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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Câmara Municipal de JP recebe comissão de agentes de Saúde

A Câmara Municipal de João Pessoa (PB) recebeu a comissão de agentes de Saúde

Conforme informações dos  Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias, o vereador Lucas de Brito (PSL), que se encontra na programação da Câmara de Vereadores de João Pessoa para presidir a Mesa Diretora, hoje (19), sinalizou positivamente ao recebimento de uma comissão de agentes. A ideia é buscar uma intermediação entre o legislativo e o executivo municipal, firmando o diálogo com as duas categorias.

🔂 Agentes de Saúde de Caruaru-PE fazem paralisação por três dias...


Manifestação dos Agentes com queima de pneus

A ideia é que a Câmara de Vereadores da cidade consiga fazer a ponte, não apenas nesse momento de tensão. Também firmar uma agenda entre a Casa e os agentes.

Vereador Lucas de Brito

Vamos ouvi-los, Claro que sim. Até na condição de presidente em exercício da Mesa Diretora, nós vamos ouvir quais são as reivindicações a partir de uma comissão das pessoas que estão presentes aqui na galeria da Casa para poder fazer a intermediação necessária do diálogo com o poder executivo e tentar buscar soluções para os problemas que eles enfrentam no dia a dia, hoje ainda”, disse à equipe do PB Agora.


Conforme divulgação anterior, realizada por este jornal, nesta terça-feira (19) a categoria manifestou o interesse em  ocupar a Câmara Municipal e levar as reivindicações para os vereadores. Além de acampar dentro da Prefeitura Municipal de João Pessoa, na quarta-feira (20).

Outras imagens:

 

Fonte Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil Publicado em 19/09/17, às 14h19.   






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Agentes de Saúde realizam protesto contra falta de diálogo da Prefeitura de João Pessoa

Manifestação dos Agentes com queima de pneus

Em greve há uma semana, Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias realizam um protesto na manhã desta segunda-feira (18) em frente ao Centro Administrativo Municipal no bairro de Água Fria. Eles queimaram pneus e bloquearam o trânsito no local reivindicando diálogo com o prefeito Luciano Cartaxo (PSD/PB) ou com o secretário de saúde, Adalberto Fulgêncio.

A presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde Ambiental, Célia Marques, em entrevista ao ClickPB afirmou que “tocamos fogo nos pneus aqui porque é uma falta de respeito o que o prefeito da capital tem feito com os agentes de saúde”. Além da falta de diálogo com a categoria, eles reclamam da defasagem salarial, já que não recebem reajuste em seus salários há cinco anos. A falta de repasse de uma gratificação do Governo Federal também está na série de reivindicações da categoria, além até mesmo da ausência de fornecimento do material de trabalho.

🔂 Agentes de Saúde de Caruaru-PE fazem paralisação por três dias...

Na última semana a categoria esteve reunida com o vice-prefeito Manoel Júnior que ficou de retornar o contato hoje. Porém, Célia informou que o vice-prefeito ligou “dizendo que não tem como dar resposta porque não teve como falar com o prefeito ou com o secretário de saúde”.


A categoria programa ainda uma série de manifestações durante esta semana. Nesta terça-feira (19) eles pretendem ocupar a Câmara Municipal e levar as reivindicações para os vereadores. Já na quarta-feira (20), a categoria pretende acampar dentro da Prefeitura Municipal de João Pessoa.

Fontewww.alhandraemfoco.com.br / Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil em 19/09/17, às 10h15.   






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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Caruaru (PE) Agentes de saúde realizam parada de advertência devido a negligência da gestão

Agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias de Caruaru fazem paralisação de advertência por três dias e farão greve por tempo indeterminado

Os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias de Caruaru (PE) iniciaram, nesta segunda-feira (18), uma parada de advertência que poderá durar até três dias. Conforme noticiado na semana passada, os profissionais têm tentado negociar com a gestão municipal a regulamentação da gratificação de produtividade do Sistema Único de Saúde (SUS), desde o mês de fevereiro, contudo, a prefeita Raquel Lyra (PSDB-PE) não tem respeitado as suas agendas, impossibilitando a garantia dos direitos dos agentes.

