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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Causa da Microcefalia não é Zika Vírus. Foram as vacinas em gestantes; diz estudo.

O Zika Vírus não é responsável pelo Microcefalia, defende o PhD, Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho. Ele encaminhou uma denúncia sobre o assunto ao Ministério Público Federal


Microcefalia em Pernambuco e Brasil. Acabo de fazer uma denúncia assinada junto ao Ministério Público Federal. Ver abaixo:

Denúncia de Crime contra a população brasileira, uma sequência de erros e procedimentos grosseiros, realizados pelo Ministério da Saúde, SUS, seus institutos associados e suas autoridades constituídas, que provocaram e continuam provocando a atual crise de MICROCEFALIA (MC) em todo o Brasil. Análise mais detalhada e específica de dados e fatos referentes ao Estado de Pernambuco.

Denúncia registrada no Ministério Público Federal

Autor: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD
Pós-doutor pelas universidades americanas de Harvard, Washington University em St. Louis e North Carolina State University; Doutor pela Washington University em St. Louis; Mestre e Bacharel em Física pela UFPE; Áreas de atuação: Ressonância Magnética, com trabalhos em neurologia, próstata, Física do Estado Sólido, entre outros.

RESUMO DESTA DENÚNCIA

A crise de Microcefalia (MC) que surgiu no Estado de Pernambuco, com um pico máximo de casos em novembro de 2015, não se deve ao vírus ZIKV e nem é uma epidemia. Quatro fatos-causa principais existem e claramente explicam os dados, números de casos e períodos das notificações.

Os dados que aqui reporto e analiso estão sob o domínio público, na imprensa e Ministério da Saúde, podendo ser verificados. Não fui permitido acesso a dados mais completos e precisos oficiais, o que, ao meu ver, tornariam esta denúncia ainda mais evidente, por recuar o pico máximo da Microcefalia em Pernambuco para trás no tempo em um mês ou mais. Me atenho ao Estado de Pernambuco, em grande parte desta denúncia, pois é o que possui dados divulgados ao público de forma mais completa e também é o marco inicial da notificação compulsória da MC no Brasil.

Os 4 fatos-causa que explicam o comportamento temporal do gráfico que apresento são:

A) O pico máximo do número de casos em Pernambuco corresponde a um primeiro trimestre de gestação entre janeiro e abril de 2015 com nascimentos microcefálicos. Isso deve-se à vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo com a vacina tríplice, que contém o virus vivo da rubéola. No Ceará, esta vacinação contra o sarampo em mulheres no período fértil com a vacina tríplice continuou até meados de abril;

B) O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação pelo Ministério da Saúde aumenta o pico e alarga a curva gráfica em torno do seu máximo;

LEIA TAMBÉM:
A FARÇA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne Humphries. – Quitéria Chagas 
Os Riscos da vacinação na gravidez, analisem!
O que toda gestante deve saber sobre vacinas e riscos, por Dr.Joseph Mercola. – Quitéria Chagas


C) A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, nos dados para Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por um outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente. Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacinação contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, a partir do sexto mês de gravidez.; e

D) O pico máximo de casos de Dengue no Estado de Pernambuco é entre 20 de março e 10 de abril de 2015 e isso requereria, por associação, desde que temos o mesmo mosquito vetor, um pico máximo no gráfico de Microcefalia entre final de dezembro e início de janeiro de 2016 e não em novembro de 2015 como tivemos. Isso, por si só, colocaria possíveis efeitos do ZIKV como causador de Microcefalia em importãncia menor e não como o principal causador da Microcefalia.

APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS GRÁFICOS ANEXOS

É necessário lembrarmos que uma gravidez humana tem em média 9 meses.
O gráfico da Microcefalia em Pernambuco, notificação-a-notificação no tempo, mostra um evento com máximo em cerca de 20 novembro de 2015, curva VERMELHA; a totalidade dos casos notificados é apresentada na curva AZUL.
As curvas são baseadas em estatística muito simples, como as usadas para análise de epidemias. O número de casos é associado ao seu instante de notificação no tempo.

Três retângulos coloridos registram, no gráfico, regiões de interesse:

i) O retângulo vermelho, de 20 de setembro de 2015 a 18 de janeiro de 2016, marca a região da curva com notificações de Microcefalia em Pernambuco;

ii) Tomando-se o centro do retângulo vermelho e recuando todo este retângulo vermelho 9 meses no tempo, uma gestação, temos o retângulo violeta. O retângulo violeta corresponde à região no tempo de 1 de janeiro a 30 de abril de 2015. Um nascimento de microcefálico na curva do retângulo vermelho tem, necessariamente, um início de gestação no retângulo violeta, data em média 9 meses anterior;

iii) O retângulo amarelo, de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2015, corresponde à vacinação contra sarampo em Pernambuco pelo SUS. Devido possivelmente à Copa do Mundo de Futebol, muitos estados e em sua maioria no Nordeste, apresentaram sarampo em forma quase epidêmica, entre 2013 e 2014;

iv) A curva vermelha e fina entre 15 de fevereiro e 30 de junho de 2015, com o seu máximo no início de abril, registra, para completude desta denúncia, a epidemia de Dengue em Pernambuco para 2015.

FATOS-CAUSAS, de A a D, acima:

A) VACINA TRÍPLICE: As chamadas públicas e oficiais para vacinação contra sarampo em Pernambuco, pelo Ministério da Saúde e SUS, foram de de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2014. Isso foi devido às centenas de casos de sarampo em PE e CE.

