terça-feira, 29 de julho de 2014

Coordenador da MNAS em Catende/PE participa de movimento em defesa dos Agentes Comunitários de Saúde

Ao centro, Antônio José da Silva, Coordenador da MNAS em Catende/PE

Nesta segunda-feira 28/07/2014, o Coordenador da MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde  em Catende/PE, Antônio José da Silva (conhecido como Toinho de Tabaiaré), juntamente com a ASSOCIAÇÃO dos ACS  de Catende/PE, na pessoa de seu presidente, Marcílio José Bispo e demais diretores  participaram de desagravo contra os Agentes Comunitários de Saúde, na Câmara Municipal de Vereadores do Município de Catende. O agravo contra os Agentes Comunitários foi feito pelo suplente de vereador, José Vieira da Silva Filho. Na opinião dele, dos 89 agentes da cidade de Catende, apenas 80% trabalham.


  Marcílio José Bispo, Presidente da associação dos Agentes Comunitários de Saúde de Catende

O Presidente da associação,  Marcílio José Bispo, que fez a  solicitação do DIREITO DE RESPOSTA, tendo sido concedido 10 minutos na Tribuna da casa, defendeu os ACS. Os Agentes Comunitários, que estiveram presentes em numeroso quantitativo, acompanharam a defesa.
O foco do evento foi a pauta de RÉPLICA, DO DIREITO DE RESPOSTA aos ACS com demandas, encaminhamento e justificativas da atual forma de trabalho desenvolvida pelos Agentes Comunitários e forma de trabalho da gestão da saúde local, sobre o andamento das deliberações e ações das atividades dos Agentes no município.

 Os agentes comunitários de saúde de Catende/PE lotaram a Câmara Municipal da cidade

Destaca-se, ainda, a ocorrência de nova rodada de conversa sobre a FORMAÇÃO DE COMISSÃO DE VEREADORES E ACS junto com a Secretaria de Saúde e demais Coordenadores do município, provavelmente em Agosto.


 Vereadores de Catende

Os principais pontos dos debates, além do DIREITO DE REPOSTA, foram os seguintes:

1- Pagamento de salários, nova forma de REPASSE do FNS aos municípios, como ficará a realidade dos ACS.
2- PMAQ - Aguarda o resultado de avaliação externa do MS, onde a Atenção Básica.
3- Deliberação a cerca que todos os ACS de Catende são do REGIME Estatutário, portanto são funcionários público municipal não Federal.
4- Melhor forma de trabalho e condições dos ACS nas áreas de atuação.
5- Demais deliberações a cerca dos recursos repassados ao município e quais possibilidades de apoio financeiro aos ACS de acordo com a NOVA forma de Trabalho no e-SUS.


Vereadores presentes no evento:

BIO FLOR, DO DISTRITO DE LAGE GRANDE
RINALDO BARROS
RIDETE PELEGRINO
JOSÉ JOAQUIM
NEGO DE BIO, DE LAGE GRANDE
JOSÉ WELLINGTON (BUDA)
JOÃO DA LOJA
LEO BRAZ
BOREU
JÚNIOR
JOSÉ VIEIRA

Na próxima sexta-feira, 01/08/14, das 06:00 às 07:00 (manhã) Toinho de Tabaiar irá falar na Rádio Farol FM. Acompanhe ao vivo por meio do link http://redefarolfm.com.br/aovivo.php


 




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Fonte:  Com informações de Toinho de Tabaiaré, Coordenador Municipal da MNAS em Catende/PE.

Os Agentes de Saúde ACS/ACE continuam sem um Piso Nacional

Como a MNAS havia avisado em 2013, tentam enganar a categoria de ACS/ACE com um repasse, que não é Piso Nacional. Defendemos esse repasse, contudo, denominá-lo de Piso é uma grande farsa!