Para marcar o início da paralisação, os agentes realizaram passeata de protesto nas principais ruas de Caruaru 

Segundo o presidente do SINDACSE-PE (Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e de Agentes de Combate as Endemias do Agreste Setentrional de Pernambuco), Natalício Faustino, dentre as várias vezes que a gestão agendou para resolver o problema, o secretário Rubens Júnior prometeu que apresentaria o projeto de regulamentação das pautas da categoria no final de agosto e até o momento não cumpriu o prometido.


A realça dos trabalhadores contra a indiferença da gestão de Caruaru conta com a participação de 510 agentes comunitários e 287 agentes de endemias. Para marcar o início da paralisação, os agentes realizaram passeata de protesto nas principais ruas do município.

Confira outras imagens sobre a Paralisação:





 

 









A reprodução desta notícia é autorizada, desde que contenha a autoria do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil.

Texto: Samuel Camêlo, diretor e editor do www.agentesdesaude.com.br
Foto e informações: Diretoria de Comunicação do SINDACSE/PE Agreste

Fonte Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil com informações do SINDACSE/PE Agreste. Publicado em 18/09/17.

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domingo, 17 de setembro de 2017

Quem tem direito ao PQA-VS ou Programa de Qualificações das Ações de Vigilância em Saúde?

Agentes de Vigilância em Saúde do Município do Rio de Janeiro

PQA-VS ou Programa de Qualificações das Ações de Vigilância em Saúde

No dia 18 de agosto, este periódico publicou uma importante matéria sobre o Repasse de Recursos aos Agentes de Combate às Endemias feito pela União, no caso, o Programa de Qualificações das Ações de Vigilância em Saúde - PQA-VS. Como a categoria não possui conhecimento do tema, além da confusão que diversas páginas fazem sobre o assunto, resolvemos ampliar as informações, que, na realidade não há fator complicador.

Numa linguagem didática o PQA-VS (Programa de Qualificações das Ações de Vigilância em Saúde) pode ser equiparado ao Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB). Publicamos uma matéria sobre o tema datada do dia 20/01/2017, uma Nota Técnica (NOTA TÉCNICA Nº. 08/2016/DIVE/SUV/SES). Entendemos que essa nota, divulgada pelo CONSEMS-SC, não corresponde a destinação real, estabelecida pelo benefício. 



O que é o PQAVS

Segundo o texto, a Vigilância em Saúde constitui um processo contínuo e sistemático de coleta, consolidação, análise e disseminação de dados sobre eventos relacionados à área. Visa o planejamento e a implementação de medidas públicas para a proteção, prevenção e controle de riscos, agravos e doenças, bem como para a promoção da saúde da população. 

A portaria estabelece como diretrizes do Programa o processo contínuo e progressivo de melhoria das ações de vigilância em saúde que envolva a gestão, o processo de trabalho e os resultados alcançados; a gestão baseada em compromissos e resultados, expressos em metas de indicadores pactua.

O programa de Qualificações das Ações de Vigilância em Saúde, criado através da Portaria nº 1.378/2013, do Ministério da Saúde, em 9 de julho de 2013, regulamenta as responsabilidades e define diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

PORTARIA Nº 1.378, DE 9 DE JULHO DE 2013
É de grande relevância dá uma leitura básica na Portaria nº 1.378/2013.  Ela trata da regulamentação das responsabilidades e define diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, relativos ao Sistema Nacional de Vigilância em Saúde e Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Então, se você chegou até aqui, vale a pena ler essa Portaria!

