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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

O Fortalecimento da luta dos Agentes de Saúde nos legislativos municipais

Atualmente procuramos os parlamentares, dependemos da boa vontade de cada um deles e, infelizmente, nem sempre somos atendidos

Hoje, 29/08/16, o coordenador da MNAS – Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde, Samuel Camêlo, estabeleceu contato com Ilda Angélica Correia, atual presidente da CONACS, destacando a importância do apoio aos Agentes de Saúde (ACS/ACE/AVA/ASACE/ASE etc) aos candidatos da própria categoria.


Ilda Angélica Correia, atual presidente da CONACS

Ter o entendimento de que a corrida rumo ao legislativo municipal fortalece a luta da categoria, não apenas na cidade onde poderemos ter um parlamentar que representará os interesses dos agentes, mas, pela representatividade partidária a nível nacional. Não podemos deixar que a alienação de que “a política não agrega valores, não produz bons resultados etc.,” seja escravizadora de nossa liberdade de representatividade nas Câmaras Municipais.

Atualmente procuramos os parlamentares, dependemos da boa vontade de cada um deles e, infelizmente, nem sempre somos atendidos. Mas, agora temos a conveniência de constituir um representante, delegar a alguém que defenda legislativamente os nossos interesses, quanto categoria, quanto coletividade que anseia por mudanças.


Sabemos que há uma vasta concentração de ideias contrárias a essa proposta, contudo, acreditamos que a escravidão da consciência não superará a cede por avanços significativos e imensuráveis, que tanto almejamos. Se nos fecharmos em nosso “mundinho individualista” não seremos capazes de avançar e obtermos conquistas coletivas. Precisamos do fortalecimento do coletivo, de transformar a nossas perdas em resultados. Qual a forma mais eficiente de estabelecer tal coisa? Por meio da delegação da representatividade a um partido ou candidato alienígena aos nossos interesses ou a um membro da própria categoria, que já tem um histórico de luta? A razão nos leva a resposta!

Agora é a nossa vez, agora é a nossa hora! Para que a mudança realmente aconteça, apoie a sua categoria, delegue ao seu colega candidato a representatividade que precisamos. Ele sabe que terá uma oportunidade singular de provar que podemos avançar muito quanto estamos juntos, por que JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

Atualmente a MNAS tem apoiado a candidatura dos agentes, independente de partido. Além de disponibilizar todas as Mídias Sociais Integradas, tem mantido um espaço virtual, onde os candidatos dos mais diversos recantos do país interagem, trocam ideias e fortalecem as suas candidatura. Saiba mais, clique aqui!

Leve essa ideia as suas unidades, compartilhe em seus perfis, levante essa bandeira!

Fonte: Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.agentesdesaude.com.br




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Divulgado edital de concurso para prefeitura de Piancó, no Sertão da PB

Edital prevê o preenchimento de 13 vagas e salário de R$ 1.014.
Inscrições são de 5 a 30 de setembro.

A prefeitura municipal de Piancó, no Sertão paraibano, divulgou um edital de concurso que prevê o preenchimento de 13 vagas para cargos de nível fundamental completo no órgão. As vagas são para os cargos de agente comunitário de saúde e agente de combate a endemias, com salário previsto de R$ 1.014. As inscrições ficam abertas entre os dias 5 e 30 de setembro e devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da organizadora.

Edital de abertura
Requerimento de Isenção da Taxa de Inscrição
Organizadora do concurso 

De acordo com o edital, o cargo com o maior número de vagas é o de agente comunitário de saúde, com 10 oportunidades. O cargo exige, além do nível fundamental completo, que o candidato tenha um curso de qualificação e resida na mesma área de atuação escolhida durante a inscrição.
A taxa de inscrição para os dois cargos é de R$ 50 e segundo o edital, só serão aceitos pedidos de isenção total ou parcial da taxa em caso de extrema pobreza devidamente comprovada. O processo seletivo tem validade de dois anos e pode ser prorrogado, uma vez, por período igual. As provas estão previstas para serem realizadas no dia 6 de novembro, em local e horário ainda a serem definidos pela organizadora.



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Vídeos incríveis...

Dicas de Filmes: Só filme 10 Estrelas!

Em um pedal pelo Minhocão, encontramos um Bulldog muito descolado. O simpático Buda tomava o skate do dono e sai remando.




Incrível! Já havia visto em foto, nunca em vídeo... Pura Arte!





'Minecraft Man' A Parody of PSY's Gentleman Music Video



fraga de Tigre atacando uma mulher chinesa na frente de sua família




Otto o cachorro skatista  que entrou para o Guinness (Livro dos Recor ds)






Top 10 de todos os tempos das lutas entre animais selvagens




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domingo, 28 de agosto de 2016

Publicado no Diário Oficial da União o Decreto que regulamenta o Piso dos Agentes de Saúde e Endemias

Publicado no Diário Oficial da União o Decreto 8.474, que regulamenta o Piso dos Agentes de Saúde e Endemias. Acesse outras leis e normas relacionadas aos Agentes de Saúde (ACS/ACE).

Publicado no Diário Oficial em 23 junho 2015.

Decreto Nº 8474 DE 22/06/2015, que regulamenta o Piso dos Agentes de Saúde e Endemias

Publicado hoje (23/06/15) no Diário Oficial da União o Decreto da Presidenta Dilma que regulamenta a Assistência Financeira Complementar da União prevista na lei do Piso dos Agentes de Saúde ‪‎ACS‬ e ‪‎ACE‬
Com essa medida consolida o que vem sendo dito desde o início do ano: a união reservou todos o recursos necessário para fazer o financiamento federal de todos os ACS e ACE e agora, com o decreto, extamente como a Lei prevê.