Saiba mais sobre:

Na verdade, o que a categoria possui é um repasse do Governo Federal, previsto em lei, no caso, a lei 12.994/2014.
Vejamos a verdade:

Se fosse Piso os Municípios seriam obrigado a pagar, sem que houvesse repasse. Se não houver repasse, pela lei, os municípios podem negar o repasse do valor;
Se fosse Piso, quem deveria pagar seria o ente contratante, ou seja, quem contratou e não o governo federal;
Se fosse Piso, todos os Agentes Comunitários e de Combate as Endemias teriam direito ao recebimento, contudo, mais de 200.000 trabalhadores podem ficar sem o recebimento dos R$ 1,014;
Se fosse Piso, não seria aprovado dentro de 2 meses, na Câmara e no Senado, considerando que o verdadeiro Piso Salarial Nacional dos ACS/ACE levou quase 9 anos para ser votado e nunca foi aprovado.

Agora, pensa que somos idiotas? Pensam que nos enganam com essa história de PISO NACIONAL?

A luta pelo Piso Nacional, ainda não terminou!

 




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segunda-feira, 28 de julho de 2014

O medo alimenta a expansão do ebola: A população ataca os agentes de saúde e os culpa pela propagação do vírus

O medo do ebola alimenta a expansão do vírus na África
A população ataca os agentes sanitários e os culpa pela propagação da doença

Saiba mais sobre:
Jovem De Lauro Müller É Mais Uma Guerreira Na Fila Pelo Transplante De Medula Óssea
O presidente do SINDSEP-PE*, Sérgio Goiana, fala sobre a importância da valorização dos agentes de saúde.

A epidemia de ebola que atinge a África Ocidental desde o começo do ano e que já provocou ao menos 672 mortes tem um perigoso efeito colateral: o medo, que, alimentado pela falta de informação, contribui em boa medida para que o surto esteja sendo tão difícil de controlar. Frente a uma situação que não melhora, seus sintomas pioram: os mais recentes são um ataque ao pessoal dos Médicos sem Fronteiras (MSF) e o fechamento das fronteiras da Libéria.

Não é algo novo. Em abril, um centro dos MSF em Macenta, no sul da Guiné, foi atacado a pedradas por uma multidão enfurecida. Há alguns dias, no vilarejo de Kolo Bengou, onde se acredita que haja várias pessoas infectadas, um grupo de jovens armados com pedras e facas bloqueava a passagem dos agentes sanitários, segundo informa o jornal The New York Times. "Por todos os lugares onde essas pessoas passaram a comunidade se viu afetada pela doença", garantia um deles, culpando precisamente pelo surto aqueles que vieram socorrê-los.

Em Serra Leoa, o segundo país em vítimas mortais depois da Guiné, a situação não é muito melhor. No fim de semana passado aconteceram distúrbios diante do hospital de Kenema depois de que se espalhasse o rumor de que uma enfermeira havia dito que "o ebola não existe e foi inventado para ocultar rituais canibais nos hospitais". Neste fim de semana morreu Saudatu Koroma, a primeira paciente infectada na capital, Freetown, que fugiu do hospital em pleno tratamento com a ajuda da família. Aqui, o médico chefe responsável pela luta contra a doença, Umar Khan, está em isolamento depois de ter sido contagiado.

Por seu lado, na Libéria, o terceiro país mais afetado pela epidemia, que já se tornou a mais mortal e a de maior amplitude de toda a história, o Governo continuou com o fechamento das fronteiras iniciado no domingo. Salvo o aeroporto, onde foram implementadas medidas especiais de detecção da doença mediante a aferição da temperatura corporal e de outros sintomas, praticamente todos os pontos fronteiriços foram afetados por essa medida, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) desaconselhar estas medidas fronteiriças porque, garante, são ineficazes em uma doença com um período de incubação que pode ser de até 21 dias.

