sábado, 30 de outubro de 2010

Servidores do PSF prometem paralisar atividades

Os profissionais do programa cruzarão os braços em protesto no dia 8 de novembro

Na manhã de ontem, o Sindicato dos Profissionais do Programa de Agentes Comunitários de Saúde do Programa Saúde da Família - PACS PSF (Sindppea) reuniu a classe na Associação dos Servidores Municipais para anunciar que no dia 8 de novembro, os profissionais cruzarão os braços em protesto contra os acordos não firmados pela Prefeitura Municipal de Macapá (PMM).
Segundo o presidente do Sindppea, Paulo Martins, Prefeitura Municipal de Macapá e a classe já tinham um acordo firmado há seis meses, ocasião que foram confirmadas aos profissionais a possibilidade de rever salubridade, vale transporte, reajuste salarial e outros benefícios.
Paulo informa que os acordos foram discutidos com o prefeito Roberto Góes na época das campanhas municipais, e que o mesmo se comprometeria atender as reivindicações da classe.
“Pensamos parar as atividades no dia 8 de novembro, mas acreditamos que o prefeito se sensibilize com a classe até lá, ainda tem tempo para conversamos e sabemos que nesse período eleitoral é complicado, mas estaremos esperando uma posição do município”, explicou.
Na mesma reunião foi discutida a situação dos Agentes Comunitários de Saúde.
De acordo com o sindicalista, os profissionais reclamam que os vales transportes foram cortados em 50%, além de descontos desnecessários na folha de pagamento que chegam a R$ 280. “Não sabemos o porque que estão descontando tudo isso do salário dos agentes. Eles recebem estão recebendo abaixo de um salário mínimo, estamos apoiando eles e queremos saber esses descontos não autorizados”, completa.
Martins revela que as condições de trabalho dos profissionais são precárias.
A classe exerce as suas funções sem contrato, caracterizando vinculo algum com a PMM.
“Propomos também no acordo que fosse realizado um concurso público voltado para o Programa Saúde da Família, aqui tem pessoas que tem 13 anos trabalhando no programa, e até o momento ficamos sem vinculo algum com a PMM, é uma insegurança para todos, não sabemos como vai ser daqui pra frente, merecemos respeito e queremos nossos direitos garantidos”, finaliza. (Franck Figueira)

Por Franck Figueira

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde coordenada por Samuel Camelo

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Fonte na web: www.jdia.com.br

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