quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Comissão na Câmara aprova proposta que impossibilita qualquer forma de aborto.

No Brasil é praticado cerca de 1 milhão de abortos por ano. Segundo dados do IPEA, dos casos de estupro, cerca de  7,1%  geram gravidez, o que diz faz o mito que tenta justificar o aborto com os casos de estupros.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira (8) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que impossibilita qualquer forma de aborto previstas atualmente pelo Código Penal. Tão logo os votos necessários foram alcançados, a votação do texto principal foi interrompida e integrantes da comissão que atuam contra todas as formas de interrupção da gravidez comemoraram e cercaram a mesa de votação para uma sessão de fotos. 

Veja os principais momentos da votação da PEC

Originalmente, a PEC tratava da extensão da licença maternidade para a trabalhadora que tiver bebê prematuro. Pela proposta, a licença à gestante com duração de 120 dias pode ser estendida, sem prejuízo de emprego e salário, à quantidade de dias que o recém-nascido ficar internado, não podendo ultrapassar os 240 dias.

O relatório final do deputado Jorge Tadeu Mudalen incluiu uma mudança no artigo primeiro da Constituição - que versa sobre os princípios fundamentais - enfatizando no texto "a dignidade da pessoa humana desde a sua concepção". "Cabe-nos observar que, se protegemos, de forma justíssima, aquele que já vivia e prematuramente deixou a proteção materna, concedendo uma ampliação da licença maternidade à sua genitora, não podemos deixar de explicitar, ainda mais, a sua proteção no âmbito uterino, desde o seu início, isto é, desde a concepção", pregou o relator. 

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Motivo é preferência por filhos homens, segundo funcionário da ONU.
Fundo da ONU estima falta de 93 mil mulheres em 2060 na Armênia.

A prática do aborto de fetos do sexo feminino devido a uma preferência por meninos é uma "epidemia" que está se espalhando para além de países como Índia e China, atingindo agora nações do leste europeu, advertiu um alto funcionário da Organização das Nações Unidas.

O chefe da divisão de gênero do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, na sigla em inglês), Luis Mora, disse que pesquisas nos últimos anos identificaram que o desejo por bebês do sexo masculino e o acesso à tecnologia foram os principais responsáveis pelos mais elevados índices de seleção do gênero em nível global na região do Cáucaso, ao longo da fronteira da Europa-Ásia entre os mares Negro e Cáspio. Continue lendo, clique aqui! 

FonteG1 Mundo e  Reuters / Publicano no Jornal dos Agentes de Saúde do  Brasil, em  09/11/2017, às 15h12.  

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