segunda-feira, 24 de abril de 2017

Pernambuco: agentes comunitários e de combate às endemias debatem valorização profissional

Em audiências pública com a finalidade de debater o Projeto de Lei 6437/16, proposta das atribuições dos Agentes de Saúde, continuam em conveniência no país

Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes Comunitários de Endemias (ACE) de Pernambuco participaram de Audiência Pública para defender a valorização profissional. A agenda teve início no último domingo (23/04) em Salgueiro/PE, no Hotel Plazza. Na segunda (24), em Recife/PE, na Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE).

🔂 No Recife, agentes comunitários e de combate às endemias debateram a proposta do PL 6.437/16

ACS e ACE marcaram presença para debater as propostas do PL 

As audiências tem a finalidade de debater o Projeto de Lei 6437/16, proposta das atribuições dos ACS/ACE e o investimento em capacitações. O citado PL, de autoria do deputado federal Raimundo Gomes de Matos (CE), amplia a lista de atividades dos agentes de saúde, contudo, exige conclusão do ensino médio para o exercício da profissão, com previsão de carga horária de 200 horas de curso, além de aperfeiçoamento a cada dois anos de trabalho efetivo.

Na Audiência Pública dessa segunda-feira (24), além da participação de Ilda Angélica, presidente da CONACS - Confederação Nacional dos Agentes de Saúde, além de Manoel da Saúde, presidente da Federação Estadual dos Agentes Comunitários de Saúde de Pernambuco, deputado Valtenir Pereira (MT), entre outras autoridades e diversas lideranças dos ACS e ACE do estado, além de várias caravanas vindas do interior do estado.


 Há previsão da ampliação das atividades dos agentes 

Conforme a proposta, há previsão da ampliação das atividades dos agentes, inclusive com a aferição da pressão arterial e a medição de glicemia capilar, com a finalidade de promover a prevenção e o acompanhamento dos pacientes que apresentarem sintomas de vulnerabilidade.

Um curso de 40 horas de formação inicial faz parte da proposta do projeto

Há previsão também de um curso de 40 horas de formação inicial. Atualmente os agentes precisam apenas ter concluído o ensino fundamental e um curso introdutório de formação inicial e continuada.
Na visão de Samuel Camêlo, coordenador da MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde, "a contextualização das atribuições dos Agentes de Saúde fortalecer o profissional e amplia a sua valorização, em face do papel que esses trabalhadores passam a desenvolver, na verdade, já desenvolve, contudo, ocorre uma uniformização de suas práticas, concluiu o coordenador.

No caso dos agente comunitário de saúde, o exercício de atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde por meio de ações domiciliares ou comunitárias, individuais ou coletivas serão mantidas na proposta.

Fonte: Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil, Publicado em 24/04/17, às 19h52. Atualizado às 23h19.

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