Uma missionária e um médico, os primeiros doentes ocidentais

Cerca de 15 agentes sanitários, entre eles o conhecido médico Samuo Brisbane, e o ugandês San Mutooru Muhumuza, especializado na enfermidade, morreram por causa da doença na Libéria há poucos dias. Nas últimas horas foi divulgado que há dois norte-americanos infectados pelo ebola nesse país. Trata-se da missionária Nancy Writebol e do médico Kent Brantly, também em quarentena na capital liberiana. Pela primeira vez, dois cidadãos ocidentais foram afetados diretamente pela epidemia, o que fez aumentar a preocupação fora da África.

A Nigéria reagiu com rapidez ao surgimento do primeiro caso em seu território, na terça-feira da semana passada. Depois de se confirmar que o liberiano Patrick Sawyer havia morrido de ebola, o Governo decidiu fechar o hospital de Lagos onde ele foi internado e isolar o pessoal sanitário que esteve em contato com ele antes de seu falecimento, assim como os que viajaram com ele da Libéria até Lagos, com escala no Togo. A maior companhia aérea da Nigéria, Arik Air, decidiu suspender todos os voos para a Libéria e Serra Leoa como medida de prevenção frente ao ebola.

 




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Fonte: elpais.com

Coordenação da MNAS manifesta-se em face da Prefeita de Cuité-PB, por garantir o repasse aos ACS/ACE


Na manhã desta segunda-feira, 28 de julho, o Coordenador Nacional da MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde, Samuel Camêlo, enviou uma nota à Prefeita Euda Fabiana, de Cuité-PB, reconhecendo a importância da municipalidade garantir o repasse dos R$ 1.014,00, conforme a lei do repasse da União, lei 12.994/2014.

Ontem, a prefeita Euda Fabiana com o vereador ACS Evanilson Almeida e o presidente da federação paraibana de ACS e ACE, Kiko Chagas, estiveram discutindo sobre a garantia do direito regulamentado pelos Agentes de Saúde (ACS/ACE).


Correspondência enviada pela MNAS à gestão de Cuité-PB







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Coordenação do SINDACS participou da 4ª CEST


SINDACS participou da 4ª CEST

No período de 23 a 25 julho, foi realizada a 4ª Conferência Estadual de Saúde do Trabalhador e Trabalhadora da Bahia – CEST, no Hotel Fiesta. “Foram escolhidos 259 delegados, todos vindos das nove macrorregiões do Estado, para discutir e tirar propostas para que sejam implantadas, tanto nos seus municípios, como no estado, através do fortalecimento do Cerest e da Cist, com o fortalecimento do controle social com os Conselhos Municipais de Saúde”, explicou o coordenador do SINDACS, Aldenilson Rangel.

Saiba mais sobre:

Muitos Agentes Comunitários e de Combate às Endemias expuseram no encontro as realidades dos seus municípios. Na ocasião tiveram discussões de grupos. “Foram avaliadas várias propostas e votadas para fazer parte do relatório final do Estado, e também foram aprovadas 12 propostas que foram escolhidas como prioridade para a Conferência Nacional que acontecerá em Brasília no mês de novembro”, explicou o coordenador do SINDACS, Sérgio Papa. 






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Fonte: www.sindacsba.org.br

domingo, 27 de julho de 2014

Como remover um vírus do Facebook; veja dicas para limpar seu perfil

No Facebook talvez não haja nada mais incômodo do que vírus espalhados por seus amigos e, às vezes, por você mesmo. Muitos deles ficam escondidos e, em alguns casos, podem até fazer o usuário passar vergonha. Veja algumas dicas que ajudam a se livrar deste problema e limpar de vez o seu perfil.

Facebook, Twitter e sites afetados por hack resetam senhas de usuários

Há basicamente três formas de garantir que seu Facebook está limpo. Confira!


Dicas ajudam a se livrar dos vírus do Facebook (Foto: Reprodução/CrashMasters)


1) Remova aplicativos maliciosos

Aplicativos são um dos principais meios de infectar sua conta na rede social. Muito publicam conteúdo sem seu conhecimento pois, sem querer, você pode ter permitido que eles o fizessem no momento da instalação. Veja como removê-los.

