quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Prefeito Paulo Mourão paga 14° salário para Agentes Comunitários de Saúde

O prefeito de Porto Nacional Paulo Mourão (PT), em reunião na manhã desta terça-feira, dia 30, na Câmara de Vereadores com lideranças políticas e agentes de saúde anunciou o pagamento do 14° salário para esta quarta-feira, dia 31, aos agentes de saúde do município.

No total 114 servidores do Programa Agentes Comunitários receberão o 14° salário, totalizando R$ 58.811,69 que serão injetados na economia do município. “Um direito que é concedido aos funcionários, mas que é cumprido por uma minoria de gestores”, disse o presidente da ATACOM - Associação Tocantinense dos Agentes de Saúde, Ronielson Pinto Cerqueira, que agradeceu em nome da categoria ao prefeito Paulo Mourão, ressaltando que o município de Porto Nacional sai na frente sendo que foi o primeiro município da região Norte do Brasil a de efetivar os agentes de saúde. “Paulo Mourão soube valorizar nossa categoria que há muito tempo vinha lutando pela estabilidade, hoje Porto Nacional é exemplo para o Tocantins, cerca de 50 municípios nos procuraram para copiarem o projeto de lei através da Lei n° 29 de 09 de novembro de 2007, que cria os cargos públicos de Agentes Comunitários de Saúde e Agente de Combate às Endemias aprovado em dezembro de 2007”, frisou.

A agente de saúde Maria Dijé agradeceu ao prefeito pelo benefício e pelas conquistas concedidas à classe. “Paulo Mourão cumpriu a Lei Federal n°11.350 da Emenda Constitucional n° 51, que concede a efetivação dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, passando a integrar o quadro efetivo da administração direta do município. Esse foi um dos grandes benefícios conquistados pelos agentes, nos só temos que agradecer esse grande gestor, além do pagamento do 14° salário”, ressaltou a agente de saúde.

A Lei elevou o piso salarial da categoria de R$ 380,00 para R$ 532,00. O prefeito Paulo Mourão também criou uma gratificação de R$ 60,00 por produtividade, elevando o vencimento dos agentes para R$ 592,00. Em seu discurso o prefeito Paulo Mourão agradeceu o apoio de todos, em especial ao senador Leomar Quintanilha que lutou pela aprovação da Lei n°11.350 em Brasília. “Me sinto feliz e realizado porque fiz um grande esforço pelo pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário, dos salários do servidores do mês de dezembro adiantado e agora do décimo quarto salário dos agentes de saúde, que é um grande ganho para a classe trabalhadora. Estamos fazendo justiça com esse profissionais que são tão valorosos para a nossa sociedade” disse Mourão.
(Com informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Porto Nacional)

Hyonária

Fonte: www.ojornal.net

Prefeito Paulo Mourão paga 14° salário para Agentes Comunitários de Saúde

O prefeito de Porto Nacional Paulo Mourão (PT), em reunião na manhã desta terça-feira, dia 30, na Câmara de Vereadores com lideranças políticas e agentes de saúde anunciou o pagamento do 14° salário para esta quarta-feira, dia 31, aos agentes de saúde do município.

No total 114 servidores do Programa Agentes Comunitários receberão o 14° salário, totalizando R$ 58.811,69 que serão injetados na economia do município. “Um direito que é concedido aos funcionários, mas que é cumprido por uma minoria de gestores”, disse o presidente da ATACOM - Associação Tocantinense dos Agentes de Saúde, Ronielson Pinto Cerqueira, que agradeceu em nome da categoria ao prefeito Paulo Mourão, ressaltando que o município de Porto Nacional sai na frente sendo que foi o primeiro município da região Norte do Brasil a de efetivar os agentes de saúde. “Paulo Mourão soube valorizar nossa categoria que há muito tempo vinha lutando pela estabilidade, hoje Porto Nacional é exemplo para o Tocantins, cerca de 50 municípios nos procuraram para copiarem o projeto de lei através da Lei n° 29 de 09 de novembro de 2007, que cria os cargos públicos de Agentes Comunitários de Saúde e Agente de Combate às Endemias aprovado em dezembro de 2007”, frisou.

