domingo, 21 de dezembro de 2014

Sociedade: O número de gays mortos, vítimas da homofobia, é menor do que o divulgado

O Brasil não é um país homofóbico, como tentam fazer parecer alguns movimentos políticos

Diferentemente do que tenta transmitir a nova propaganda sobre a violência contra homossexuais, o Brasil é um país onde o número de gays mortos em face da violência é muito menor do que o de héteros. Embora o citada propaganda equivocadamente informe que a cada 24 horas um homossexual é assassinado no país, passando a ideia de que há uma explosão de violência contra gays e que o Brasil seria um país homofóbico. Pois veja, a matemática básica mostra que, pelo contrário, os gays no Brasil são um grupo muito preservado da violência generalizada a que todos nós estamos expostos.

No Brasil, atualmente, são violentamente assassinadas, em média, 150 pessoas a cada 24 horas,  e um homossexual. Foi levantado que entre 10% e 16% da população é homossexual. Ou seja, para estar no nível “normal” de vítimas da violência, os homossexuais assassinados teriam que ser, pelo menos, 15 por dia! Vale lembrar que esses dados de mortes de homossexuais são de todo tipo de crime e não apenas dos casos supostamente motivados por homofobia. Ou seja, até nos crimes comuns os homossexuais são menos vítimas do que o resto da sociedade.

Alguém explique: que país homofóbico e violento é esse, onde os homossexuais morrem muito menos que qualquer brasileiro? É muito bom que os homossexuais sofram menos violência. O que acontece é que movimentos políticos reclamam sem motivos concretos, exigindo privilégios que a sociedade em geral não tem. E o pior: se prestam a fazer campanhas e propagandas sem nem mesmo verificar se os próprios dados não vão desmenti-los, como aconteceu nesse caso.

Segundo a Revista Veja, nem todo gay que morre é vítima de homofobia, como tentam fazer parecer os movimentos políticos que reclamam por  privilégios. Entre os muitos exemplos, de gays mortos por causa divergente de homofobia, está o caso do jovem João Donati (Goiânia).  Conforme a Revista Veja, o suspeito, preso pela polícia, confessou ter tido relações sexuais com a vítima. A patrulha do movimento gay chegou a espalhar pelas redes sociais que o assassino teria deixado um bilhete comprovando o motivo de homofobia, o que foi negado pela polícia. Mentira inventada para valorizar a causa, um evidente desrespeito à própria vítima.

Veja também:

A revista prossegue:
“Pelo visto, João foi morto por se relacionar com um total desconhecido em um local perigoso. Talvez um ato irresponsável fruto da promiscuidade maior no mundo gay, que ninguém pode citar para não parecer preconceituoso (assim como a patrulha impediu que um fato fosse divulgado, qual seja, a probabilidade maior de homossexuais terem Aids). Fosse uma menina que tivesse aceitado ir para um beco com um estranho, a revolta talvez não seria a mesma, e muitos até diriam que ela buscou sua desgraça.
Nada disso justifica o crime, é lógico! Isso é bastante óbvio, mas no Brasil o óbvio precisa ser repetido ad nauseam. Podemos achar totalmente errado e quase suicida ir para um beco ter relações sexuais com um estranho. Mas isso não dá o direito de o outro simplesmente acabar com sua vida. Porém, está claro que o ato é inconsequente, e deveria servir de alerta para todos.
Enfim, após muito barulho feito por oportunistas de plantão, mais um caso de “homofobia” se mostra algo bem diferente. É preciso deixar as ideologias e a agenda política de lado se se pretende buscar a verdade. Nem todo homossexual morto ou agredido sofre tal destino por ser homossexual, e é fundamental deixar isso claro para se evitar manipulações por parte de grupos organizados,” conclui Rodrigo Constantino. Leia a matéria completa, clique aqui!


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Fonte: Com informações da Revista Veja