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terça-feira, 3 de maio de 2016

Agentes de saúde de João Pessoa mantém greve e responsabilizam Cartaxo por eventuais óbitos

Os agentes de saúde responsabilizam o prefeito por eventuais mortes

Os agentes de Saúde da Prefeitura de João Pessoa ocuparam na manhã desta terça-feira as galerias da Câmara Municipal para pedir apoio dos vereadores às suas reivindicações. Célia Marques, presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde, responsabilizou o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) por eventuais óbitos que possam ocorrer durante o período de paralisação. Por Vanderlan Farias

Se houver óbito, não venham culpar os agentes de saúde. O prefeito é que não cumpre seus compromissos nem nos oferece condições dignas de trabalho”, afirmou Marques.

Os agentes querem a volta de uma gratificação no valor de R$ 153,00 retirada de seus contracheques. De acordo com o sindicato da categoria, os recursos para pagamento são repassados pelo Governo Federal, mas a Prefeitura não paga aos profissionais de saúde. “Até bolsa para ir trabalhar a gente tem que comprar”, revelou Célia Marques, mostrando as dificuldades de trabalho.

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O presidente Durval Ferreira (PP) afirmou que as reivindicações são justas. O vereador Raoni Mendes (DEM) sugeriu que o líder Marco Antonio (PHS) fosse com uma comissão de servidores ao prefeito, discutir o assunto. Marco Abntonio concordou em ir ao secretário de Saúde, Adalberto Fulgêncio, mas os agentes se negaram.






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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Justiça determina bloqueio do WhatsApp no Brasil por 72 horas

Além de troca de mensagens, Whatsapp também permite chamadas telefônicas via internet

A Justiça mandou as operadoras de telefonia fixa e móvel bloquearem o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp em todo o país por 72 horas. A medida começará a valer a partir das 14h desta segunda-feira (2). A decisão, de 26 de abril, é do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE).

O processo que culminou na determinação de Montalvão é o mesmo que justificou, em março, a prisão de Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook, empresa dona do app, para a América Latina. O magistrado quer que a companhia repasse informações sobre uma quadrilha interestadual de drogas para uma investigação da Polícia Federal, o que a companhia se nega a fazer.

As cinco operadoras —TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel— já receberam a determinação e informaram que vão cumprir. Em caso de descumprimento, estarão sujeitas a multa diária de R$ 500 mil. Procurado, Montalvão não vai falar sobre o assunto. WhatsApp e Facebook ainda não se pronunciaram sobre o tema.

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Consultadas, as operadoras afirmam que irão cumprir a decisão e ainda estudam se vão entrar com recurso judicial para tentar derrubar o bloqueio. O Sinditelebrasil, associação que representa o setor, está acompanhando esse processo junto às teles e ainda não definiu de que forma o setor irá se posicionar.

Apesar de as teles e o aplicativo travarem uma disputa comercial, o bloqueio é um transtorno para as operadoras. O WhatsApp funciona com mudança de registro de computadores e isso torna o trabalho de bloqueio bastante complicado para as teles, que podem ser punidas caso não consigam implementar o bloqueio plenamente.

Da última vez, a Claro foi uma das operadoras que reclamou de que o WhatsApp se valia desta particularidade técnica do serviço para furar o bloqueio intencionalmente. O aplicativo teria mudado rapidamente os registros para dificultar o bloqueio.

HISTÓRICO

Uma medida do início de abril deve dificultar ainda mais a colaboração do aplicativo com a Justiça. O WhatsApp adotou a criptografia "end-to-end" (no qual apenas as pessoas na conversa podem ler as mensagens -nem mesmo as companhias podem acessar a comunicação) em todos os seus aplicativos e em mensagens e tipos de arquivos.

Em dezembro, o WhatsApp havia sido bloqueado no Brasil por 48 horas devido a uma investigação criminal. Na ocasião, as teles receberam a determinação judicial com surpresa, mas a decisão não durou 48 horas.

