segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Agentes Comunitários de Saúde participam de projeto criado pela UNICEF

O objetivo da parceria da Secretaria de Educação com os Agentes Comunitários de Saúde é realizar a busca de crianças e adolescentes fora da escola. (Foto meramente ilustrativa).

Em Campina, Secretaria de Educação reúne Agentes Comunitários de Saúde 

Com o objetivo de concretizar a parceria da Secretaria de Educação com os Agentes Comunitários de Saúde para a realização de Busca Ativa de crianças e adolescentes fora da escola, a secretária Iolanda Barbosa da Silva, se reúne na manhã desta segunda-feira (9), no auditório do Centro de Tecnologia Educacional com os agentes dos oito distritos de Saúde da Prefeitura de Campina Grande.

Esta reunião marca a mobilização inicial do Projeto Busca Ativa para as matrículas de escolas e creches da Rede Municipal de Ensino que serão realizadas no período de 9 a 27 de janeiro de 2017. Estarão envolvidos no projeto 700 Agentes Comunitários de Saúde.

O projeto “Busca Ativa Escolar”, criado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) vai reforçar as ações para a identificação e resolução dos casos de exclusão escolar, já desenvolvidas no município.

O projeto é realizado em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) e o Instituto Tim.

Para a realização do trabalho foram mobilizadas pela Prefeitura de Campina Grande as secretarias municipais de Educação (SEDUC), Saúde e Assistência Social (Semas). Elas vão contar com o apoio da Secretaria de Planejamento do município.

O PROJETO – O “Busca Ativa Escolar” faz parte da campanha “Fora da Escola não Pode”, que busca garantir o direito à Educação de crianças e adolescentes.

Conforme a proposta do projeto, os agentes comunitários de saúde, em suas visitas de rotina, vão auxiliar na identificação de casos de crianças e adolescentes fora da escola.
Assim que forem encontradas, os profissionais coletarão informações básicas sobre as
causas que contribuíram para que essas crianças e adolescentes nunca fossem à escola ou se evadissem dela.

Levantadas essas informações iniciais, os dados serão inseridos no sistema, que vai produzindo alertas às secretarias municipais envolvidas no projeto, indicando a necessidade de medidas para que a criança ou adolescente seja novamente matriculado na escola.

FONTE: Da Redação com Codecom/CG / Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde em 16/01/17, às 12h19.


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