No Ceará, a vacinação foi estendida até meados de abril de 2015 e inclusive com visitação para vacinação a domicílio. Nas chamadas oficiais, o convite é feito para a vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo. Se a mulher em período fértil engravidar em até 3 meses após a vacinação ou se estiver grávida, no início da gestação e não o souber, os efeitos do Rubella Virus da vacina tríplice são devastadores ao feto e são conhecidos há décadas. Problemas encefálicos, visuais ou cardíacos no feto/recém-nascido podem ser facimente encontrados na literatura deviso à rubéola.

O que atualmente se divulga como sendo ZIKV é facilmente associado à rubéola. E tivemos sim uma grande vacinação com a vacina tríplice em Pernambuco no final de 2014. Segundo o gráfico de Microcefalia para Pernambuco, Fig. 1, o máximo da curva corresponde e pode ser associado à vacina tríplice usada para o sarampo. A microcefalia é então o efeito colateral do componente de rubéola da vacina tríplice para Sarampo, Cachumba e Rubéola. Este erro é grotesco e houve.

É preciso, também, ter em mente que o vírus da rubéola provoca, quando não o aborto, a síndrome da rubéola congenita e a microcefalia é apenas uma manifestação da tríade clássica: microcefalia, catarata e surdez.

Ver a fala do secretário de saúde de Pernambuco na época:

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/11/08/interna_vidaurbana,541564/dia-d-de-campanha-de-vacinacao-contra-poliomielite-e-sarampo.shtml

Esta chamada foi feita pelas várias secretarias de saude pelo nordeste, sob recomendação do Ministério da Saúde.
Devido à vacina tríplice em mulheres no período fértil, os casos de Microcefalia vão continuar até nove meses depois do término desta vacinação, mais o período inicial de atuação desta vacina no corpo da jovem, o que nos dá um total efetivo de pelo menos 12 meses após a vacina ter sido tomada.

Como um outro fato exemplo, aqui está uma das chamadas para vacinação de sarampo no Ceará:

http://g1.globo.com/ceara/noticia/2015/04/ceara-ja-tem-100-casos-de-sarampo-confirmados-em-2015-segundo-sesa.html



Vacinação é a melhor forma de prevenir o sarampo.

OBSERVAÇÃO

Não é o caso de vacinação com a vacina tríplice em mulheres grávidas. Isso pode até ter acontecido, erro grosseiro, mas não acredito ter sido a norma. Eu me refiro às mulheres que engravidaram após se vacinarem.

Temos as nossas grandes festas culturais de final de ano de 2014 e o carnaval de 2015. Os gráficos apontam para inicio de gravidez entre janeiro a abril de 2015 em Pernambuco. E o efeito da vacinação de rubéola dura meses e estes estariam associados ao primeiro trimestre de gestação.

Também, não estou me referindo a vacinas vencidas ou contaminadas, neste caso da vacinação contra o sarampo com a tríplice. Afirmo que a vacinação foi efetiva e de grande alcance nos postos de saúde de Pernambuco.

A Microcefalia que se apresenta 9, 10, 11 ou 12 meses depois de uma jovem fértil ter sido vacinada
com a tríplice é devido à componente da rubéola na vacina.

EXEMPLO

Por favor, notem este possível diálogo entre uma atendente em um posto de saúde e uma mulher jovem que foi tomar vacina de sarampo:

— Vim tomar a vacina de sarampo. Um conhecido meu está com sarampo.
Você está grávida?

— Não.

A sua carteira de vacinação… etc.

A jovem engravida nos próximos 3-4 meses e temos um percentual bem alto de casos de acometimento do sistema nervoso central do feto, devido a contaminação do feto no primeiro trimestre de gestação.

Nada mais claro do que isso para explicar como é que em Pernambuco a Microcefalia aparece com números descabidos em novembro de 2015, do litoral ao sertão, ao mesmo tempo.

A vacinação de sarampo foi oficialmente satisfatória no estado, segundo a Secretaria de Saúde Estadual.

A explosão da Microcefalia em Pernambuco provoca o próximo fato-caso:

B), abaixo.
B) NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA: O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação aumenta o pico máximo da curva no gráfico e a alarga em torno do seu pico para Pernambuco.

Aqui em Pernambuco existiam obstáculos consideráveis, mesmo para médicos, para se aprofundar nos dados de microcefalia existentes na Secretaria Estadual de Saúde. A SES recebia a Declaração de Nascido Vivo (DNV) de todo estado para digitalizar e assim centralizava os dados. Acontece que a DNV não contém o dado antropométrico de perimetro cefálico, somente peso ao nascer, idade gestacional e Índice de Apgar.

A notificação de defeito congenito (incluindo microcefalia)
ficava dependente da observação do declarante (em geral um pediatra). Portanto, a única forma fiel de acessar dados sobre microcefalia era fazer uma busca ativa nos registros das maternidades.

Provavelmente devido a isso, o Ministério da Saúde torna compulsória a notificação de casos de microcefalia em todo o Brasil no final de outubro de 2015. Mas, não está claro neste momento se todos os estados notificam a totalidade dos seus casos.

C) VACINA DTP APÓS SEXTO MÊS DE GESTAÇÃO: Não fosse o “erro” operacional devido à vacinação de jovens no período fértil contra sarampo no Nordeste, dificilmente saberiamos do efeito da vacina DTP que está provocando Microcefalia em todo o Brasil presentemente.

Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacina dTpa contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, i. e., a partir do sexto mês de gravidez. A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, em Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por este outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente.

Em 2014, grande divulgação pública foi feita quanto à utização da vacina dTpa (o a significa acelular) como parte do protocolo pré-natal nacional de gestantes. Foi veiculado um acordo entre o MS-SUS para repasse da tecnologia de fabricação da dTpa no Brasil, com o apoio técnico do laboratório GlaxoSmithKline Pharmaceuticals (GSK).

O instituto Butantan, que só produzia e ainda produz a DTP ou DTPw (com bactéria viva Bordetella Pertussis, da coqueluche atenuada) para o programa nacional de imunização, passaria a produzir a vacina sem a bactéria viva a vacina dTpa, usada no primeiro mundo.

 A vacina DTP deixou de ser fabricada pela maior parte das indústrias farmacêuticas do mundo. O SUS ainda usa a DTP para vacinar as crianças de 2 meses a 7 anos. Foi também anunciado, em 2014, que o Ministério da Saúde adquirira a dTpa no mercado internacional, 4 milhões de doses, ao custo de R$ 87,2 milhões, que cobririam as 2,9 milhões de gestantes e adultos em 2015, mas que progressivamente substituiria a DTP pela dTpa para todos.

http://www.blog.saude.gov.br/34736-ministerio-da-saude-disponibiliza-no-sus-vacina-contra-coqueluche-para-gestantes.html

Ministério da Saúde disponibiliza no SUS vacina contra coqueluche para gestantes.

O problema com a vacina DTP ou DTPw (atenuada), que parou de ser usada nos EUA em 1995, é que ela causa, entre outras patologias, a microcefalia. É aqui que aparece o problema:

 a) em meados de 2015, o Ministério da Saúde anuncia que não consegue comprar a dTpa no mercado internacional, pois está em “falta” e anuncia a sua troca pela vacina penta-valente, fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan.

Isso é bastante estranho, pois na rede privada de saúde do Brasil, uma gestante pode tomar, pagando, a dTpa que não se encontra em falta.

Pergunto onde foram parar as 4 milnões de doses de dTpa para as gestantes e pessoal de saúde e que seriam usadas em 2015?

Por que em 2105 toda e qualquer menção ao acordo de transferência de tecnologia para a produção de dTpa com a GSK somem no Brasil?

Também, a própria vacina dTpa não é recomendada para uso em gestantes pelos laboratórios que as fabricam, e isso está escrito nas bulas destas vacinas.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/10/30/interna_cidadesdf,504482/tres-tipos-de-vacinas-estao-com-estoque-zerado-no-df.shtml

Com experiência de 20 anos trabalhando na área, Marta Carvalho diz nunca ter visto tamanho desabastecimento.


D) O ZIKV: Uma causa e efeito devido ao ZIKV, necessariamente, acompanharia a epidemia causada pelo mosquito vetor. Não é o que a curva AZUL, Fig. 2, apresenta.

Neste momento, e desde após o pico em Pernambuco, a curva tende a uma constante de casos por dia, o que requer, em qualquer estudo de epidemias, uma causa diária constante de contaminação.

O mosquito vetor, Aedes Aegypti, é o mesmo para Febre Amarela, Dengue, Chikungunya e ZIKV. É razoável considerar, ao menos em primeira ordem, que o período de uma epidemia de dengue estaria associada a uma epidemia de ZIKV no tempo. É o mesmo mosquito. O período de incubação da dengue no homem varia de 4 a 10 dias, sendo em média de 5 a 6 dias; após este período surgem os sintomas de dengue; para o ZIKV isso está em estudo no momento. Mas o número de casos por dia é muito alto e se apresenta como uma constante, uma média de 15 casos dia desde o final de novembro de 2015.

A causa de efeito constante, os casos de microcefalia, requer uma contaminação constante. A VACINA DTP, a versão usada pelo MS-SUS é esta causa, pois todas as grávidas devem se vacinar após o sexto mês de gestação. Temos aqui uma constante que não existia antes de novembro de 2014 e isso explica o porque de todo o Brasil est´å apresentando casos de microcefalia.

Para ZIKV a curva estaria aumentando, acompanhando o aumento do aedes, como temos na propaganda oficial massiça neste momento. Mas o comportamento do gráfico requer uma causa CONSTANTE! A dengue em Pernambuco foi entre 15 de fevereiro ao final de abril. Isso significaria, se fosse o ZIKV, que é o mesmo aedes da dengue, uma grande contaminação neste período. Acontece que isso deslocaria a curva da microcefalia para meados de janeiro de 2016 e esta não seria em novembro de 2015!

O pico da dengue que está em 15 de abril, provocaria uma região de casos centrados em 15 de janeiro como temos aqui!

Dengue em PE 2015

http://www.coren-pe.gov.br/novo/wp-content/uploads/2015/09/Informe-epidemiol%C3%B3gico-Dengue-SE-01-a-34-1-1.pdf

Questiono, também, um dos marcadores usados para a identificação do ZIKV, o IgG, que aparece em contaminações pela rubéola/rubella, o que o torna inespecífico, exigindo, assim, uma procura pelo DNA do ZIKV, ou um marcador específico e único, para validar os testes de presença do ZIKV nas amostras provenientes de bebês com microcefalia.

