sexta-feira, 7 de junho de 2013

Ex-marido é preso suspeito de morte de técnica em enfermagem, no AM

Segundo a Polícia Civil, homem é suspeito de ser mandante do crime.
Vítima já havia denunciado ex-marido; ele a processou por calúnia.

Crime ocorreu na Avenida Timbiras, bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus (Foto: Camila Henriques/G1)

O ex-marido da técnica em enfermagem assassinada há duas semanas foi preso, no início da noite desta quarta-feira (5), suspeito de ser o mandante do crime, segundo a Polícia Civil. Ele era investigado porque, em 2012, a vítima havia sofrido atentado semelhante e afirmou que ele teria encomendado o crime. O homicídio aconteceu quando a vítima estava a caminho do trabalho, na Avenida Timbiras, Zona Norte de Manaus, no dia 23 de maio. O filho da técnica, de um ano, estava no veículo e viu a mãe ser morta.

No dia em que a técnica em enfermagem foi morta, o ex-marido foi convocado a depor sobre o caso mas, segundo a assessoria da Polícia Civil, não foi preso por falta de provas. Além dele, familiares da vítima e testemunhas do crime também prestaram depoimento. Com base nos relatos, a polícia definiu duas linhas de investigação: latrocínio e execução por motivo passional. "A gente já conseguiu muitos elementos que vão colaborar para que o crime seja elucidado nos próximos dias. O ex-marido foi ouvido, localizado, conduzido até a delegacia e se declarou completamente a vontade para colaborar nas investigações", explicou o delegado de homicídios, Antônio Rondon, no dia do crime.

 De acordo com a polícia, a relação da vítima com o ex-marido era tumultuada. Em 2012, a mulher foi baleada no mesmo lugar onde foi morta. Ela foi atingida por um tiro no pescoço, sobreviveu, e denunciou o ex-marido como mandante do atentado. Após o término do relacionamento, o suspeito foi à delegacia negar envolvimento no crime e processou a ex-mulher por calúnia.

Segundo a Polícia Civil, um mandado de prisão preventiva do homem foi expedido nesta quarta-feira. Ele foi encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde deverá ser ouvido novamente nesta noite. A Polícia Civil informou ainda que o delegado irá se pronunciar sobre o caso na manhã da quinta-feira (6).

Homicídio
Viviane estava em um carro, modelo Prisma preto, na companhia da irmã de 24 anos e do filho da vítima, de um ano, no momento do crime. Populares relataram que os suspeitos fizeram quatro disparos, que atingiram a região do ombro e do peito esquerdo da vítima.

A assessoria da Polícia Civil informou ao G1 que a vítima foi socorrida por populares que passavam pelo local e levada para um Hospital da Unimed, onde trabalhava, na Zona Centro-Sul, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Em nota, a Unimed informou que Viviane já chegou ao hospital com parada, segundo informações do clínico geral Robson Lucena e do cirurgião Marcus Vinícius, médicos que a atenderam no Pronto-Socorro, e que foi tentado processo de reanimação por 45 minutos, sem resposta.

Segundo a Polícia Civil, equipes da polícia técnica científica foram ao local do crime para colher informações que possam levar à autoria do assassinato. A assessoria informou ainda que o caso foi encaminhado para a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

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Fonte:  g1.globo.com    

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