Características do Programa de Qualificação da Vigilância em Saúde - PQA-VS

PQA-VS regulamenta as responsabilidades e define diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

Portaria nº 1.378/2013 estabelece como diretrizes do Programa o processo contínuo e progressivo de melhoria das ações de vigilância em saúde que envolva a gestão, o processo de trabalho e os resultados alcançados; a gestão baseada em compromissos e resultados, expressos em metas de indicadores pactuados. 

Para qualificar a atenção à saúde a partir do princípio da integralidade é fundamental que os processos de trabalho sejam organizados com vistas ao enfrentamento dos principais problemas de saúde-doença das comunidades e com ações de promoção e vigilância em saúde efetivamente incorporadas no cotidiano das equipes de Atenção Básica/Saúde da Família de todo este imenso Brasil.

Com a revisão do financiamento das ações de Vigilância em Saúde pactuada na CIT ainda em 2012 e publicado pela Portaria Ministerial Nº 1.708/13 que substituiu a Portaria 3252/09, que foi instituído o Programa de Qualificação das Ações de Vigilância em Saúde, que tem como objetivo induzir o aperfeiçoamento das ações de vigilância em saúde no âmbito municipal e estadual.

Autorizada a reprodução dessa matéria desde que as fontes indicadas abaixo sejam citadas.

FonteJornal dos Agentes de Saúde do Brasil. Com informações do Portal do Ministério da Saúde. Publicado em 17/09/17, às 22h34.   






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MÚSICO DA PERIFERIA - Estudante brasileiro concretiza sonho de estudar na Suíça com ajuda da internet

Weslei Felix Ajarda durante uma apresentação em Canoas, Brasil. (swissinfo.ch)

Weslei Ajarda é um jovem brasileiro que veio da periferia de Porto Alegre, Brasil. Sua paixão é a música e o instrumento, o contrabaixo. Depois de ingressar na orquestra sinfônica, seu sonho agora é se aperfeiçoar na Escola de Música de Genebra. Uma campanha na internet ajudou-lhe a angariar fundos suficientes para garantir a viagem à Suíça.

As notas graves do contrabaixo acústico ecoam pelas paredes do pequeno auditório. Acalmam e hipnotizam o público, de talvez 60 pessoas. Alguns, de olhos fechados, sentem as notas e a melodia, entregues a arte. Outros, tem o olhar fixo no instrumentista, um garoto negro e esguio, de cerca de 1,80 de altura e um corte de cabelo com ecos de black power.

A sala de apresentações é no espaço que um dia foi a Estação de Trens de Canoas, cidade-satélite de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, agora transformada em centro cultural. Impressiona a este repórter e provavelmente a boa parte do público a percepção de que o artista e o instrumento, quase da sua envergadura, travam um diálogo próprio, afinado. Cumplicidade que faz a interpretação da composição de Johann Sebastian Bach arrancar lágrimas abundantes de uma idosa, sentada ao meu lado.
O nome do artista é Weslei Felix Ajarda, 18 anos, uma das maiores revelações do contrabaixo acústico no Brasil e que realiza seu último concerto na terra natal antes de pegar o trem aéreo para a Suíça. Em terras helvéticas ele desembarca em 28 de agosto, onde a partir de setembro inicia uma jornada de três anos de estudos na lendária École de Musique de Genéve (Escola de Música de Genebra).

Conhecendo a música
Afora o talento, a humildade e o sorriso tímido de Weslei, caçula do naipe de baixos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), o que atrai e chama a atenção é a história de vida do jovem. Aos três anos ele foi apresentando à música na casa humilde da vila São João, no bairro Guajuviras, um dos mais pobres e mais violentos de Canoas.

As rodas de samba puxadas pelo pai Luis Roberto, um metalúrgico, e a mãe Rosane, operadora de telemarketing, juntavam primos, tios e avós e fascinavam o menino. "Era contagiante e quando sobrava um instrumento lá estava eu. O que eu queria era alguma forma de tocar junto", conta ele, ao lembrar que um dos primeiros instrumentos foi um violãozinho de plástico, de cinco reais, presente de um tio.