CONCLUSÃO

Pelo que demonstro, as causas que provocaram e provocam o grande número de casos de microcefalia em Pernambuco estão associadas a 2 vacinas:

a) a vacina tríplice erroneamente administrada a jovens no período fértil e b) a vacina usada para coqueluche no Brasil pelo MS-SUS. Pernambuco teve, acredito, 60 municípios com sarampo em 2014. Foi recomendação oficial da Secretaria de Saúde do estado de Pernambuco que a vacinação de sarampo fosse feita em toda a população vulnerável nestes municípios e em quem teve algum contato com os acometidos nestes municípios. Só esta constatação explica porque a microcefalia aparece por todo o estado de Pernambuco ao mesmo tempo. Mas isso é somente o pico máximo inicial da curva de microcefalia para PE. A largura do pico tem a ver com a notificação se tornar compulsória. As notificações atuais não mais tem a ver com a vacina tríplice. O estado atual de 15 casos por dia de microcefalia em Pernambuco está relacionado com a vacina DTP, DTPw (e suas outras siglas) para difiteria, tétano e pertussis, administrada a “todas” as grávidas a partir do sexto mês de gravidez.

RECOMENDAÇÕES

Parar toda e qualquer vacinação de grávidas ou jovens no período fértil em todo o Brasil!
É muito fácil verificar o que apresento aqui:
1) Basta analisar as carteiras de vacinação das mães com crianças com microcefalia, por exemplo;
2) Fazer o cruzamento dos dados do posto de vacinação municipal, nos 60 municipios de PE com a ocorrência de microcefalia com a vacinação de sarampo;

3) Com dados oficiais completos, todo e qualquer estado da federação pode ter curvas de causa-efeito plotadas para microcefalia;

4) Apurar as responsabilidades de todas as instituições e suas autoridades, nas pessoas dos seus representantes constituídos, pelos erros e procedimentos que estão provocando este grande número de casos de microcefalia em todo o País; e

5) Acabar com esta aparente farsa que pretende singularizar o ZIKV pelos casos de microcefalia no País, quando temos duas causas gritantes que explicam o porque da quantidade absurda de casos de microcefalia no Brasil.

OBSERVAÇÃO FINAL

Me coloco à disposição do MPF para maiores esclarecimentos e para a transferência da grande quantidade de documentos, matérias e artigos científicos que pesquisei, para auxiliar as investigações.”

 Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho.
22 de janeiro de 2016.

Com Informações: quiteriachagas.com








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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

10 casos inacreditáveis de negligência médica que beiram o absurdo

Clínica de fertilização utilizou o esperma errado

A clínica de fertilização que utilizou o esperma errado Quando Nancy Andrews, de Commack, NY, ficou grávida após uma fertilização in vitro – um procedimento realizado em uma clínica – nunca imaginaria que o novo membro da família seria tão diferente. A garotinha nasceu com a pele mais escura do que os pais. Exames de DNA identificaram que Nancy havia sido concebida com o esperma de um outro homem. O casal cria a menina como sua filha desde seu nascimento, em outubro de 2004, mas estão processando a clínica e o embriologista responsável.


 Transplante de coração e pulmões errados, levando ao óbito

Jésica Santillán, de 17 anos morta após erro médico

Jésica Santillán, de 17 anos, recebeu coração e pulmões de um doador incompatível. Os médicos Centro Médico da Universidade de Duke provavelmente não fizeram a verificação de compatibilidade antes da cirurgia. Depois de um segundo transplante para corrigir o erro, ela sofreu danos neurológicos e outras complicações que adiantaram o seu falecimento. O caso foi matéria da CBS News e o hospital culpou erro humano pela morte da garota, juntamente com a falta de garantias para assegurar uma total compatibilidade no transplante. Jésica tinha sangue tipo “O” e recebeu os órgãos de um doador tipo “A”.

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O testículo de 200 mil dólares

Benjamin Houghton teve o testículo removido por engano

Benjamin Houghton, um veterano da Força Aérea dos EUA, 47, anos agendou uma cirurgia para remover seu testículo esquerdo por temores de câncer. Mas uma série de erros levou à remoção do seu testículo direito. Quando Benjamin processou o VA Medical Center conseguiu o singelo valor de U$ 200 mil por seu testículo perdido. Uma lembrança de 33 centímetros


Os médicos esquecem um retrator de 33 centímetros no abdômen do paciente

Donald Church e o retrator de 33 centímetros esquecido em seu abdômen

Donald Church, 49, entrou no Centro Médico da Universidade de Washington com um tumor em seu abdômen e saiu sem ele, porém com uma lembrancinha nada agradável no seu lugar. Os médicos admitiram que haviam esquecido um retrator de 13 polegadas (cerca de 33 centímetros) por engano em seu abdômen. Felizmente, os médicos conseguiram remover o objeto pouco depois da cirurgia inicial. O hospital, que reportou outros quatro incidentes similares entre 1997 e 2000, removeu a peça e pagou U$S 97 mil para Donald.

 Cirurgia certa no paciente errado 

Médicos deveriam realizar uma angiografia cerebral, mas no dia do procedimento, por engano realizaram uma cirurgia cardíaca para estudo eletrofisiológico

Joan Morris, 67, deu entrada no hospital para ser submetida a uma angiografia cerebral, mas no dia do procedimento, por engano, acabou sofrendo uma cirurgia cardíaca para estudo eletrofisiológico. Além do erro, a paciente foi transferida para um andar diferente, em vez de regressar ao leito original. Segundo o Linking Hub, na manhã seguinte, ela foi submetida a outra intervenção, quando foi feita uma incisão na sua virilha e inserido um tubo que conduzia ao coração (um procedimento extremamente arriscado com possibilidade de hemorragia, infecção e acidente vascular cerebral). Durante a cirurgia o médico recebeu um telefonema de um colega perguntando “o que você está fazendo com a minha paciente?” Neste momento constataram o enorme erro e a paciente voltou para seu leito em condição estável, depois do estudo ser suspenso.