A agente de saúde Maria Dijé agradeceu ao prefeito pelo benefício e pelas conquistas concedidas à classe. “Paulo Mourão cumpriu a Lei Federal n°11.350 da Emenda Constitucional n° 51, que concede a efetivação dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, passando a integrar o quadro efetivo da administração direta do município. Esse foi um dos grandes benefícios conquistados pelos agentes, nos só temos que agradecer esse grande gestor, além do pagamento do 14° salário”, ressaltou a agente de saúde.

A Lei elevou o piso salarial da categoria de R$ 380,00 para R$ 532,00. O prefeito Paulo Mourão também criou uma gratificação de R$ 60,00 por produtividade, elevando o vencimento dos agentes para R$ 592,00. Em seu discurso o prefeito Paulo Mourão agradeceu o apoio de todos, em especial ao senador Leomar Quintanilha que lutou pela aprovação da Lei n°11.350 em Brasília. “Me sinto feliz e realizado porque fiz um grande esforço pelo pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário, dos salários do servidores do mês de dezembro adiantado e agora do décimo quarto salário dos agentes de saúde, que é um grande ganho para a classe trabalhadora. Estamos fazendo justiça com esse profissionais que são tão valorosos para a nossa sociedade” disse Mourão.
(Com informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Porto Nacional)
Hyonária

Fonte: www.ojornal.net

sábado, 27 de dezembro de 2008

Visitas domiciliares melhoram indicadores de saúde infantil

Segundo os pesquisadores, os melhores resultados alcançados pelos agentes de saúde podem ser explicados pela alta freqüência de visitas domiciliares realizadas por estes trabalhadores[Imagem: Medplan]
Divulgação da Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS

Importância do pré-natal

Cerca de 15% das mães brasileiras não fazem sequer uma consulta de pré-natal e pelo menos um terço delas só inicia o pré-natal quando já não é mais possível prevenir uma série de doenças.

Por outro lado, estima-se que, se as mulheres fizessem, durante a gestação, um mínimo de seis consultas médicas, além dos exames clínicos e laboratoriais, o número de óbitos infantis poderia ter uma queda de 10%. Somam-se a isso várias pesquisas que apontam os cuidados em nível domiciliar como uma importante estratégia para a melhoria dos indicadores básicos de saúde.

Importância das visitas domiciliares

A partir dessas constatações, pesquisadores das universidades federais de Rio Grande, Pelotas e Santa Maria e da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança decidiram avaliar os efeitos das visitas domiciliares sobre a assistência pré-natal.

Os resultados do trabalho, desenvolvido na cidade de Rio Grande (RS), foram publicados revista Cadernos de Saúde Pública, um periódico da Fiocruz.

Tipos de visitas domiciliares

Os pesquisadores compararam os impactos de três tipos de visitas domiciliares: as feitas por agentes comunitários de saúde capacitados para a assistência à gestante, as conduzidas por líderes da Pastoral da Criança também treinados para esse serviço e as feitas por líderes da Pastoral da Criança que não receberam nenhum tipo de orientação sobre os cuidados na gestação. As mulheres visitadas por esses três grupos foram entrevistadas no início da gravidez (até a 16ª semana) e no pós-parto.

Participaram do estudo cerca de 360 mulheres. Elas tinham, em média, 24 anos de idade; a maioria tinha até cinco anos de estudos e, para 60% delas, a renda familiar não ultrapassava dois salários-mínimos. As mulheres com maior nível de escolaridade e as visitadas pelos agentes comunitários de saúde foram as que alcançaram os melhores indicadores em assistência pré-natal, seguidas por aquelas visitadas pelos líderes da Pastoral da Criança que receberam capacitação. Os resultados menos satisfatórios foram os dos líderes não treinados.

Mais consultas médicas

As gestantes visitadas pelos agentes comunitários de saúde começaram o pré-natal mais cedo: 60,9% delas iniciaram as consultas ainda no primeiro trimestre da gravidez, enquanto, nos outros dois grupos, esse percentual não chegou a 50%.