VídeoVídeo da campanha de arrecadação de Weslei

Vídeo da campanha de arrecadação de Weslei
A vontade de aprender a tocar o fez aos sete anos ingressar na banda de uma igreja evangélica da comunidade. "Foi onde tive contato com a didática da música e comecei a aprender violão com um amigo. Aprendi em quatro meses e aí entrei para a banda", relembra.
Ingresso que trouxe uma disputa e uma lição. "Tinha um instrumento lá que era o pandeiro meia-lua, muito disputado pelas crianças que estavam na banda. Tentei a primeira, segunda, terceira. Perdi as contas de quantas vezes tentei até que me deram a liberdade de tocar o meia-lua. Não tem como um sonho se tornar realidade se você não tomar iniciativa", afirma, rindo.

A nota no jornal
Ciente de que a música era a sua vocação Weslei ingressou em 2014 na Escola de Música da Ospa. E de forma inusitada. Estava chegando na casa de uma tia, que mostrou a ele uma pequena nota de jornal. "E disse: Weslei, você que gosta de música, porque não faz a inscrição, é grátis. Eu nem sabia o que era, mas fui lá. Dizia que era para aprender música e fui. Fiz a inscrição achando que era para contrabaixo elétrico, que era o que eu estava tocando, mas cheguei lá e me deparei com o meu atual instrumento. Eu não sabia nem o que era aquilo.

Eram 14 na turma quando começou, depois de um ano sobraram 2 e eu estava lá. No outro ano a mesma coisa, e sobrei eu. No ano seguinte renovou toda a turma e sobrou eu de novo. O que fez meu professor vender a primeira matéria comigo para um jornal", relembra. Persistência que credita a um sentimento. "A vontade de fazer, ao comprometimento. O amor à música era o que me fazia continuar, mesmo que por muitas vezes eu tenha pensado em desistir", argumenta ele.

Virando músico da Ospa
O ano de 2015 foi um divisor de águas na caminhada de Weslei. Impulsionado pela família e amigos fez o concurso para ingressar na Orquestra. "Achava que não ia dar nada, pois tinha pouco mais de dois anos de vivência com o meu instrumento. Mas fiz e venci em primeiro lugar. Aquilo marcou a minha vida".

E exalta a ajuda de um professor, que o intimou a fazer aulas-extras na sua residência, além das que fazia na Escola da Ospa, para se preparar ao concurso. Conquista que o catapultou a um ambiente de apresentações com a sinfônica, ao convívio de músicos experimentados, ao reconhecimento e a conhecer o professor e contrabaixista italiano Alberto Bocini, um dos mais renomados no mundo em seu instrumento. E partir de Bocini o reconhecimento em forma de convite a École de Musique de Genéve, onde leciona. Oportunidade que gerou uma das mais instigantes etapas da vida do jovem músico e materializou uma corrente positiva de familiares e amigos para que Weslei pudesse realizar o seu sonho.

A vaquinha virtual
O sonho de Weslei começou a tomar forma em julho deste ano, quando amigos e apoiadores resolveram lançar um crowdfunding, sonhar juntos com o jovem e tentar viabilizar os R$ 52 mil necessários para custear os seis primeiros meses de ensino e estadia em terras helvéticas.

Sob título "Ajude o Weslei a Estudar na SuíçaLink externo", a vaquinha virtual tinha como data-limite o 27 de agosto, dia do embarque para Genebra. Uma intensa agenda solidária de divulgação também foi construída em paralelo com veículos de imprensa locais, estaduais e nacionais, como a Rede Globo de Televisão, onde Weslei foi recebido pela apresentadora Fátima Bernardes.

O empurrão que tomou ainda mais corpo nas redes sociais, que potencializaram a história do menino pobre da periferia e de talento ímpar e permitiram a ele protagonizar uma apresentação solo num dos berços máximos da arte gaúcha, o centenário Teatro São Pedro, no último dia 17.