Cirurgia feita no lado errado do cérebro pela terceira vez no mesmo ano

Rhode Island Hospital

Foi a terceira vez, no período de um ano, que médicos do Rhode Island Hospital operaram o lado errado do cérebro de pacientes. O último episódio foi em novembro de 2007, quando os médicos precisaram interromper uma hemorragia intracraniana. Apesar da tomografia mostrar claramente que o problema estava no lado esquerdo da cabeça da paciente, o cirurgião começou perfurando o lado direito do crânio da mulher de 82 anos.

Segundo o MSNBC, o equívoco foi notado e o residente fechou o primeiro buraco e partiu para o lado correto da cabeça.

Em fevereiro do mesmo ano, um paciente foi submetido a uma intervenção incorreta e em agosto, um homem de 86 anos morreu três semanas depois de uma cirurgia feita do lado errado de sua cabeça.




A amputação da perna errada

Willie King e a amputação por engano

Não é nada agradável ter que sofrer a terrível perda de um membro por amputação, mas é muito pior quando tiram sua perna boa. Este pode ser um dos casos mais notórios dos que estão aqui listados.

Willie King precisou amputar uma de suas pernas em 1995, na Flórida, nos EUA. Uma série de erros levou a perna errada a ser preparada para cirurgia. Os cirurgiões perceberam o terrível engano no meio do procedimento, quando já era tarde demais.

Como resultado do erro, o médico cirurgião foi suspenso por seis meses e obrigado a pagar uma multa de US$ 10 mil. Uma matéria encontrada no Find Article, afirmou que o Hospital, onde a cirurgia foi realizada, também indenizou o paciente em US$ 900 mil.



O rim saudável retirado por engano
No estado de Minnesota, EUA, um paciente foi submetido a uma remoção de rim por causa de um tumor maligno. Infelizmente o rim removido foi o saudável.

“A descoberta da retirada do rim errado foi feita no dia seguinte, quando o patologista examinou o material e não encontrou evidência de qualquer malignidade”, disse o Dr. Samuel Carlson, o médico chefe do Park Nicollet Hospital.

O rim afetado pelo câncer, curiosamente, permaneceu intacto e funcionando.



Sem anestesia, homem sente toda operação

Ele sentiu todos os cortes do bisturi do cirurgião

Um homem de West Virginia, nos Estados Unidos, alegou que uma anestesia inadequada fez com que sentisse todos os cortes do bisturi do cirurgião, um trauma que sua família acredita ter levado o homem a tirar sua própria vida duas semanas depois.

Sherman Sizemore foi submetido a uma cirurgia exploratória para determinar a causa de sua dor abdominal. Infelizmente, durante a intervenção, ele experimentou um fenômeno conhecido como consciência anestésica – um estado no qual o paciente é capaz de sentir dor, pressão ou desconforto durante uma operação, mas é incapaz de se mover ou comunicar-se com os médicos.

De acordo com a reclamação, o paciente recebeu drogas para paralisá-lo, mas não recebeu a anestesia geral, que o levaria à inconsciência e tiraria sua capacidade de sentir dor. A família do paciente de 76 anos, que era pastor da igreja Batista, disse que o homem tirou sua própria vida por causa da traumática experiência de estar acordado durante a cirurgia, mas incapaz de gritar de dor.


Errando a artéria

Comediante Dana Carvey teve uma artéria operada por engano

Dois meses depois de uma operação de ponte de safena dupla, que deveria ter salvado sua vida, o comediante Dana Carvey, que atuava no Saturday Night Live, recebeu uma notícia deprimente: o cirurgião cardíaco havia operado a artéria errada.

Outra operação de emergência foi feita para eliminar o bloqueio que ameaçava matar o comediante de 45 anos.

Os médicos responderam a uma ação de US$ 7,5 milhões, mas afirmaram que foi um “erro honesto”, já que a artéria se situava num local incomum do seu coração. Carvey não quis saber e afirmou: “É como remover um rim errado. Trata-se de um grande erro”, disse à revista People.

Fonte: www.oddee.com


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Homem é diagnosticado com zika, dengue e chikungunya ao mesmo tempo

O estudo aponta que o caso é considerado grave

Em meio aos alertas emitidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), apontando a possibilidade do zika se tornar uma epidemia global, foi diagnosticado o primeiro caso combinado de infecção de zika, dengue e chikungunya em um mesmo paciente. Trata-se de um homem colombiano, de 49 anos, infectado pelo vírus transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti.


O caso foi descoberto por médicos da Divisão de Epidemiologia e do Grupo de Pesquisas de Controle de Doenças Infecciosas do Hospital Universitário do município de Sincelejo, em Sucre. Os infectologistas prestaram atendimento ao paciente em 2015 e, desde 2 de janeiro de 2016, quando submeteram um artigo na revista especializada “Journal of Infection and Public Health” sobre o caso, estão em meio a polêmica no meio médico.


Ainda no início de fevereiro, novos artigos foram submetidos analisando as constatações da equipe colombiana e repercutindo a questão.