O bloqueio foi uma represália da Justiça contra o WhatsApp por ter se recusado a cumprir determinação de quebrar o sigilo de dados trocados entre investigados criminais. O aplicativo pertence ao Facebook.

Em fevereiro, um caso parecido ocorreu no Piauí, quando um juiz também determinou o bloqueio do WhatsApp no Brasil. O objetivo era forçar a empresa dona do aplicativo a colaborar com investigações da polícia do Estado relacionadas a casos de pedofilia.

A decisão foi suspensa por um desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí após analisar mandado de segurança impetrado pelas teles.

Fonte: JULIO WIZIACK DE SÃO PAULO Folha de S. Paulo






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domingo, 1 de maio de 2016

A Holanda reconhece: legalizar maconha foi erro

O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo das chamadas drogas pesadas. Mas, tudo não passou de um erro!

O texto se dispõe apenas a "noticiar", uma matéria publicada em um site, citado no final do próprio texto. O interessante, é poder debater um tema, que não perde sua atualidade, independente do tempo de existência da matéria citada. O texto não pretende nortear visão alguma, apenas trazer informações para a existência desta temática, por demais delicada.
*Adeilson de Oliveira Silva

A Holanda constatou ter sido um grande erro legalizar a maconha e a prostituição e iniciou ações de reparação dos danos. E aqui no Brasil tem gente fazendo passeata pela legalização dessa droga. A seguir, uma matéria da revista Veja (2008), escrita por Thomas Favaro, detalhando esse engano.

A Holanda é um dos países mais liberais da Europa. Comportamentos considerados tabu em muitos países, como eutanásia, casamento gay, aborto e prostituição, são legalmente aceitos pelos holandeses.

Em Amsterdã, turistas podem comprar pequenas quantidades de maconha em bares especiais, os coffee shops, e escolher abertamente prostitutas expostas em vitrines, uma tradição da cidade. No passado, De Wallen, o bairro da Luz Vermelha, como é chamado nos guias turísticos, foi relativamente tranquilo e apinhado de curiosos.

Desde que a prostituição foi legalizada, sete anos atrás, tudo mudou. Os restaurantes elegantes e o comércio de luxo que havia nas proximidades foram substituídos por hotéis e bares baratos. A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta.

Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos.

Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo. A prefeitura está investindo na remodelação do bairro, para atrair turistas mais ricos e bem-comportados.

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De Wallen é um centro de bordéis desde o século XVII, quando a Holanda era uma potência naval e Amsterdã importava cortesãs da França e da Bélgica. Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é consequência do excesso de liberalidade.

O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas – nem sempre voluntariamente – das regiões mais pobres, como a África, a América Latina e o Leste Europeu.

A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou dois paradoxos. O primeiro decorre do fato de que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, foi um incentivo ao narcotráfico.

O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. Deu certo em parte. Apenas três em cada 1.000 holandeses fazem uso de drogas pesadas, menos da metade da média da Inglaterra, da Itália e da Dinamarca.

O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops, atrai “turistas da droga” dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa.

Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”, disse a VEJA (2008) o criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã.

A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado.

A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro. Em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971.

A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade.

Fonte: tercalivre

*Adeilson de Oliveira Silva - adeilsonfilosofo.jusbrasil.com.br/
Bacharelando em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco. Concursado do BB Tecnologia. Formação em Eletrônica Industrial e Informática. Leitor assíduo em leituras teológicas, políticas, filosóficas, sociológicas e dentre outras mais.






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sábado, 30 de abril de 2016

Chikungunya pode causar artrite crônica, meningite e inflamação no coração

Vírus não é tão inocente como se pensava; se proteger da picada e eliminar criadouros do mosquito são alternativas. Thinkstock/Getty Images

Miocardite viral pode ser uma das consequências do chikungunya
Erra quem pensa que a infecção pelo chikungunya causa dores terríveis apenas durante os dias em que o vírus está circulando no corpo da pessoa que o contraiu. Especialistas explicam que as dores e outros problemas mais sérios persistem em uma porcentagem de pessoas que foram picadas pelo mosquito que carregava esse vírus. Inflamação crônica nas juntas, problemas de visão e até mesmo meningoencefalite, uma espécie de meningite.