Passo 1. Acesse sua conta no Facebook e clique no símbolo de engrenagem no canto superior direito da tela. Depois, escolha a opção “Configurações de Privacidade”;

Acesse as opções de privacidade (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Acesse as opções de privacidade (Foto: Reprodução/Paulo Alves))
Analise quais aplicativos são inúteis ou não (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 3. Olhe atentamente para a lista com seus aplicativos instalados. Se houver algum que você não tem certeza de ter instalado, remova sem medo, pois, se você não sabe o que é, no mínimo ele não lhe fará falta. Para isso, clique no “X” do lado direito do item;

Analise quais apps são inúteis ou você não lembra de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Analise quais apps são inúteis ou você não lembra de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves))

Para excluir um aplicativo basta clicar no botão à direita (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

2) Remova extensões e plugins do navegador

Outra forma de ser infectado por vírus no Facebook é por meio de extensões e plugins no navegador. Para excluí-los, siga o passo a passo conforme o navegador que você utiliza.

No Google Chrome:

Passo 1. Clique no botão de menu, no canto superior direito, e depois em “Configurações”;

Vá nas configurações do Chrome para apagar extensões maliciosas (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Vá nas configurações do Chrome para apagar extensões maliciosas (Foto: Reprodução/Paulo Alves))
Vá nas configurações do Chrome para apagar extensões maliciosas (Foto: Reprodução/Paulo Alves)


Passo 2. Vá até o item “Extensões”, no menu lateral, e identifique o que você não instalou manualmente. Há vários casos em que softwares baixados da Internet instalam plugins no navegador sem que você saiba que está dando permissão para isso, pois escondem o "aceite" no setup do programa;
Identifique alguns plugin que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Identifique alguns plugin que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves))
Identifique alguns plugins que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves)


Passo 3. Ao identificar uma extensão maliciosa – que contenha nomes desconhecidos ou que você não lembra de ter usado – exclua clicando no ícone de lixeira. Você também tem a opção de desativá-la clicando na caixa ao lado. Se quiser você pode voltar a ativá-la a qualquer momento;

Ao escolher, clique no botão de lixeira (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Ao escolher, clique no botão de lixeira (Foto: Reprodução/Paulo Alves))

Ao escolher, clique no botão de lixeira (Foto: Reprodução/Paulo Alves)


No Mozilla Firefox:

Passo 1. Clique no botão “Firefox” no canto superior esquerdo e vá até “Complementos”;

No Firefox, vá em Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: No Firefox, vá em Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves))
No Firefox, vá em Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves)


Passo 2. Avalie a lista de plugins e veja se há algum com nome desconhecido;

Veja na lista quais os plugins suspeitos (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 3. Ao selecionar os plugins que deseja inutilizar vá até o botão do lado direito do item e marque a opção “Nunca ativar”;

Ao identificar algum com nome desconhecido, desabilite no menu lateral (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Ao identificar algum com nome desconhecido, desabilite no menu lateral (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

No Internet Explorer:

Passo 1. Acesse as configurações do navegador clicando no ícone de engrenagem no canto superior direito. Em seguida, escolha a opção “Gerenciar Complementos”;
No IE, acesse a opção Gerenciar Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: No IE, acesse a opção Gerenciar Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves))
No IE, acesse a opção Gerenciar Complementos (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 2. Em “Barras de ferramenta e Extensões”, procure por itens desconhecidos ou inúteis;
Veja na lista quais são os plugins que merecem sua atenção - procure por nomes desconhecidos ou que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Veja na lista quais são os plugins que merecem sua atenção - procure por nomes desconhecidos ou que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves))

Procure por nomes desconhecidos ou que você não se lembre de ter instalado (Foto: Reprodução/Paulo Alves)


Passo 3. Ao selecionar, clique no item e, na janela abaixo, escolha “Desabilitar”;

Para inutilizar qualquer um, basta selecionar e clicar em Desabilitar (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Para inutilizar qualquer um, basta selecionar e clicar em Desabilitar (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

3) Configure suas opções de segurança

O Facebook oferece alguns recursos que permitem deixar sua conta mais segura - por meio de senhas extras e notificações no celular e e-mail - quando possivelmente alguém acessar seu perfil sem permissão.