O estudo aponta que o caso é considerado grave, entretanto, o homem teve seu estado de saúde controlado e seu quadro é estável. Os médicos relatam que ao chegar ao hospital ele apresentava conjuntivite, febre de 38°, manchas vermelhas nas costas e braços e foi submetido aos exames de anticorpos para detectar os três vírus – todos deram positivo. Em exames mais aprofundados, foi detectado pelos especialistas o avermelhamento de gânglios linfáticos e inchaço nas pernas do paciente. Não houve, porém, o surgimento de nenhum sintoma além dos já categorizados em pessoas infectadas pelos três vírus.

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Nenhum efeito sinérgico dessas infecções virais”, relataram os médicos, ressaltando que o paciente foi tratado como os infectados comuns pelas doenças são, sem nenhum procedimento médico mais sério. Os especialistas, no entanto, ressaltam que em cada paciente as doenças se apresentam de formas distintas, portanto, novos casos da “tríplice infecção” poderão ter desfechos mais graves. Fonte: diariodepernambuco.com.br







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Sem suporte neonatal, hospital usa garrafas como máscaras

Saúde em estado de calamidade: de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, "as circunstâncias do atendimento estão sendo apuradas, para as medidas cabíveis, além das providências imediatas já adotadas

Manaus - Uma recém-nascida morreu e outro bebê está internado após o Hospital do Município de Jutaí, a 751 quilômetros de Manaus, improvisar garrafas pet como máscaras de oxigênio.

Filhos da dona de casa Francisca Neres, de 20 anos, o casal de gêmeos nasceu prematuro, à 1 hora da última quinta-feira, 28. Sem o devido suporte neonatal, a menina morreu 10 horas após o parto.

O menino Gabriel sobreviveu e teve alta do hospital no domingo, 31, mas retornou durante a noite e foi internado. Na tarde de segunda-feira, o bebê foi transportado para Manaus por meio de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea.

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Na capital, ele foi encaminhado à Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais da Maternidade Ana Braga.

Irmão de Francisca, o cabeleireiro Raimundo Neres, de 23 anos
, que reside na capital, informou que a mãe estava preocupada com a saúde do menino.

"Ele passou mal no domingo e todos ficaram desesperados para trazê-lo a Manaus. Deram alta para a criança e, depois, querem colocar a culpa na família", protestou o tio das vítimas.

Acionada pela Secretaria Estadual de Saúde (Susam), ainda no fim de semana, a direção do Hospital de Jutaí informou que "os gêmeos nasceram de 7 meses e que a menina tinha um quadro pulmonar mais debilitado. Mesmo tendo sido submetida aos mesmos procedimentos que o irmão, ela não resistiu por causa do quadro de infecção respiratória aguda de etiologia alveolar, ocasionada por síndrome de membrana hialina, principal complicação de prematuridade".

A direção destacou ainda que "a falta da máscara de venturi - que não estava disponível na unidade e que foi substituída pelo material improvisado de garrafa PET - não teria contribuído para o óbito do bebê".

De acordo com a secretaria, "as circunstâncias do atendimento estão sendo apuradas, para as medidas cabíveis, além das providências imediatas já adotadas". A Susam informou ainda que o médico que realizou o procedimento é contratado pela prefeitura de Jutaí. http://exame.abril.com.br/







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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

“Homem árvore” tem verrugas semelhantes a galhos crescendo em suas mãos, devido à condição rara

Abul Bajandar, de 25 anos, mora em Khulna, Bangladesh, e sofre de uma doença rara e hereditária 

Um homem de Bangladesh foi apelidado de “homem árvore”, justamente por conta de condição rara que fez com que crescimentos estranhos, que na verdade são verrugas, surgissem em suas mãos e pés. O crescimento assemelha-se muito a raízes de árvore. Recentemente, ele precisou ser internado para tratamento e seu destino é incerto.

Abul Bajandar, de 25 anos, mora em Khulna, Bangladesh, e sofre de uma doença rara e hereditária conhecida como Epidermodisplasia Verruciforme, prejudicando sua vida há sete anos.

Os médicos do Instituto Nacional de queimadura e Cirurgia Plástica do Dhaka Medical College and Hospital (DMCH) irão, agora, decidir sobre seu tratamento, após vários especialistas entrarem num consenso. O Dr. Samanta Lal Sen, coordenador-chefe do Instituto, visitou o homem para poder decidir a melhor opção para o tratamento.

A Epidermodisplasia Verruciforme

A epidermodisplasia verruciforme (EV), também conhecida como displasia de Lewandowsky-Lutz, é uma desordem genética rara, de caráter autossômico recessivo. A condição faz com que verrugas cutâneas, semelhantes a lesões, apareçam em qualquer parte do corpo. Geralmente, a condição aparece por sensibilidade da pele ao papiloma vírus humano (HPV), podendo evoluir para algo pior.

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Infecções por HPV descontroladas levam ao crescimento de máculas e pápulas, principalmente nas mãos e nos pés. Normalmente está ligada ao HPV tipo 5 e tipo 8, que estão presentes em aproximadamente 80% da população mundial, e geralmente são assintomáticos. Mutações no gene EVER1 ou EVER2, localizados no cromossomo 17, são as causas desta moléstia. Não se sabe ainda a função exata desses genes, mas sabe-se que estão relacionados à distribuição de zinco no núcleo celular”, relatou o portal Info Escola, sobre a doença. Existem dois tipos de EV: uma na qual as verrugas são planas, e outra na qual aparecem lesões semelhantes a queratoses seborreicas.