Além disso, no grupo dos agentes de saúde, 53% das mulheres fizeram nove ou mais consultas, contra cerca de 26% nos outros grupos. "Em média, gestantes visitadas pelos agentes comunitários de saúde realizaram cerca de duas consultas a mais em relação àquelas visitadas pelos outros dois grupos", dizem no artigo o epidemiologista Juraci A. Cesar e co-autores.

Exames durante a gravidez

Tanto os exames laboratoriais (urina, sangue, HIV e sífilis) quanto os clínicos (aferição de pressão arterial, ausculta cárdio-fetal e medição de peso) também foram mais freqüentes entre as mulheres visitadas pelos agentes de saúde.

Além disso, as agentes pertencentes ao grupo dos agentes de saúde receberam com maior freqüência orientação sobre como amamentar ao seio e foram mais comumente suplementadas com sulfato ferroso, substância indicada no combate à anemia.

Por outro lado, a realização de exame ginecológico, inclusive o Papanicolau, e a participação de familiares durante as consultas de pré-natal ocorreram, sobretudo, nos grupos visitados pelos líderes da Pastoral da Criança.

Assistência à gestação

Embora os indicadores, no geral, tenham sido melhores entre as mulheres visitadas pelos agentes comunitários de saúde, os pesquisadores lembram que as duas estratégias de cuidados em nível domiciliar - os agentes e a Pastoral da Criança - são importantes e devem ser fortalecidas.

"O estudo mostra claramente que eles têm enorme potencial para atuar na assistência à gestação. No entanto, há necessidade de capacitá-los adequadamente, oferecer suporte contínuo e melhorar sua integração com as equipes locais de saúde", destacam os autores.

Visitas mais freqüentes

Segundo os pesquisadores, os melhores resultados alcançados pelos agentes de saúde podem ser explicados pela alta freqüência de visitas domiciliares realizadas por estes trabalhadores, que fazem parte da equipe da unidade local de saúde e são os profissionais de saúde de mais fácil acesso para as famílias.

"A baixa freqüência de visitas domiciliares por parte dos líderes da Pastoral da Criança parece ser um dos principais limitantes ao impacto da sua ação", argumentam. Cesar e co-autores lembram também as limitações da comparação entre agentes de saúde e líderes da Pastoral, pois os primeiros são trabalhadores remunerados, com jornadas semanais de 40 horas, e os segundos, voluntários que trabalham dois dias por mês.

"A melhoria dos indicadores de saúde infantil depende da extensão dos cuidados em nível domiciliar. Esta expansão passa, pelo menos no Brasil, pelos agentes comunitários de saúde e pelos líderes da Pastoral da Criança", concluem os pesquisadores no artigo.

Fonte: sciencetolife.com.br

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE DE JURANDA PARTICIPAM DE PALESTRA SOBRE SAÚDE BUCAL

Ocorreu na ultima sexta-feira, 01, no auditório do Centro de Saúde, uma palestra com o tema: SAÚDE BUCAL para os ACS - Agente Comunitário de Saúde, ministrado pelo Dr. João Paulo Trindade que trabalha no município.

João Paulo comentou sobre os cuidados que devemos ter com a saúde bucal e a importância de ir ao dentista com freqüência, falou também sobre as doenças que gera a falta da escovação e flúor. As principais pautas foram: caries, doenças periodontal e hipersensibilidade dentária, com vídeos e imagens ilustrativas ele explicou passo a passo cada uma delas.

“Os Agentes Comunitários de Saúde realizam um trabalho excelente no município de Juranda, sempre a disposição dos moradores para esclarecimento de duvida”, como afirma a Secretaria de Saúde Lilian Welz, “e nessa hora que os treinamentos e palestras têm um peso enorme, já que através dessas aprendemos e conseguimos desenvolver um trabalho cadê vez melhor”, afirma Lilian.

