sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Agentes de Saúde e demais servidores da saúde da Prefeitura de Palhoça decidem encerrar a greve

 Servidores da saúde da Prefeitura de Palhoça decidem encerrar a greve

Atendimento nas unidades básicas de saúde deve ser tomado na terça (3).
Após negociação, redução de benefícios passa de 20 para 10%.

As 21 unidades básicas de saúde de Palhoça, na Grande Florianópolis, voltam a funcionar normalmente na próxima terça-feira (3), após o feriadão. Os 300 funcionários, que estavam em greve havia três dias, decidiram suspender a paralisação no fim da tarde desta quinta-feira (29).

A decisão partiu de uma negociação com representantes da prefeitura, que concordaram em alterar a redução dos benefícios dos trabalhadores de 20% para 10%.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Palhoça (Sitrampa), Luciano Pereira, uma comissão formada por funcionários da Secretaria de Saúde vai acompanhar, a partir de agora, a aplicação de verbas federais na saúde do município.



Manifestação dos servidores na frente da Prefeitura de Palhoça/SC

“Nossa meta é reverter totalmente a decisão da prefeitura, ou seja, corte zero nos salários. A negociação continua. Nosso maior questionamento sobre esse corte refere-se ao fato de que estes salários não saem dos cofres municipais, são custeados por dinheiro federal”, explica Pereira.

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De acordo com o presidente do Sitrampa, funcionários de outras secretarias, que dependem de recursos municipais para pagamento de salários permanecem com redução de 20%.

A reportagem do G1 entrou em contato com a prefeitura na manhã desta sexta-feira (30) a respeito do fim da greve, mas não obteve resposta.

Razões da greve
A greve iniciou em decorrência do corte  de benefícios dos trabalhadores, imposto pela prefeitura desde o dia 1º de outubro e válido até o dia 31 de dezembro deste ano. Além do corte nas gratificações, as horas extras e a licença premium foram suspensas neste período.

Conforme a prefeitura, o intuito da redução das gratificações por três meses é a economia de R$ 500 mil aos cofres públicos.

Do G1 SC












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