Passo 1. Abra as configurações de privacidade e, em seguida, clique em “Segurança”;

Ative o máximo de configurações de segurança que puder no Facebook (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Ative o máximo de configurações de segurança que puder no Facebook (Foto: Reprodução/Paulo Alves))
Ative o máximo de configurações de segurança que puder no Facebook (Foto: Reprodução/Paulo Alves)


Passo 2. Escolha algum dos recursos disponíveis, como “Navegação segura”, onde você habilita links https sempre que possível; “Contatos de confiança”, que ajudam você a designar pessoas que podem confirmar que você é você em caso de roubo de senha; além de “Dispositivos Reconhecidos” e “Sessões Ativas”, que te permitem identificar quem está acessando a sua conta e, assim, descobrir se há algum acesso indevido;

Passo 3. Clique em “Editar” do lado direito do item e siga as instruções na tela;

Basta ativar cada uma e seguir as instruções na tela, como a Aprovação de Login (Foto: Reprodução/Paulo Alves) (Foto: Basta ativar cada uma e seguir as instruções na tela, como a Aprovação de Login (Foto: Reprodução/Paulo Alves))
Basta ativar cada uma, como a Aprovação de Login, e seguir as instruções (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Lembre-se sempre que, ao identificar um comportamento estranho na sua linha do tempo, o primeiro passo é mudar a senha da conta no Facebok. Assim você evita que o problema se agrave caso tenha sido provocado por uma alguém que roubou suas credenciais. Para os demais casos, as dicas acima devem ser suficientes para remover os vírus.

 




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Fonte: techtudo.com.br

Merendeira supera obstáculos, passa em concurso e consegue mestrado na UnB

"Isso (limitação do curso técnico) me fez querer ir além. Pensei que, se pudesse dar aula, poderia fazer diferente" Foto: Minervino Junior/CB/DA Press

Magna Pereira da Silva deu o primeiro passo quando conseguiu ser aprovada como merendeira da Secretaria de Educação

Saiba mais sobre:
Jovem De Lauro Müller É Mais Uma Guerreira Na Fila Pelo Transplante De Medula Óssea
Lei Federal 12.994/2014 - Que garante o "Piso Nacional" (Repasse do Governo Federal.
O presidente do SINDSEP-PE*, Sérgio Goiana, fala sobre a importância da valorização dos agentes de saúde.

Aos 8 anos, Magna Pereira da Silva sabia que havia nascido para cozinhar. Começou com os ensinamentos dos pais. Aos 15, fazia cursos de doces e de bombons. Com a prática, ganhava elogios de todos os que provavam cada iguaria. Só nunca imaginou que poderia complementar o que aprendeu na cozinha em uma universidade. Muito menos que se realizaria profissionalmente com a culinária. Deu o primeiro passo, quando conseguiu ser aprovada como merendeira da Secretaria de Educação. Na época, estava na reta final do curso de gastronomia. Era pouco para a moradora de Ceilândia. Aos 40, com uma especialização no currículo, Magna perseverou e conseguiu entrar para o mestrado na Universidade de Brasília (UnB).

Mas foi difícil chegar à academia para iniciar o processo de se tornar mestre. Magna passou percalços, que envolviam falta de dinheiro e de apoio, preconceito e até problemas de saúde na família. Todos superados pela certeza de que “a vida só se transforma por meio da educação”. A convicção começou muito cedo, mas só pôde ser aplicada depois dos 36 anos. Isso porque, aos 16, ela engravidou. Teve uma filha. Concluiu o ensino médio com a ajuda dos pais no cuidado com a menina. E foi justamente a maternidade precoce que mostrou a ela o potencial da capacitação.