De acordo com o infectologista Jessé Alves, já se tinha conhecimento de que o chikungunya era mais do que uma simples infecção por causa dos surtos que aconteceram nas Ilhas Reunião, no Oceano Índico. “Na América Central e Caribe teve um número imenso, mais de um milhão de notificados também”, diz o médico.

A dor do chikungunya, de acordo com Alves, é como se fosse um problema reumatológico. “Há estudos de acompanhamento desses pacientes que mostram que realmente um percentual bastante significativo pode ter sintomas articulares até três anos depois da infecção”, explica.

A dor articular pode ser muito aguda, intensa e incapacitante, impedindo a pessoa de andar e fazer suas atividades diárias, e também pode levar à incapacitação de forma crônica”, alerta o médico.

No dia a dia, o médico conta que já acompanhou casos de sintomas persistentes. “Geralmente os problemas acontecem nas mãos, punhos e geralmente dos dois lados”. corticoides, pelo risco de prejudicar o crescimento.

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Sales explica que 4% dos infectados podem ter sintomas por mais de um ano e meio. De Até 85% das pessoas acabam melhorando em seis meses.

“É uma dor intensa, rigidez, a pessoa perde a flexão do punho, dedos, tornozelos e dedos dos pés”.

Vírus também provoca outras doenças
Além da artrite, o vírus pode causar a miocardite, que é uma inflamação no músculo do coração que pode fazer com que esse órgão vital inche e provoque arritmias graves e insuficiência cardíaca. Não obstante, o chikungunya também pode provocar a meningoencefalite, um tipo de meningite que é causado pela infecção na meninge e também no cérebro e, segundo o infectologista, pode levar a um rebaixamento neurológico e ao coma.

Muita dor de cabeça, desorientação, alterações neuropsiquiátricas e mudanças de comportamento, febre alta são sintomas”, diz. “Felizmente essas formas parecem ser raras”.

Alves explica que, com o tempo, outras doenças relacionadas ao chikungunya provavelmente serão descobertas. “O vírus tem se revelado uma grande surpresa, assim como o zika vírus. Vamos ter coisas mais diferentes para registrar, mas no momento são essas as consequências que conhecemos”, completa. Fonte: ultimosegundo.ig.com.br/








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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Por falta de detentos, Suécia fecha 4 presídios.

Motivos para acreditarmos em um mundo melhor

Na Suécia, os problemas de super lotação e rebeliões não são noticiados, por lá, a notícia é outra: quatro presídios e um centro de detenção preventiva do país foram desativados por falta de prisioneiros.

Isso mesmo. Desde novembro de 2013, as cidades de Åby, Håja, Båtshagen e Kristianstad não possuem mais cadeias, pelo simples fato de não serem necessárias. Desde 2004, a população carcerária sueca cai 1% ao ano. Entre 2011 e 2012, a queda foi ainda maior, de 6%. No país europeu, apenas 1 em cada 1.956 cidadãos está preso.

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Entre outras medidas adotadas pela Suécia para diminuir a população carcerária, estão forte investimento na reabilitação dos presos, penas mais brandas para delitos que envolvam drogas e aplicação de penas alternativas para alguns tipos de crime, como pequenos furtos.

Ontem mesmo falamos de um homem que conseguiu diminuir em 79% o índice de violência em Boston com o simples fato de começar a escutá-los. razoesparaacreditar.com








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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Em greve, agentes de saúde cobram mediação do MP para conseguir melhorias

Categoria fez ato público em frente ao Ministério Público nesta quinta-feira

Em greve desde o começo do ano, reivindicando melhorias salarias e condições de trabalho, os agentes de saúde do município de Maceió fizeram um ato público, na manhã desta quinta-feira (28), em frente à sede do Ministério Público Estadual (MPE), no bairro do Poço. Eles buscam a mediação do órgão com a prefeitura para que a pauta da categoria seja atendida. Uma comissão dos grevistas foi recebida pela promotora Micheline Tenório.

