sábado, 21 de janeiro de 2017

Mobilização Nacional nomeia coordenador do Sudeste

Vilela comandou uma greve que durou quatro meses, numa instituição que possuía apenas três anos de existência 

A luta dos Agentes Comunitários de saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) da Região Sudeste se fortaleceu com nomeação do coordenador da MNAS – Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde.

A Região Sudeste, que compreende os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e o Espírito Santo, a aproximadamente 90 dias que a MNAS Sudeste recebeu como coordenador o sindicalista Francisco Vilela. Um baiano de Santo Antônio de Jesus, atual presidente do SINACS/RJ - Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Rio de Janeiro. Atuando a 16 anos como agente comunitário de saúde em São Gonçalo, município do RJ com 1.203 Agentes Comunitários, além dos 15.000 do estado. 

Sob chuva, manifestação pelo Reajuste do Piso e contra as Portarias que acabam com os ACS's

O baiano Vilela chegou no estado do Rio de Janeiro em 2001, participou de um processo seletivo público, obtive êxito e hoje, tem feito história com uma postura sindical que tem sido o diferencial, não apenas em seu estado, afinal de contas, não é qualquer líder sindical que comanda uma greve por 4 meses, apesar do sindicato ter apenas 3 anos de fundação. A greve ocorreu no município de São Gonçalo. Os resultados da articulação do SINACS/RJ, foram muito além das fronteiras do município, projetando diversas conquistas, entre as quais o Piso Salarial Nacional da categoria. 

A coordenação geral da MNAS conta com a articulação de Vilela no RJ, há vários anos. Inclusive o Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil, uma das mais antigas ferramentas interativas volta aos Agentes de Saúde, já publicou uma entrevista com o sindicalista.

É de pessoas comprometidas com a categoria que se forma as legítimas ferramentas de transformações sociais. O modelo ultrapassado de sindicalismo, limitado com a perda do foco, cede lutar para as articulações com base em planejamento estratégico. A imposição sindical é substituída pelo diálogo participativo, este que é capaz de produzir resultados imediatos, por legitimar a essência da representatividade apartidária e que tem como razão de ser a democracia construtivista. 

Com Vilela na coordenação da MNAS Sudeste ACS e ACE tem a oportunidade de fortalecer a luta que se solidifica, desde de sua nascente e se projeta muito além dos prognósticos limitadores. Isto com a certeza de que nenhuma instituição é capaz de produzir resultados, se a categoria, a quem se pretende beneficiar, não fizer a sua parte nessa construção.
Agradecemos a você, Francisco Vilela, por aceitar mais esse desafio!

Juntos Somos Mais Fortes!



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