Fonte: www.juranda.pr.gov.br

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Agente de saúde diz que prefeito desrespeita lei federal de efetivação

Foto: Júnior Foicinha

POR MIVAN GEDEON

PASSAGEM FRANCA

A agente comunitária de saúde de Passagem Franca, Maria Viviane Alves, de passagem por São Luís, nesta semana, esteve na redação do Jornal Pequeno e informou que o prefeito do município, Antônio Reinaldo de Sousa, não cumpre a Lei Federal que obriga a Prefeitura a efetivar os agentes de saúde, e também que ele não repassa os 40% de aumento que o governo federal manda aos prefeitos para complementar o salário dos agentes efetivados.

Viviane Alves denunciou atos de desrespeito contra agentes de saúde

Segundo Viviane, de sua Regional, que engloba 16 municípios, só Passagem Franca não efetivou os agentes comunitários de saúde. “O prefeito queria era acabar com o seletivo de agente de saúde no município. Chegou até a dizer que não ia nos efetivar. Mas reivindicamos nosso direito na Vara do Trabalho em São João dos Patos e ganhamos, mas até hoje não nos efetivou”, denunciou.

Quanto ao repasse dos 40% aos agentes efetivados, determinado por portaria, Viviane garantiu que Antônio Reinaldo ‘embolsou’ esse dinheiro durante seu primeiro mandato. “Além de fazer um desconto no nosso salário desde 2001, pois estamos ganhando um salário mínimo, sendo que deveríamos ganhar R$ 532, o prefeito afirmou que vem repassando os 40% do governo federal para o INSS, mas não é verdade. Descobrimos que no período de 2001 a 2003, primeiro mandato dele na prefeitura, nunca repassou esse percentual ao INSS. Só repassou de 2004 em diante”.

Para completar, ela disse que o salário é descontado em folha e entregue aos agentes pela primeira dama do município. “Há menos de três meses, ganhávamos de acordo com a vontade do prefeito. Tenho uma tabela que mostra essa variação. Tinha mês que era R$ 377, no outro já era R$ 347, e assim por diante. Há três meses estamos ganhando um salário mínimo, sendo que deveríamos receber R$ 532 por mês”, afirmou Viviane, munida de documentos e provas.

SITUAÇÃO PARECIDA EM OUTROS MUNICÍPIOS

No final do mês de outubro, os agentes comunitários de saúde das 18 regionais do Estado, incluindo a capital, realizaram uma manifestação em frente à Assembléia Legislativa, onde entregaram uma carta de reivindicação ao presidente da Assembléia, João Evangelista, e ao presidente da Frente Parlamentar de Defesa dos Agentes Comunitários de Saúde, deputado Stênio Rezende.

Eles reivindicavam, entre outros itens, uma contrapartida financeira do Governo Federal de 40% de aumento no salário, efetivação do cargo, melhores condições de trabalho, realização do Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde em todos os municípios junto à Escola Técnica do SUS (ETSUS) e uma representação endereçada a procuradoria Geral do Ministério Público estadual sobre as demissões ilegais de agentes por abuso de poder, em virtude das eleições municipais deste ano.

Há 18 anos o cargo de agente comunitário de Saúde foi criado pelo governo federal. Até 2006, eles trabalhavam no sistema de bolsista. Em 1996 conseguiram uma emenda parlamentar, do qual regulamentava a categoria de Agente Comunitário de Saúde. Os Governos federal, estadual e municipal ficaram responsáveis em efetivá-los, pagar seus salários e estruturar a nova categoria.

Fonte: www.jornalpequeno.com.br

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Agentes de Saúde durante a gravidez

Os agentes de saúde são funcionários vinculados ao Ministério da Saúde que tem papéis específicos durante a gestação das mulheres, seus principais papéis e funções são:

- Agente Comunitário de Saúde: Realiza visitas aos domicílios, catalogando e identificando gestantes, dando orientações sobre saúde, nutrição e higiene. Cabe a ele o papel de encaminhar a gestante ao serviço de saúde e avisar ao médico ou enfermeiro de sua equipe caso a gestante apresente alguma anormalidade em seu quadro clinico.

- Auxiliar de Enfermagem: Faz aferições (peso, altura e pressão) anotando tudo no cartão da gestante, fornece medicamentos e participa de atividades educativas.

- Enfermeiro: Realiza consultas pré-natais de gravidez de baixo risco, encaminha gestante de risco para os médicos e fornece o cartão de gestante.

- Médico: Realiza consulta de pré-natal (intercalada com o enfermeiro), solicita exames e orienta tratamentos, orienta gestante quanto aos fatores de risco, realiza coletas de exames, fornece o cartão da gestante, participa de grupos de gestantes e atende intercorrências e faz encaminhamentos.

Visitas Domiciliares

As visitas domiciliares devem ser realizadas preferencialmente pelos agentes comunitários, na freqüência exigida para cada caso. O principal objetivo é fortalecer o vínculo entre a unidade de saúde e a gestante, sendo que:

- As visitas devem captar gestantes que não fazem o pré-natal;

- Reconduzir gestantes faltosas;

- Acompanhar o quadro de cada gestante e completar o trabalho educativo de orientar pessoas visitadas sobre as ações desenvolvidas pela unidade de saúde.

Fontes: Manual Técnico – Pré-Natal – Ministério da Saúde

domingo, 7 de dezembro de 2008

Diário do Grande ABC: Agentes Comunitários de Saúde visitam o Jardim das Oliveiras

Isis Mastromano Correia
Do Diário do Grande ABC

Agentes comunitários de Saúde visitaram ontem pelo menos 250 casas no Jardim das Oliveiras, em São Bernardo, para aplicar um questionário específico sobre possíveis agravos à saúde dos moradores que possam estar associados aos agentes contaminantes que sobraram do antigo lixão que havia no local, onde as casas foram construídas há mais de uma década.

Além das perguntas usualmente feitas pelos agentes de Saúde que transitam no bairro, ontem os moradores foram indagados também sobre a ocorrência de doenças respiratórias, de pele, neurológicas, câncer, má formação além de óbitos e suas causas.

Segundo a enfermeira do Programa de Agentes de Saúde Ana Paula Martins de Macedo, o grupo escolheu percorrer o bairro no final de semana pois durante os dias úteis grande parte dos moradores está no trabalho. "Há ainda a dificuldade de que muitas pessoas não querem nos atender." Ana Paula diz que ainda não foram colhidos relatos de pessoas doentes e que possam ser associados às substâncias tóxicas encontradas na área, como o benzeno e o mercúrio.

"Moro aqui há 11 anos, meus dois filhos nasceram aqui e nunca ninguém teve problemas de saúde", diz a atendente Maria do Carmo dos Santos.

A compilação dos questionários deve ficar pronta nesta semana e ainda não se sabe se, a partir das respostas obtidas, a Secretaria de Saúde passará a realizar outro tipo de investigação entre os moradores.

No residencial Barão de Mauá, em Mauá, que enfrenta problema semelhante de contaminação, o Programa Saúde da Família tem atuação específica entre os condôminos.

Fonte: www.dgabc.com.br

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Agente comunitário de saúde conquista direito à insalubridade

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou, nesta quarta-feira (3), em decisão terminativa, podendo, portanto, ser enviado para a Câmara dos Deputados, projeto de lei que caracteriza como insalubre o exercício das atividades de agente comunitário de saúde e de agente de combate às endemias. Trata-se do PLS 477/07, do senador Expedito Júnior (PR/RO).

O relatório da senadora Lúcia Vânia (PSDB/GO), favorável ao projeto, foi aprovado por unanimidade. A cada voto a alegria dos agentes de saúde e de combate às endemias presentes à reunião era ampliada.

O projeto de Expedito Júnior modifica a lei que regulamenta as atividades dos agentes (Lei 11.350/06) para conferir a condição de insalubridade às atividades do agente comunitário e do agente de combate às endemias, nos termos do que está previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Decreto-Lei 5.452/43.

Dispositivo constitucional
O adicional de insalubridade ao qual os agentes passarão a ter direito está previsto na Constituição federal, destacou a relatora da matéria. De acordo com a CLT, são consideradas insalubres as atividades que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, expõem os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos.

