mas que isso fica a critério do governo de Cuba. Afirma ainda que os "profissionais [de Cuba] mantêm o vínculo de trabalho com seu país de origem. Assim, os médicos cubanos, pela cooperação, estão em missão no país -- diferente dos demais participantes que entraram no programa por meio de uma seleção via edital, e cujo vínculo é direto com o Ministério da Saúde do Brasil".

No acordo que trouxe os cubanos ao Brasil, ficou estabelecido que o governo brasileiro deve pagar os salários deles à Opas, que então os repassa ao governo de Cuba, que é responsável pelo contrato com os médicos.

Essa forma de pagamento é alvo de outro pedido nos processos movidos pelos cubanos. Eles querem o recebimento do valor integral pago pelo governo brasileiro. Desde o início do programa, o Ministério da Saúde transfere à Opas o valor de R$ 10.570, reajustado neste ano para R$ 11.520. Os profissionais cubanos então recebem cerca de R$ 3 mil -- o resto fica com o governo de Cuba.

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O critério de isonomia (igualdade de condições), de acordo com as ações, não é respeitado neste caso, já que os médicos estrangeiros de outras nacionalidades, sem estarem no acordo de cooperação, recebem o valor integral. O Ministério da Saúde afirma que isso é uma interlocução dos cubanos com o governo de seu país (veja mais abaixo).

Refugiado
Alioski Ramirez Reyes, de 36 anos, trabalhou com o Programa Mais Médicos na cidade de Valparaíso de Goiás, a cerca de 40 km de Brasília, e conta que foi desligado pelo governo de Cuba em março deste ano. Ele conta que entrará em uma ação coletiva com outros colegas para trabalhar no Brasil.

“Um grupo numeroso de cubanos decidiu ficar no Brasil. Decidimos sair da exploração que a gente estava submetido. Então, o governo cubano entrou em desespero e, junto com o governo brasileiro, criou medidas”, disse.
Reyes diz que os governos não deixaram os cubanos participarem dos editais para fazer a renovação do contrato, inclusive nos casos em que os médicos eram casados com brasileiros. Em processos na Justiça, o G1 verificou que alguns cubanos argumentam que não tiveram a oportunidade de solicitar a renovação do contrato no site do Ministério da Saúde.

O médico cubano diz que, devido às liminares no Judiciário brasileiro, o governo de seu país pediu ao Ministério da Saúde do Brasil para que os médicos envolvidos em processos não fossem recebidos em outros tipos de contrato.

Reyes diz que foi acusado "de forma agressiva" pelos coordenadores cubanos do programa a quem respondia. Ele afirma também que chegou a receber um documento do Ministério da Saúde dizendo que havia abandonado o posto de trabalho.

Sem querer voltar ao país de origem, entrou com pedido na Polícia Federal para virar um refugiado, encaminhado ao Ministério da Justiça. Ele usa um documento provisório até a saída da decisão.

"Isso aconteceu em abril, e eu trabalhei até o mês de junho sem receber a bolsa formação, só com a ajuda do município. Não conseguia mais entrar no sistema de gerenciamento do Mais Médicos. Eu fiquei refugiado político no Brasil, sem endereço, depois de três anos de trabalho".

Em missão
O Ministério da Saúde explica que os profissionais cubanos, por terem o vínculo de trabalho com seu país de origem, ao deixarem o programa, se não tiverem outro vínculo com o Brasil, como cônjuge brasileiro, por exemplo, têm de sair do país.

"Sobre os valores pagos, essa é uma interlocução entre os profissionais e o governo de Cuba. Além de os médicos cubanos continuarem recebendo o salário mensal em Cuba pelo fato de estarem em missão internacional, eles recebem também uma bolsa complementar no Brasil e os auxílios moradia e alimentação das prefeituras, os mesmos benefícios que recebem os outros médicos que participam do programa", explicou o ministério.

A Opas informou ao G1 que os médicos cubanos são funcionários do Ministério da Saúde de Cuba. A organização, braço da Organização Mundial da Saúde no Brasil e nas Américas, diz que "tem conhecimento de que eles mantêm todos seus direitos e benefícios sociais que as leis cubanas garantem, incluindo salário, benefícios sociais, entre outras coisas." Além disso, afirma que todos os recursos que recebem para pagar a bolsa dos médicos é totalmente enviado ao país dos médicos.

O G1 entrou em contato com a embaixada de Cuba no Brasil por e-mail e por telefone, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Mudança de perfil
O Programa Mais Médicos, criado em 2013, ainda na presidência de Dilma Rousseff, está mudando o perfil de seus profissionais: o governo de Michel Temer quer substituir os cubanos da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) por brasileiros.

O número de médicos brasileiros aumentou 44% em menos de um ano, de acordo com o Ministério da Saúde. Na última terça-feira (3), 1.375 novos profissionais do Brasil formados no exterior foram contratados.

No entanto, 47,1% (8,6 mil) dos médicos do programa ainda são cubanos -- 45.6% com nacionalidade brasileira e 4,16% são intercambistas estrangeiros de outros países. São 18.240 vagas em 4 mil municípios do Brasil.

O governo brasileiro diz abertamente que "está abrindo oportunidades para a substituição de médicos da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)" e que "a expectativa é realizar 4 mil substituições em três anos". De acordo com o ministério, até o momento, mais de mil postos foram substituídos por brasileiros.

