sábado, 23 de agosto de 2014

Mais greve: Agentes comunitários de saúde de São Paulo cruzarão os braços na quarta-feira

Em face da sinalização da paralisação, por parte dos Agentes comunitários de saúde (ACS) de São Paulo, a Coordenação Nacional da MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde estabeleceu contato com a gestão paulista por meio do site seu site, twitter e Facebook, além dos e-mails oficiais enviados as secretarias: Secretaria Municipal de Saúde,  Vice-Prefeita da Cidade de São Paulo,  Secretaria Municipal de Relações Governamentais, Controladoria Geral do Município, Secretaria Executiva de Comunicação, Secretaria do Governo Municipal e ao próprio Prefeito da Cidade de São Paulo, advertindo sobre os possíveis prejuízos a que a população paulista será submetida com a paralisação da categoria. Foi comentado também sobre as repercussões políticas e efeitos irreparáveis causados ao legado do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT/SP), inclusive prejudicando a campanha de Padilha, ao governo paulista.

Agentes comunitários paulistas reivindicam 19% de reajuste salarial; Um verdadeiro exército formado por 10.000 funcionários, que laboram atendendo 2,5 milhões de pessoas em São Paulo.



Foto de Veja São Paulo: Os Agentes Comunitários de São Paulo decidiram pela paralisação em assembleia.

Os agentes de São Paulo devem cruzar os braços por 24 horas, no próximo dia 27/08, quarta-feira. A decisão veio após uma assembleia, realizada  no último sábado (16). Os ACS's rejeitaram o reajuste de 5,8% oferecido pelo sindicato patronal e decidiram pela paralisação.

Informações do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Estado de São Paulo (Sindicomunitário), divulgadas pela imprensa, informam sobre a reivindicação de um aumento de 19%.  A categoria também tem se queixado da prática de assédio moral e do desvio de função, situações abomináveis e que são vivenciadas pelos agentes comunitários em diversas cidades brasileiras, principalmente quando a gestão não cumpre a lei 11.350/2006, que determina a efetivação da categoria, tornando-a objeto de manipulação em período eleitorais.
Em termos salariais, a estimativa é de que o reajuste do salário-base na capital passe dos atuais R$ 1.100,00 para R$ 1.300,00.

Na capital paulista a remuneração dos agentes comunitários é feita com a utilização de intermediadores, ou seja, pelas denominadas organizações sociais de saúde, entidades sem fins lucrativos que têm contrato de prestação de serviço com a prefeitura. Portanto, uma prática vergonhosa que fere a legalidade, conforme a Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde tem denunciado em suas redes sociais. Tais práticas, além de causar prejuízos aos direitos dos trabalhadores e aberto portas para os desvios de elevadas somas de recursos públicos, também tem prejudicado a qualidade dos serviços prestados a mais de 2,5 milhões de pessoas, principalmente nas regiões periféricas de São Paulo.

A agenda da paralisação informa que os agentes comunitários de saúde farão uma caminhada de aproximadamente 3 quilômetros, até a sede do Sindicato das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo. A concentração está programada para as 10 horas no vão livre do MASP.






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Fonte: MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde