sábado, 7 de outubro de 2017

Agentes de saúde vão à Câmara pedir apoio em projeto que muda carga horária

O Sisem levou as três categorias de agentes municipais saúde à Câmara Municipal da Capital

Carro de som foi levado ao protesto
O Sisem (Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande) levou as três categorias de agentes municipais saúde à Câmara Municipal da Capital, na manhã da última quinta-feira (5), em protesto pela readequação da carga horária da categoria.

Segundo o presidente do sindicato, Marcos Tabosa, o objetivo é pedir apoio dos vereadores com a formação de uma comissão para viabilizar a mudança junto ao prefeito Marcos Trad (PSD).


A mudança seria para os agentes de combate às endemias, agentes de saúde pública e agentes comunitários. Conforme Tabosa, a ideia é implantar na Capital o modelo desenvolvido na cidade de Americana, interior de São Paulo.

Lá os agentes trabalham seis horas em campo e tem duas horas livres, preenchidas com atividades como relatórios e fichas de visita. Os servidores não teriam um local fixo para desenvolver as duas horas, podendo cumprir a carga horária onde fosse mais conveniente.

Atualmente, segundo o sindicalista, por conta da longa jornada, cumprida sob o sol, os agentes acabam adoecendo e apresentando atestado médico. De acordo com Tabosa, a readequação da carga horária seria uma promessa de campanha do prefeito, mas que ainda não foi cumprida.

O secretário municipal de saúde, Marcelo Vilela, já teria acenado favoravelmente à possibilidade, mas precisa da chancela de Trad, segundo Tabosa.

Fonte www.midiamax.com.br/ / Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil em 07/10/2017, às 00h09.   






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