sábado, 29 de julho de 2017

PESQUISAS REVELAM: Fetos conseguem identificar idiomas nativos e estrangeiros, diz estudo

Pesquisas anteriores já tinha descoberto que o feto reagia de forma diferente à fala de duas pessoas.

Um estudo realizado pela Universidade de Kansas, nos Estados Unidos, descobriu que fetos podem distinguir idiomas ainda dentro da barriga. Um mês antes de nascerem, eles podem perceber a fala através de padrões rítmicos. Foi confirmado que eles podem identificar entre inglês e japonês. A pesquisa, feita por especialistas do Centro Médico da Universidade, contou com a ajuda de um dispositivo altamente preciso, chamado magnetocardiograma (MCG).

Pesquisas anteriores já tinha descoberto que o feto reagia de forma diferente à fala de duas pessoas. O acompanhamento, que era feito por ultrassom, não conseguia identificar se o bebê reagia à voz ou ao idioma da pessoa. Com a ajuda do magnetocardiograma, que mede o campo magnético produzido pela atividade elétrica no coração, foi testado uma mesma pessoa falando dois idiomas distintos, durante o experimento. Os pesquisadores analisaram 24 gestantes de oito meses, com ajuda do equipamento.


“A pesquisa sugere que o desenvolvimento da linguagem humana pode começar muito cedo, alguns dias após o nascimento. Os bebês de alguns dias mostraram ser sensíveis às diferenças rítmicas entre as línguas. Estudos anteriores demonstraram isso medindo mudanças no comportamento dos bebês. Por exemplo, medindo se os bebês mudam a taxa de sugação de uma chupeta quando a fala muda de um idioma para um idioma diferente com diferentes propriedades rítmicas. Esta discriminação precoce nos levou a pensar quando a sensibilidade das crianças às propriedades rítmicas da linguagem se revela, podendo vir à tona antes do nascimento. Fetos podem ouvir coisas, incluindo a fala, no útero. É abafado, como os adultos falando em um desenho animado, mas o ritmo da linguagem deve ser preservado e disponível para o feto ouvir, mesmo que o discurso seja abafado”, explica o autor da pesquisa, Dr Utako Minai, ao jornal inglês Daily Mail.

Os idiomas inglês e o japonês foram escolhidos devido ao ritmo claramente distinto. Enquanto a fala inglesa tem uma estrutura rítmica dinâmica que se assemelha a sinais de código morse, o japonês tem uma estrutura mais regular. Os pesquisadores notaram que as taxas cardíacas dos fetos mudaram enquanto ouviam a língua desconhecida (japonês) depois de ter ouvido a mesma pessoa falar em inglês. Suas taxas de coração não mudaram quando foram apresentadas com uma segunda fala de inglês em vez de japonês.

Permitida a reprodução, desde que as fontes sejam devidamente citadas.

Fonte CurioSamente / Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil, publicado em 22/07/17, às 22h54.

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