O resultado: R$ 55 mil reais arrecadados até a última quinta, 24. "O que posso dizer é que tive um sonho com três anos e pessoas para me dar o suporte, a minha família. Aos 14 anos tive o sonho de vencer o concurso e tive alguém que meu deu o suporte, o meu professor. E esse número de pessoas começou a aumentar, hoje são mais de mil que me ajudam a tornar o meu sonho realidade", exalta Weslei, creditando ao amor a queda de barreiras aparentemente intransponíveis. 

"Percebi que não existe na vida barreiras que possam te impedir de algo, e nem dinheiro. Comecei a entender que o amor transforma a vida e te capacita a fazer mais, a fazer a diferença. Às vezes a gente acha que é incapaz de mudar o mundo. Eu vejo o que acontece a minha volta, de coisas ruins. Eu sou uma pessoa só, não posso mudar o mundo, mas as pessoas me ajudaram a mudar o meu mundo, a transformar a minha vida. E podem mudar a vida de outros tantos jovens que tem uma realidade parecida com a minha. E o futuro desse jovem depende muitas vezes de ti, de um ato teu", exalta.

A expectativa da experiência suíça
Em Genebra uma rede de amigos brasileiros e suíços, muitos que sequer conhecem Weslei, mas se sensibilizaram pela história do jovem músico, o aguardam. "Até agora só vem informações boas da Suíça e das pessoas. Para mim estar indo à Suíça é uma honra, pelo que pesquisei, pela própria escola e a história do povo. Vou levar a minha arte, o que tenho de melhor e espero aprender e fazer felizes as pessoas lá. E pela excelência da escola e do País é o melhor lugar para eu ir agora", afirma ele.
Acredita que o seu diferencial no aprendizado será o de ser brasileiro. "E carregar essa cultura brasileira. Mas a minha dedicação e comprometimento com a arte é que pode me diferenciar", entende. Quanto ao futuro, é objetivo: "A princípio são três anos, a minha graduação. Sei das oportunidades que terei na Suíça, mas desejo voltar ao Brasil. Conquistei algo forte aqui e todo o suporte que estou tendo é do Brasil. E entendo que a arte tem que ser aprendida e repassada", afirma Weslei, do alto de uma sabedoria singular a um jovem de 18 anos.

Autorizada a reprodução dessa matéria desde que as fontes indicadas abaixo sejam citadas.


Fontewww.swissinfo.ch / Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil em 17/09/17, às 13h27.   

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Agente de saúde é atropelada por taxista e morre na BR-070

Rayane da Silva Lima chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros com fratura na coluna cervical, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Deixe o seu RECADO aos familiares, no final da matéria!

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu por volta das 4h40, em trecho urbano da via, próximo ao Parque de Exposições da cidade, no último dia da 34ª Exposição Agropecuária, a Expoleste. CAROL SANFORD, DA REDAÇÃO

agente comunitária de saúde, Rayane da Silva Lima, 27 anos, morreu na madrugada deste domingo (17), após ser atropelada pelo taxista Claudete Araújo Ribeiro, 72 anos, na BR-070, em Barra do Garças (500 km de Cuiabá).

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu por volta das 4h40, em trecho urbano da via, próximo ao Parque de Exposições da cidade, no último dia da 34ª Exposição Agropecuária, a Expoleste.


Rayane retornava a pé junto com algumas pessoas, pelo acostamento da rodovia, depois de assistir a um show na exposição. Ela chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros com fratura na coluna cervical, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do Pronto-Socorro Municipal, conforme site de notícias da região.

O taxista saiu ileso do acidente e contou aos policiais que teria desviado de uma moto e não teria visto pessoas caminhando no acostamento. O carro de Claudete, um Fiat Siena, está na delegacia. 

Autorizada a reprodução dessa matéria desde que as fontes indicadas abaixo sejam citadas.

Fontewww.reportermt.com.br / Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil em 17/09/17, às 13h27.   






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Campanha Nacional pela Aprovação do PLC 56/17

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