terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O mundo reaje contra o terrorismo na França, contudo, fica em silêncio quando é praticado contra Israel


#Compartilhe! Um terrível golpe contra a liberdade de expressão

Ataque covarde e sanguinário contra semanário satírico “Charlie Hebdo” na França é o maior atentado contra a imprensa na Europa desde a II Guerra Mundial — e infelizmente deve reforçar o sentimento anti-islâmico e anti-imigrantes na União Europeia


Parisienses fazem um minuto de silêncio, depois que terroristas armados invadiram os escritórios da revista “Charlie Hebdo”, assassinando pelo menos 12 pessoas (Foto: Patrick Hertzog/AFP)


O cruel e covarde ataque de fanáticos assassinos muçulmanos contra o semanário satírico francês Charlie Hebdo, provocando a morte de 12 pessoas, inclusive de quatro cartunistas idolatrados na França, já é considerado o maior atentado contra a imprensa livre desde a II Guerra Mundial na Europa.



Infelizmente, os criminosos partidários da barbárie e absolutamente incapazes de conviver com qualquer tipo de liberdade de expressão que, em sua visão distorcida, possa ferir dogmas nos quais acreditam — como os autores desse atentado –, só vêm reforçar o crescente sentimento antiislâmico na Europa que, por extensão, se estende e acaba se confundindo com uma forte hostilidade a imigrantes em geral.

Os judeus que se encontram em diversos países são frequentemente perseguidos e massacrados por séculos. Um exílio marcado por um ódio antissemita com motivações ilógicas que dura até os dias atuais.

Antigamente eles eram perseguidos com os mais diversos argumentos medievais. Atualmente os argumentos antissemitas mudaram, mas continuam ilógicos. Os judeus são atacados por terroristas com mísseis e homens-bomba, mas quando se defendem são acusados de "reação desproporcional".

Quando há atentados em qualquer lugar do mundo, como o que ocorreu na semana passada em Paris, o mundo inteiro se levanta contra o terrorismo, mas quando o atentado é em Israel não é terrorismo, é busca pela liberdade.

Enquanto na Síria morrem milhares de pessoas, o único problema que incomoda o mundo são os ataques israelenses contra Gaza. A ONU, que deveria ter sido criada como uma organização imparcial que busca a justiça, mostra-se cada vez mais parcial e injusta. E o Hamas, que abertamente prega o ódio e a destruição de crianças, mulheres e toda a sociedade civil de Israel, não é mais considerada uma organização terrorista.


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Fonte: Com informações da Revista Veja




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