Contente com a aprovação do projeto, o senador Expedito Júnior lembrou que é preciso garantir outros direitos aos agentes de saúde, como a definição de um piso nacional e a criação de uma carreira nacional e profissional.

Reconhecimento do trabalho
A presidente da CAS destacou a importância da matéria que faz justiça a um segmento da sociedade formado por verdadeiros anjos da guarda. Patrícia Saboya afirmou que acompanha o trabalho dos agentes há mais de 20 anos e que esses profissionais conseguiram, entre outras coisas, reduzir a mortalidade infantil no Ceará, conquista pela qual o estado ganhou inclusive um prêmio internacional.

A senadora Rosalba Ciarlini (DEM/RN), durante o debate da matéria, informou que quando prefeita de Mossoró (RN) já pagava o adicional de insalubridade aos agentes de saúde por ser "uma proteção e um direito" dos agentes. Ela lembrou que os agentes são responsáveis não só pelo combate às endemias, mas também pela preservação da saúde da população, uma vez que auxiliam no combate à mortalidade infantil e materna, entre outras atividades.

Fonte: www.diap.org.br

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

CAS aprova adicional de insalubridade para agentes de saúde

COMISSÕES / ASSUNTOS SOCIAIS
Divulgação do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (3), em decisão terminativa, projeto de lei de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO) que caracteriza como insalubre o exercício das atividades de agente comunitário de saúde e de agente de combate às endemias (PLS 477/07).
O relatório da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) sobre o projeto foi aprovado por unanimidade e cada um dos 15 votos favoráveis à matéria foi saudado com palmas dos agentes de saúde e de combate às endemias presentes à reunião. O quorum para a votação foi obtido após a presidente da CAS, senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), suspender a reunião por alguns minutos até chegarem senadores do colegiado que se encontravam em reuniões de outras comissões.
O projeto de Expedito Júnior modifica a lei que regulamenta as atividades dos agentes (Lei 11.350/06) para conferir a condição de insalubridade às atividades do agente comunitário e do agente de combate às endemias, nos termos do que está previsto na Consolidação das Leis do Trabalho - CLT (Decreto-Lei 5.452/43). A proposta não recebeu emendas.
O adicional de insalubridade ao qual os agentes passarão a ter direito está previsto na Constituição federal, destacou a relatora da matéria. De acordo com a CLT, são consideradas insalubres as atividades que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, expõem os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos.
Ao agradecer aos colegas pela aprovação da matéria, Expedito Júnior lembrou que é preciso garantir outros direitos aos agentes de saúde, como a definição de um piso nacional e a criação de uma carreira nacional e profissional.
A presidente da CAS destacou a importância do projeto que, na opinião dela, "traz justiça a um segmento da sociedade formado por verdadeiros anjos da guarda". Patrícia Saboya afirmou que acompanha o trabalho dos agentes há mais de 20 anos e que esses profissionais conseguiram, entre outras coisas, reduzir a mortalidade infantil no Ceará, conquista pela qual o estado ganhou inclusive um prêmio internacional. A senadora destacou o "apreço, respeito e carinho" que tem pelos agentes comunitários.
A senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), durante o debate da matéria, informou que pagava o adicional de insalubridade aos agentes de saúde quando era prefeita de Mossoró (RN) e que o adicional é "uma proteção e um direito" dos agentes. Ela lembrou que os agentes são responsáveis não só pelo combate às endemias, mas também pela preservação da saúde da população, uma vez que auxiliam no combate à mortalidade infantil e materna, entre outras atividades.
Outros senadores presentes à votação, como Demóstenes Torres (DEM-GO), Leomar Quintanilha (PMDB-TO), Romeu Tuma (PTB-SP) e Inácio Arruda (PCdoB-CE), reconheceram a justiça e a importância do projeto aprovado pela CAS. A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) lembrou que é importante permitir, a quem cuida da saúde da população, cuidados com a própria saúde.

Silvia Gomide / Agência Senado

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