A Epidermodisplasia Verruciforme

A epidermodisplasia verruciforme (EV), também conhecida como displasia de Lewandowsky-Lutz, é uma desordem genética rara, de caráter autossômico recessivo. A condição faz com que verrugas cutâneas, semelhantes a lesões, apareçam em qualquer parte do corpo. Geralmente, a condição aparece por sensibilidade da pele ao papiloma vírus humano (HPV), podendo evoluir para algo pior.

“Infecções por HPV descontroladas levam ao crescimento de máculas e pápulas, principalmente nas mãos e nos pés. Normalmente está ligada ao HPV tipo 5 e tipo 8, que estão presentes em aproximadamente 80% da população mundial, e geralmente são assintomáticos. Mutações no gene EVER1 ou EVER2, localizados no cromossomo 17, são as causas desta moléstia. Não se sabe ainda a função exata desses genes, mas sabe-se que estão relacionados à distribuição de zinco no núcleo celular”, relatou o portal Info Escola, sobre a doença. Existem dois tipos de EV: uma na qual as verrugas são planas, e outra na qual aparecem lesões semelhantes a queratoses seborreicas.

Infecções por HPV descontroladas levam ao crescimento de máculas e pápulas

Apesar de não existir um tratamento comprovado, o mais comum envolve a medicação com acitretina (0,5-1,0 mg/kg) durante 6 meses. Interferon também pode ser utilizado, junto com retinoides. A remoção das lesões também é uma opção comum, feita através de cirurgia ou crioterapia. Porém, após serem removidas, seu desenvolvimento continua por toda a vida. Acredita-se que de 30% a 60% dessas lesões evoluam para uma forma maligna.

Outros casos

Segundo relatos locais, um outro rapaz com a condição, conhecido como o “homem árvore original”, chamado Dede Koswara, da Indonésia, morreu esta semana. O portal Tribunnnews.com relatou que não foi a doença a causa de sua morte.

Em 2008, o Discovery Channel contou sua história. O programa mostrou sua volta do hospital para casa, após remover cirurgicamente verrugas de até seis quilos, no formato de raízes de árvore.




Um médico americano havia dito, anteriormente, que as verrugas foram o resultado de um grave papiloma vírus humano (HPV) e os médicos pensavam que o tipo dele foi o pior já registrado no mundo. O homem, que era pai de duas crianças, notou que as verrugas começaram a aparecer em seu corpo após machucar seu joelho, quando ainda era adolescente. Mais tarde em sua vida, ele foi demitido de seu emprego e rejeitado pelos vizinhos quando os crescimentos começaram a parecer com galhos de árvores, cobrindo grande parte de seu corpo. Na época, foi relatado que ele precisaria passar por, pelo menos, duas operações por ano.

Koswara foi forçado a participar de um ato de circo

Anteriormente, Koswara foi forçado a participar de um ato de circo, em Bandung, na Indonésia, para poder pagar suas contas, já que não conseguia emprego. Quando seu caso foi divulgado, muitas pessoas, comovidas por sua história, passaram a realizar doações para financiar seu tratamento. www.jornalciencia.com/






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Ministério Público: Prefeito que realiza 'Carnaval' com salários dos servidores em atraso serão julgados

Cristiano Pimentel reitera que o pagamento aos servidores vale para todas as categorias.

O Ministério Público de Contas decidiu entrar com uma representação no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) contra os prefeitos que promoverem gastos durante as festas de Carnaval sem que o pagamento dos salários dos servidores esteja em dia. Segundo o procurador do MPC, Cristiano Pimentel, é irresponsabilidade dos gestores querer gastar com o Carnaval enquanto os servidores públicos não estão com os salários em dia. "A Constituição Federal colocou a moralidade administrativa como princípio obrigatório. Gastar em festas, mesmo uma tradicional como o carnaval, enquanto as famílias dos servidores estão com contas atrasadas, não está de acordo com este mandamento do constituinte”, afirmou.

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Cristiano Pimentel reitera que o pagamento aos servidores vale para todas as categorias, incluindo os que trabalham em cargos comissionados. De acordo com informações do Ministério Público de Contas, várias prefeituras estão atrasando os salários dos comissionados e temporários por considerarem que eles não têm como reclamar sob risco de serem dispensados a qualquer momento.

O Ministério Público de Contas já adiantou que irá pedir ao Tribunal de Contas a rejeição das contas de cada prefeito que utilizar deste artifício. "Iremos solicitar (a rejeição), mas conselheiros podem considerar também outras punições, como multas e determinações", disse o procurador.

Ainda segundo Pimentel, a crise financeira que o Brasil atravessa no momento é um período em que o prefeito deve definir prioridades. Para ele, pelo fato de 2016 ser um ano eleitoral, existe uma "pressão muito grande" nas cidades do interior do Estado para a realização de festas e shows, com o objetivo de que a candidatura seja alavancada. “Temos professores com salários atrasados. Quando um prefeito gasta 500 mil no Carnaval, sem estar em dia com estes salários, na prática, está retirando dinheiro da educação para colocar na folia”, ponderou o procurador.

O Ministério Público de Contas já informou à Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), órgão que representa os prefeitos, e à União dos Vereadores de Pernambuco (UVP) sobre o aviso. O MPC disse ainda que espera contar com informações dos promotores de justiça do interior - além da própria população - sobre os prefeitos que fizerem tal prática, através de representações até o fim de fevereiro.

