terça-feira, 7 de abril de 2015

Pesquisa revela: 90% da população tem vírus da herpes

A Sociedade Brasileira de Dermatologia divulgou dados sobre o vírus da herpes

90% da população tem vírus da herpes. Os dados são da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A maioria das pessoas, até a idade adulta, já entrou em contato com o vírus mas não desenvolveu a doença.

O microorganismo fica alojado no corpo e se manifesta com a queda da imunidade (defesa do organismo). O vírus fica incubado nas terminações nervosas, próxima à região da infecção, geralmente próxima aos lábios.

A virose ataca homens, mulheres e crianças num mesmo grau e é transmitida por contato interpessoal. Ou seja, beijo na boca e uso de um copo recentemente utilizado por alguém infectado podem transmitir o vírus.

O vírus se manifesta quando se toma sol, dorme-se mal à noite, no período pré-menstrual (no caso das mulheres) e, principalmente, quando diminui a resistência do organismo por causa de alguma outra doença, estresse ou desequilíbrio emocional.

"Algumas pessoas, no entanto, ficam com o vírus e nunca chegam a desenvolver a infecção", explica a dermatologista e coordenadora científica da Sociedade Brasileira de Dermatologia-Regional São Paulo, Lúcia Arruda.

Após a manifestação, formam-se pequenas bolhinhas de água (vesículas) na região dos lábios, principalmente. O ataque pode ocorrer ainda em outras parte do rosto, como nariz e olhos.

As vesículas permanecem por mais ou menos sete dias, curando-se espontaneamente. A recuperação depende do organismo de cada um. "O intervalo dos surtos variam, podendo ser a cada 15 dias ou de ano em ano" afirma Lúcia.

Para quem tem a doença, prevenir é o melhor remédio, já que não existe cura definitiva para o problema.

O sinal de que o vírus vai atacar é uma comichão (coceira com ardência) na região infectada. "O uso de medicamento nessa fase é importante, pois retarda a manifestação", diz a dermatologista.

O tratamento consiste em aplicação de água boricada no local infectado, uso de pomadas e antibiótico, neste caso, o aciclovir.
Quando os surtos são muito frequentes, os especialistas geralmente recomendam o uso contínuo do aciclovir ou vacinas anti-herpéticas.

Antes, porém, de ficar se automedicando, é recomendável consultar um especialista.

O período de transmissão é quando as bolhinhas de água ainda não estão secas. Durante esses dias, é aconselhável não beijar nem deixar que usem os mesmos copos para não transmitir para o outro o incômodo que a virose causa.

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