A tecnóloga em gastronomia fazia questão de ensinar todos os deveres à pequena. “Deu muito certo. Com 17 anos, ela passou na UnB pelo Programa Avaliação Seriada (PAS). Quis mudar de curso e foi aprovada no vestibular”, conta, orgulhosa. Magna casou e teve outros dois filhos. A família acreditava que ela deveria passar em um concurso para ser bem sucedida. Com o apoio do marido, estudou para diversos certames. Foi aprovada para a Secretaria de Saúde do DF, mas não era o que imaginava. Deixou o cargo.

Aos 36 anos, decidiu que entraria em uma universidade. O problema é que a gastronomia custa caro, e ela não tinha dinheiro para pagar. Passou em dois vestibulares. Um deles, o da Universidade Católica de Brasília (UCB). Sabia que não podia pagar, mas foi até a secretaria e tentou uma bolsa de estudos. “Eles me orientaram a fazer a matrícula e, depois, pedir a bolsa. Mas onde conseguiria os R$ 700 que me pediram na época?”, questiona. Deu um jeito. O pai emprestou R$ 200; o marido R$ 200; e outras amigas completaram o valor. “Depois disso, consegui a bolsa de 100%”, relata.

Durante o curso de tecnóloga, com duração de dois anos, aprendeu muito da culinária sofisticada, aperfeiçoou os conhecimentos em pratos mais simples e ainda adquiriu noções de higiene e de conservação dos alimentos. Apesar de todos os pontos positivos, percebeu que o curso precisava de pessoas mais sensíveis, que aproveitassem os conhecimentos empíricos dos alunos. “Isso me fez querer ir além. Pensei que, se pudesse dar aula, poderia fazer diferente”, afirma.

Experiência

No fim do curso, em 2010, Magna foi chamada para assumir o cargo de merendeira na Secretaria de Educação. Ela lutou para conseguir a vaga. Teve de entrar na Justiça, pois o governo da época havia contratado terceirizadas, mesmo diante de uma lista de aprovados no concurso à espera de um espaço. “Já tinha as noções de higiene e dos equipamentos a serem usados. A minha cozinha era um brinco, todos gostavam”, conta. Em pouco tempo, assumiu um cargo na direção. 







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Fonte:  Diario de Pernambuco 

sábado, 26 de julho de 2014

IBGE revela hábitos, costumes e riscos vividos pelos estudantes das capitais brasileiras


O drama “Para Salvar Uma Vida” foi visto em mais de 400 cidades norte-americanas.
Clique em abrir para assistir o Filme, acesse aqui!  
Você está preparado para salvar vidas?

A MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde apoia esta iniciativa por acreditar que ela é capaz de salvar vidas! Lei o material disponível aqui e colabore com o resgate de vida...

Saiba mais sobre:
Jovem De Lauro Müller É Mais Uma Guerreira Na Fila Pelo Transplante De Medula Óssea
Lei Federal 12.994/2014 - Que garante o "Piso Nacional" (Repasse do Governo Federal.
O presidente do SINDSEP-PE*, Sérgio Goiana, fala sobre a importância da valorização dos agentes de saúde.
Conte-nos sua História!
O filme Para Salvar uma Vida lida com a vida real. É sobre enfrentar problemas reais. Ela inspira esperança através da conexão com os outros. Afinal, "Qual é a importância de tudo isso se nós não vamos mudar? Para você que já assistiu o filme ou leu o livro, conte-nos como você foi impactado. Dê o seu testemunho de como o filme Para Salvar uma Vida impactou sua vida, clique aqui!.  


A Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (Pense) apresenta informações sobre as condições de vida do estudante, em investigação inédita no IBGE sobre o tema e, também, a primeira na história do Instituto em que os próprios entrevistados responderam ao questionário diretamente no computador de mão. Essa forma de coleta de informações concedeu privacidade aos informantes para responderem questões sobre família, saúde, violência, uso de álcool e drogas e comportamento sexual.