Um grupo de mais ou menos 30 agentes se concentrou à porta da instituição antes de ser convocado para uma audiência na 26ª Promotoria de Justiça da Capital.

Segundo o presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde de Alagoas, Maurício Sarmento, os servidores pedem reajuste e melhor estrutura no trabalho. "Nossa reivindicação é que o município cumpra pelo menos o que diz a lei orgânica, que determina que seja dado o aumento de acordo com o IPCA [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo]", destaca o representante.

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Sobre as condições de trabalho, ele disse que são precárias. "Não temos as mínimas condições necessárias. Falta uniforme e Equipamentos de Proteção Individual [EPIs]. Basicamente falta tudo e os agentes têm que ficar se arriscando sem a proteção adequada", reclama.

Sarmento lembra que a categoria está em greve há um mês e deve permanecer assim. Os serviços nos postos de saúde e atividades externas, a exemplo do combate às pragas, estão sendo mantidos pela metade, por força de ordem judicial. Ao todo, são 805 agentes de saúde que atuam na capital.

"Desde 2012, faltam equipamentos e, por isso, vamos ficar em greve por tempo indeterminado, até resolver a situação. Também reivindicamos que o pagamento da assistência financeira complementar, que o governo federal manda e o município não repassa", completa.

A Gazetaweb manteve contato e espera um posicionamento da Secretaria de Administração de Maceió sobre a pauta dos agentes de saúde.

Galeria do Sindicato dos Agentes de Saúde de Alagoas:








Fonte:  Gazetaweb e fotos do Sindicato dos Agentes de Saúde de Alagoas









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MNAS se posiciona contra a proposta do Coren-MG de acabar com os Agentes Comunitários de Saúde

Posicionamento infeliz e sem nenhum embasamento que torne possível tal proposta

A MNAS – Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde do Brasil orienta a categoria de Agentes Comunitários de Saúde (ACS’s) para que não entrem em pânico, considerando a impossibilidade de tal intento no momento. Apesar de tal fato, seja analisado que há interesse real em proceder com a extinção dos ACS’s. Tal proposta não é algo novo, notadamente os procedimentos realizados pelos gestores municipais têm conotado uma desvalorização sistemática da categoria, excetuando-se nos municípios em que a categoria tem conseguido impor a sua representatividade e avançado em suas conquistas.

Quanto mais indiferente à luta de sua própria categoria o agente fragiliza a sua razão de existir. Os argumentos apresentados em Belo Horizonte podem deixar claro o que se pretende, apesar do sigilo da estratégia que o Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde (Conasems) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde Minas Gerais (Cosems MG) estabeleceram. Até o momento, não divulgaram nenhuma nota que venha identificar a motivação da proposta de substituição dos ACS’s por técnicos de enfermagem, exceto os argumentos do presidente do Coren-MG, Marcos Rubio. Ele defende que o técnico em enfermagem poderá realizar aferição da pressão arterial, verificação da glicemia capilar, curativos, entre outros.
A postura do Cosems MG, na verdade, é compatível com as ideias do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.

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A delegação de representatividade a sindicalistas que defendem os interesses dos gestores fragiliza a categoria. Não é de hoje que a MNAS tem alertado aos ACS’s e Agentes de Combate às Endemias para o fato da representação “biônica.” Nesse caso, o suposto representante sindical, ao invés de representar a categoria, milita em defesa do governo, portanto, enfraquecendo a legítima luta sindical. Como uma entidade comandada por representantes do governo irá defender os interesses da classe? Tudo não passará de uma simulação, exatamente como ocorre hoje, quando vemos instituições indo pras ruas defender o governo, ao invés de lutar pelos trabalhadores. Essa situação precisa mudar, caso contrário não precisaremos mais lutar, tudo estará nas mãos das Secretarias Municipais de Saúde, dos prefeitos, do governo federal.