Publicada em 15/01/2016 às 21h52. Fonte: portalpe10.com.br







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Estudante concilia trabalho na roça com estudo de física e é aprovado em medicina

A conquista veio quase quatro anos após formar-se na Escola Estadual Gonçalo Antunes Bezerra

Passar numa faculdade de medicina ainda é tabu para muita gente – em alguns casos, tido como sonho impossível. Trabalhador rural, aos 20 anos, Jéferson César subverteu as probabilidades. Vai trocar o Sítio Laje do Carrapicho, na Zona Rural de Alagoinha, no Agreste do estado, por uma vaga para formar-se médico, na Universidade Federal de Campina Grande, na Paraíba, onde já assegurou lugar ou no campus da UFPE em Caruaru, onde ficou na lista de espera – 15° lugar numa lista de 13 vagas. A aprovação não é questão de acaso – passou em 3° lugar no concurso do Sisu, no sistema de cotas.

A conquista veio quase quatro anos após formar-se na Escola Estadual Gonçalo Antunes Bezerra, em 2012, e ao custo de conciliar os estudos com o cuidado com os animais e plantações do sítio. O sonho foi adiado por conta das fortes secas, que impossibilitaram os ganhos familiares a ponto de conseguir ajudá-lo a manter-se longe de casa, numa cidade nova. “Desde os cinco anos, lido com palma, capim, feijão e milho e tiro leite de vaca. Mas a seca foi a pior que já vi no Nordeste, não tinha como meus pais me ajudarem em outra cidade. Nem tentei. Fiz Física, porque era em Pesqueira, aqui perto, e passei. Agora, com as coisas melhorando, tentei, mas achando que seria minha primeira tentativa, porque muita gente que quer ser médico tenta muitas vezes, né?”, relata o estudante que acaba de trancar a licencitura em física, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), no 7° período, de um total de 8. “Não era o que eu queria”.

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O desejo de ser médico surgiu entre os 10 ou 12 anos, decorrente das dificuldades no estilo de vida que encontrava no sítio e no raro acesso à unidades de saúde por parte de sua família. O plano teve que ser adiado por forças maiores (que incluía o clima), mas no que dependia dele, cada momento contou na preparação. Acordava às 5h e seguia para o trabalho no campo, até as 10h. Então, estudava e almoçava, antes de voltar ao trabalho às 14h. No início da noite, seguia para o curso de física na cidade vizinha, de onde retornava às 22h30 e se dedicava à última hora de estudos, voltados ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Não dava para fazer mais que isso, senão só dormiria 5h e acabava atrapalhando tudo”. Para contornar a falta de tempo, improvisava: “Eu aproveitava o silêncio do campo e, enquanto tirava leite das vacas, ouvia umas 2h, 3h de videoaulas no celular. Isso facilitou”, diz, sorrindo.

Jéferson virou referência na cidade. Não há quem não conheça o rapaz da área onde até o celular é ruim de pegar. Até o prefeito da cidade, Maurílio Andrade expôs a história nas redes sociais e publicizou os feitos dos jovens da pequena cidade, de 15 mil habitantes. Fonte: diariodepernambuco.com.br






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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Prefeitura de São Simão paga mais de R$ 34 mil em incentivo extra aos seus Agentes Comunitários de Saúde

O  incentivo adicional é um direito dos Agentes Comunitários e Agentes de Combate às Endemias
 
Contrariando as inverdades divulgadas pelo Conselho Nacional dos Secretários Municipais em Saúde - CONASEMS e que foram rebatidas pela Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS, o prefeito do Município de São Simão/GO, Dr. Márcio Barbosa Vasconcelos,  efetuou o pagamento do Incentivo Adicional (14º). O repasse no valor de R$  34.476,00 (trinta e quatro mil reais e quatrocentos e setenta e seis reais) ocorreu no dia 29 de janeiro.

Conforme posicionamento defendido pela MNAS, o  Incentivo Extra é devido aos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, conforme estabelecem a  Portaria 1.599 de 09 de julho de 2011, Lei 12.994 de 2014 e 2.031, de 09 de dezembro de 2015.
 Esta última é uma ratificação do que estabelece a chamada Lei do Piso Naciona, que incluiu os Agentes de Combate às Endemias nesse benefício.

Popularmente conhecido como 14º salário, o incentivo cumpre os dispositivos citados acima, estabelecendo o direito aos Agentes de Saúde de receber uma vez por ano o Incentivo Adicional. O montante de recursos, R$  34.476,00, foi rateado entre os 34 agentes comunitários de São Simão e Itaguaçu, portanto, cada funcionário recebeu o valor de R$ 1.014,00.

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Vídeo: Coordenador da MNAS fala ao Canal Saúde/Fiocruz sobre o descontentamento

Na visão de Samuel Camêlo, coordenador nacional da MNAS, além de incentivar os agentes, esses recursos motivam esses profissionais da saúde.

“...Isso é uma forma de reconhecer a importância do trabalho da categoria para a melhoria na qualidade do atendimento do sistema público de saúde do município”, afirmou o prefeito Dr. Márcio  Vasconcelos.

Os agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias são profissionais que desempenham um importante trabalho nos municípios. São eles que exercem ações educativas de prevenção das doenças e agravos, através das visitas domiciliares. O agente comunitário estabelece o elo entre as necessidades de saúde da população e os serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde, enquanto que o agente de endemias labora na prevenção e combate das endemias.

O gestor que não garante o repasse recebido da União, além de desviar esses recursos de suas finalidades, não estão valorizando os seus colaboradores, servidores públicos.






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