As informações mostram que mais da metade dos 618,5 mil estudantes de escolas particulares e públicas, que frequentam o 9º ano do Ensino Fundamental, nas capitais e no Distrito Federal - a maioria na faixa de 13 a 15 anos - são inativos ou insuficientemente ativos em relação à prática da atividade física. Considerando somente as alunas, o percentual chega a quase 70%. Aproximadamente 80% deles assiste TV por duas horas ou mais por dia, quando duas horas é o limite recomendado pela Organização Mundial de Saúde. Já o consumo de guloseimas e de refrigerantes superou o de frutas frescas. O consumo de frutas frescas foi de 31,5%, enquanto a proporção de alunos que consumiram guloseimas, em cinco dias ou mais na semana anterior à coleta da pesquisa, foi de 50,9%, e o percentual de estudantes que consumiram refrigerantes foi de 37,2%.

Dos estudantes pesquisados, 24,2% já experimentaram cigarro alguma vez na vida e 6,3% consumiram nos 30 dias anteriores à pesquisa. O consumo de bebida alcoólica era mais disseminado do que o fumo: 71,4% já havia experimentado álcool alguma vez, sendo que 27,3% disseram ter consumido no mês anterior à pesquisa. Quase 20% declarou ter obtido a bebida em supermercados ou bares e 12,6 % deles na própria casa. Já haviam se embriagado 22,1% dos escolares. A Pense verificou, ainda, que 8,7% dos estudantes já usaram alguma droga ilícita . A pesquisa mostra, também, que já tiveram relação sexual 30,5% dos estudantes, sendo 43,7% adolescentes do sexo masculino e 18,7% do sexo feminino. Embora a maioria (87,5% dos alunos da rede pública e 89,4% da rede privada) tivesse informações sobre AIDS ou outras doenças sexualmente transmissíveis, 24,1% dos estudantes não havia usado preservativo na última relação sexual.

Os dados sobre a violência mostram que quase um terço dos alunos (30,8%) respondeu ter sofrido bullying alguma vez, cuja ocorrência foi verificada em maior proporção entre os alunos de escolas privadas (35,9%) do que entre os de escolas públicas (29,5%). Nos 30 dias anteriores à pesquisa, 12,9% dos estudantes se envolveram em alguma briga com agressão física, chegando a 17,5% entre os meninos e 8,9% entre as meninas, inclusive com o uso de armas brancas (6,1% dos estudantes) ou arma de fogo, declarado por 4% deles. Viviam na companhia do pai e da mãe 58,3% dos estudantes, sendo que 31,9% moravam apenas com a mãe, 4,6% somente com o pai e 5,2% sem a presença da mãe e nem do pai. Quase 10% dos alunos declararam ter sofrido agressão por algum adulto da família.

A Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (Pense) estimou em 618.555 o número de escolares do 9º ano do Ensino Fundamental frequentando a escola nas capitais brasileiras e Distrito Federal. Desse total, 293.596 (47,5%) são do sexo masculino e 324.958 (52,5%), do sexo feminino. Quase 80% dos alunos (489.865) estudavam em escolas públicas, enquanto 20,8% (128.690) frequentavam escolas privadas. Os menores percentuais de alunos de escolas públicas foram verificados em Vitória (61,9%), Natal (62,2%), Aracaju (66,2%) e Teresina (66,5%). A amostra incluiu 60.973 alunos do 9º ano do Ensino Fundamental, em 1.453 escolas públicas e privadas, de todas as capitais e do Distrito Federal (DF).

A estrutura etária observada entre os participantes da pesquisa revelou que 89,1% dos estudantes frequentando o 9º ano tinham idade entre 13 e 15 anos, segmento considerado pela OMS como referência para os estudos de adolescentes escolares. Cabe ressaltar que 47,1% tinham 14 anos de idade. Entre todas as capitais e Distrito Federal, 10,2% dos alunos apresentaram idade igual ou superior a 16 anos, sendo Salvador (21,8%), Aracaju (19,3%) e Maceió (18,8%) as que tiveram os maiores percentuais.







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