Despertem enquanto há tempo! Fortaleçam a verdadeira luta, substituam a representação “biônica” pela verdadeira e legítima!

MNAS – Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde do Brasil



REUNIÃO DISCUTE SUBSTITUIÇÃO DE ACS POR TÉCNICO EM ENFERMAGEM

Marcos Antônio Garcia Vieira, Marcos Rubio, Mauro Guimarães Junqueira e José Mauricio Lima Rezende

Participaram da reunião o representante do Coren-MG na Comissão de Prevenção ao Crack da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, enfermeiro Marcos Antônio Garcia Vieira, o presidente do Coren-MG, Marcos Rubio, e os presidentes do Conasems, Mauro Guimarães Junqueira e do Cosems MG, José Mauricio Lima Rezende

No dia 13 de abril, o presidente do Coren-MG, Marcos Rubio, se reuniu em Belo Horizonte com o Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde (Conasems) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde Minas Gerais (Cosems MG). O objetivo do encontro foi discutir a substituição do agente comunitário de saúde (ACS) pelo técnico em enfermagem, proposta apresentada em fevereiro pelo presidente do Conasems em reunião promovida com o presidente do Cofen, Manoel Neri.

Realizado em Belo Horizonte, além do presidente do Coren-MG, o encontro contou a presença dos presidentes do Cosems MG, José Mauricio Lima Rezende, e do Conasems, Mauro Guimarães Junqueira. O representante do Coren-MG na Comissão de prevenção ao crack da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, enfermeiro Marcos Antônio Garcia Vieira, também participou da reunião.

De acordo com Marcos Rubio, com a substituição do ACS pelo técnico em enfermagem haverá uma evidente melhora na qualidade da assistência de saúde ao usuário do SUS. "O profissional técnico em enfermagem poderá realizar cuidados e procedimentos no domicílio do usuário, tais como aferição da pressão arterial, verificação da glicemia capilar, curativos, entre outros, dispensando o deslocamento até à Unidade Básica de Saúde ou à  Estratégia Saúde da Família (ESF). A mudança também favorece nossos profissionais de nível médio com maior campo de atuação", defendeu o presidente do Coren-MG.

Fonte: www.corenmg.gov.br  Publicado na Quarta-feira, 27 Abril 2016, às 10:05.







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quarta-feira, 27 de abril de 2016

APOSENTADORIA ESPECIAL PARA OS AGENTES DE SAÚDE

Deputado Federal Raimundo Gomes de Matos 

Deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB/CE) Responde: Diariamente, dezenas de pessoas me perguntam sobre o Projeto de Lei que trata sobre a aposentadoria dos Agentes Comunitários de Saúde - ACSs e Agentes de Combate às Endemias - ACEs. Para facilitar o entendimento, vamos explicar a situação do P.L. 1628/2015:

- O Projeto de Lei encontra-se para apreciação no Senado Federal desde 10 de dezembro de 2015;
- Antes disso, o projeto foi aprovado na Comissão Especial (da qual fui Presidente), e na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados;
- A matéria é de autoria do deputado André Moura (PSC/SE);
- A proposta pode ser visualizada neste link: www2.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1279974


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Prefeitura de Guaraciaba do Norte garante o pagamento do 14º dos Agentes Comunitários
Portaria 2031/15: Garante 14º aos Agentes de Combate às Endemias
Proposta dá adicional de insalubridade a agentes. Minha Casa Minha Vida está na pauta
Camocim/CE anuncia "Piso Nacional" e doação de motos aos Agentes Comunitários de Saúde

Por fim, o processo de Impeachment prejudica o andamento das votações nas duas casas: Câmara e Senado. Será preciso passar por este conturbado momento político para dar continuidade às votações.

Estamos comprometidos com todos os ACSs e ACEs para, acabando este processo de impedimento, pressionar os parlamentares para a aprovação desta matéria, tão importante para estes profissionais da área da saúde.

Raimundo Gomes de Matos
Deputado Federal (PSDB/CE)






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