Apesar disso, o Ministério da Saúde diz que "a decisão sobre a permanência ou o retorno de funcionários em missão internacional cabe ao governo de Cuba."

No entanto, o governo explicou que "os médicos cubanos da cooperação que encerram o período de três anos de atuação no Programa estão sendo substituídos por novos profissionais. Existe a possibilidade de prorrogação da permanência dos médicos cooperados que tenham se casado formalmente (ou reconhecido união estável) no Brasil."

Créditos e fontes no final da página! 


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Fonte: Portal G1 com informações de Renova Mídia Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde do  Brasil  em  16/11/2018, às  09h00.   





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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

➡️Sou cubano e posso afirmar: tudo o que te contaram sobre a saúde cubana é falso

👉VÍDEO - A realidade da Saúde Pública em Cuba. Confira!  Confira no Canal!  

O médico Carlos Rafael Jorge Jiménez questionou o modelo do Programa Mais Médico, principalmente por desviar parte do pagamento dos médicos cubanos e o enviar ao regime cubano,

O sistema de saúde estatal de Cuba, uma das três fontes de poder, ao lado da educação e do esporte, tem sido o embaixador e criador por excelência da imagem benévola e humanitária da ditadura socialista cubana – o que, por sua vez, tem servido também de escudo ao exercício constante de violações dos direitos humanos mais elementares.

Pretendo colocar em evidência precisamente o que não se diz por aí. Comecemos com o vídeo abaixo, que mostra a situação real de um hospital cubano.

Mesmo sem qualquer liberdade econômica no setor, o sistema de saúde estatal cubano não é totalmente “gratuito”, permitindo o pagamento (mediante suborno) pela assistência médica.

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Fazer uma tomografia computadorizada, por exemplo, é extremamente difícil, quase impossível. Não são todos os centros hospitalares que contam com a tecnologia e aqueles que a possuem geralmente estão com os tomógrafos fora de serviço.

Dado que a demanda pelo serviço é maior do que a oferta, um enfermo cubano tem que pagar suborno ou esperar vários meses para ser atendido, afinal, aqueles que têm a possibilidade de oferecer “presentes” – ou seja, de pagar o serviço – são prioridade.


“Seu serviço de saúde é ‘gratuito’, mas tem um custo”: cartaz no Hospital Calixto García mostra o custo de cada serviço de saúde prestado pelo estado, ainda que não sejam cobrados (por enquanto) diretamente dos pacientes

O mesmo ocorre com a assistência odontológica. Receber esse tipo de atendimento em Cuba é um verdadeiro dilema. Não há amálgama para restauração, não há anestesia para a extração e não há material para próteses. Contudo, se você pagar, por exemplo, 10 pesos cubanos conversíveis (CUC, que possui paridade com o dólar, logo, 10 dólares), ou seja, o salário de meio mês de trabalho para a maioria das famílias cubanas, aparece imediatamente, como num passe de mágica, todo o material necessário; mas, se você não pode pagar, receberá como recompensa uma larga e incerta espera ou um tratamento que, em muitos dos casos, se torna humilhantemente inútil.

Você já viu um braço ser engessado com papel higiênico? Em Cuba é assim. E pode esquecer: não há papel higiênico no banheiro.

A qualidade humana da assistência médica é bastante deplorável: nos surpreende quando encontramos alguém que ofereça um bom tratamento e serviço. Isso ocorre tanto nas policlínicas como nos hospitais, consultórios odontológicos, com os médicos familiares, etc. Na verdade, esse mal é uma pandemia social local.

Nos hospitais falta higiene, as salas dos pacientes não possuem janelas, há insetos de todo tipo, escassez de água, infiltrações nos tetos, péssima alimentação, tanto para os pacientes como para acompanhantes, fora os péssimos serviços e tratamentos em geral. No vídeo abaixo você pode ver como é a sala de emergência de um hospital cubano:

👉VÍDEO - Sala de Emergências do Hospital Calixto Garcia em Cuba.  Confira no Canal!  

Os hospitais também cumprem a função de feiras comerciais, onde vendedores oferecem todo tipo de mercadoria – principalmente produtos alimentícios – para satisfazer as necessidades dos pacientes e seus familiares, mas também perturbando a tranquilidade tão necessária a estes locais.

Fora isso, o doente que dá entrada no hospital tem que levar consigo garrafas para armazenar água, lençóis para cobrir a cama, toalha, sabão, ventilador e outros tantos itens necessários.

Bem-vindo a um hospital cubano. Esse é o leito típico.

Com a falta de higiene, muitos pacientes, por sua própria responsabilidade, decidem abandonar os hospitais e seguir o tratamento em suas casas pelo temor de adquirir novas doenças.

Por fim, as farmácias têm seus estoques preenchidos por poucos medicamentos, tanto em quantidade como em variedade. Além da quantidade ser insuficiente, grande parte dos estoques são vendidos no mercado negro por funcionários estatais a preços que podem ser três vezes maiores do que o valor oficial. Ou seja, o trabalhador cubano, quando encontra um medicamento tem que pagar preços abusivos por ele.

Em resumo, não se deixe enganar: a situação da saúde cubana não é o fantástico mundo de Michael Moore e o hospital cubano da elite. A saúde cubana é deplorável.

Nelson Rodríguez Chartrand
Advogado libertário e morador de Havana, Cuba. 

Créditos e fontes no final da página! 


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Fontewww.ilisp.org Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde do  Brasil  em  15/11/2018, às  14h54.   





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