quinta-feira, 4 de junho de 2015

A geração dos bebês superexpostos

 Na barriga da mãe, os bebês modernos já fazem suas primeiras aparições na web

Não precisa nascer para estar nas redes sociais. Na barriga da mãe, os bebês modernos já fazem suas primeiras aparições na web. Fotos do primeiro, segundo, terceiro meses. O parto. Primeiro banho, aniversário, papinha. Tudo é compartilhado e acompanhado por parentes e amigos. No Brasil, segundo pesquisa da AVG, os pais amam a relação entre filhos e as redes sociais: 94% já publicaram uma imagem dos seus bebês. No entanto, é preciso cautela.

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A psicóloga Cláudia Queiroz explica que a publicação de fotos dos pequenos na rede pode acontecer, mas tem que ser uma ação dosada. “Não pode, tudo que a criança fizer, ser compartilhado com todas as pessoas, pois esta exposição exagerada pode causar danos tanto para ela, quanto para a família”, diz. Isto porque, com as publicações, as pessoas podem desenvolver uma imagem da criança que não é verdadeira e a exposição passar a ser uma fonte geradora de ansiedade para o pequeno.

Segundo Cláudia, os pais precisam lembrar que os filhos, ainda bebês, não têm maturidade para interferir no que é postado. “Pode acontecer de o conteúdo das fotos vir a constranger aquela pessoa quando ela crescer. Então, é preciso que os pais façam uso do bom senso”, declara.

A exposição dos filhos também envolve o assunto segurança. Não compartilhar fotos da criança nua (mesmo quando bebê), da casa, vestida com a farda da escola e até doente são algumas medidas para evitar o uso das imagens por alguém mal intencionado. E é pensando na proteção da imagem de seu filho que o biólogo Rafael Jordani, de 34 anos, evita a exposição de seu filho na internet.

“Não é que sejamos extremistas. Já postamos foto dele, mas evitamos. Preferimos trocar diretamente com nossos amigos e parentes, em mensagens privadas”, explica Rafael. Para ele, o perigo mora no desconhecido. “Não há como prever se alguém mal intencionado vai vincular a imagem do meu filho a algo ruim, por isto é melhor não dar margem a isto”, acrescenta.

Outros dados da AVG mostram que 14% dos brasileiros disseram ter conta de e-mail para os bebês e que 12% das mães relataram que criaram perfis nas redes sociais para seus filhos.




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