terça-feira, 17 de outubro de 2017

Campo Grande: Agentes de Saúde do Brasil tem direito a trabalhar 6 horas por dia

Agentes comunitários de saúde e de combate às endemias foram à Câmara pedir readequação da jornada de trabalho para as 6 horas em campo e duas em local de livre escolha

O presidente Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais (Sisem), Marcos Tabosa em conversa com o coordenador geral da MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde, Samuel Camêlo, reafirmou a necessidade de estabelecer as 6 horas em campo e duas em local de livre escolha, conforme o modelo da Prefeitura de Americana/SP. Já o coordenador da MNAS, que desde de 2013 defende essa bandeira nacionalmente, acredita que a luta travada pelo Sisem terá reflexos muito além da cidade sul-mato-grossense de Campo Grande.

Nessa  terça-feira (17), agentes comunitários de saúde e de combate a endemias ocuparam a Câmara Municipal de Campo Grande para participar da sessão que tratava da readequação da carga horária da dos servidores da categoria.


Na capital do Mato Grosso do Sul há 2. 400 agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias, atualmente sujeitos a uma jornada de 8 horas diárias em campo. “Isso sobrecarrega o profissional porque tem que ficar exposto ao sol”, comentou Tabosa.

O município de Americana (SP) adotou o modelo das 6 horas diárias em campo e outras duas em local escolhido pelos agentes para outras atividades, como preparar relatórios, desde 2015.

A finalidade é melhorar a qualidade de vida dos agentes de saúde, além de gerar uma economia expressiva à cidade, conforme defende o presidente do Sisem.

Não poderíamos deixar de citar que Campo Grande é considerada a 7ª melhor capital do Brasil para morar, por oferecer serviços de qualidade nas áreas de saúde (6ª posição na categoria), saneamento básico, sustentabilidade, educação, cultura e, principalmente segurança, ficando entre as 4 melhores nessa categoria. Foi o que apontou o estudo Desafios da Gestão Municipal, divulgado pela consultoria Macroplan no fim de abril. A capital sul-mato-grossense só fica atrás de Curitiba, considerada a melhor para se morar atualmente, Florianópolis, Vitória, Belo Horizonte, São Paulo e Palmas.

Fonte Jornal dos Agentes de Saúde do  Brasil, publicado em 17/10/2017, às 23h17.   

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