Regulamenta o disposto no § 1º do art. 9º-C e no § 1º do art. 9º-D da Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, para dispor sobre as atividades de Agente Comunitário de Saúde e de Agente de Combate às Endemias.
A Presidenta da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 9º-C e no art. 9º-D da Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006,

Decreta:
Art. 1º Este Decreto dispõe sobre a assistência financeira complementar aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios a ser prestada pela União para o cumprimento do piso salarial profissional de que trata o art. 9º-C da Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, e sobre o incentivo financeiro para o fortalecimento de políticas afetas à atuação de Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias de que trata o art. 9º-D da referida Lei.

Art. 2º A quantidade de Agentes de Combate às Endemias - ACE e de Agentes Comunitários de Saúde - ACS passível de contratação pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios com o auxílio da assistência financeira complementar da União observará os seguintes parâmetros e diretrizes:

I - em relação aos ACE:
a) enfoque nas atividades de controle de vetores e de endemias mais prevalentes, considerados os perfis epidemiológico e demográfico da localidade;
b) integração das ações dos ACE à equipe de Atenção Básica em Saúde; e
c) garantia de, no mínimo, um ACE por Município; e
II - em relação aos ACS:
a) priorização da cobertura de população municipal com alto grau de vulnerabilidade social e de risco epidemiológico;
b) atuação em ações básicas de saúde visando à integralidade do cuidado no território; e
c) integração das ações dos ACS e dos ACE.
§ 1º O exercício das atividades de ACS e de ACE ocorrerá exclusivamente no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, na execução de atividades de responsabilidade dos entes federativos, mediante vínculo direto entre os referidos Agentes e o órgão ou a entidade da administração direta, autárquica ou fundacional.
§ 2º Compete ao Ministério da Saúde definir o quantitativo máximo de ACE e ACS por Estado, Distrito Federal e Município, para fins de recebimento da assistência financeira complementar da União.

Art. 3º Para a fixação da quantidade máxima de ACS e ACE passível de contratação pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios, para fins de recebimento da assistência financeira complementar, serão considerados o quantitativo dos Agentes:
I - efetivamente registrados no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - SCNES no mês anterior à realização do repasse dos recursos financeiros;
II - que se encontrem no estrito desempenho de suas atribuições; e
III - submetidos à jornada semanal de quarenta horas de trabalho.
Parágrafo único. Os recursos financeiros referentes à assistência financeira complementar pela União serão repassados aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios apenas até o limite do quantitativo máximo de ACE e ACS definido na forma do caput.

Art. 4º Para a prestação da assistência financeira complementar de que trata o art. 2º
, os gestores estaduais, distrital e municipais do SUS declararão no SCNES os respectivos ACE e ACS com vínculo direto regularmente formalizado, conforme o regime jurídico que vier a ser adotado, na forma do art. 8º da Lei nº 11.350, de 2006.

Parágrafo único. Os gestores estaduais, distrital e municipais do SUS são responsáveis pelo cadastro e pela atualização das informações referentes aos ACE e ACS no SCNES.
Art. 5º O valor da assistência financeira complementar da União de que trata o art. 9º-C da Lei nº 11.350, de 2006, será de noventa e cinco por cento sobre o valor do piso salarial de que trata o art. 9º-A da Lei nº 11.350, de 2006, por ACE e ACS que esteja com seu vínculo regularmente formalizado perante o respectivo ente federativo, nos termos do art. 4º, observado o quantitativo máximo de ACE e ACS passível de contratação, fixado nos termos do art. 3º.
Parágrafo único. A assistência financeira complementar de que trata o caput será repassada em doze parcelas consecutivas e uma parcela adicional no último trimestre, em cada exercício financeiro.
Art. 6º O incentivo financeiro para fortalecimento de políticas afetas à atuação de ACE e ACS, instituído nos termos do art. 9º-D da Lei nº 11.350, de 2006, será concedido aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios de acordo com o quantitativo de ACE e ACS definido nos termos do art. 3º.
Art. 7º O valor mensal do incentivo financeiro para fortalecimento de políticas afetas à atuação de ACE e ACS será de cinco por cento sobre o valor do piso salarial de que trata o art. 9º-A da Lei nº 11.350, de 2006, por ACE e ACS que esteja com seu vínculo regularmente formalizado perante o respectivo ente federativo, nos termos do art. 4º, observado o quantitativo máximo de ACE e ACS passível de contratação, fixado nos termos do art. 3º.

Art. 8º Compete ao Ministério da Saúde:

I - definir anualmente o valor mensal da assistência financeira complementar da União de que trata o art. 5º e o valor mensal do incentivo financeiro de que trata o art. 7º;
II - avaliar mensalmente o atendimento prestado pelos entes federativos quanto ao disposto neste Decreto, para fins de repasse dos recursos referentes à assistência financeira complementar da União de que trata o art. 5º; e
III - atualizar, no prazo de noventa dias, contato da data de publicação deste Decreto, os regramentos que tratem de custeio de ações e serviços prestados por ACE e ACS, nos termos dos art. 9º-C e art.

9º-D da Lei nº 11.350, de 2006.
Art. 9º Os recursos financeiros decorrentes do disposto neste Decreto correrão a conta de dotação orçamentária do Ministério da Saúde.

Art. 10. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 22 de junho de 2015; 194º da Independência e 127º da República.

DILMA ROUSSEFF
Ana Paulo Menezes







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sábado, 27 de agosto de 2016

Secretaria de Saúde de Guarujá informa que foram furtadas 16 camisetas pertencentes aos Agentes Comunitários de Saúde da Cidade

Alerta para o roubo de vestimentas dos ACS's

A Secretaria de Saúde de Guarujá/SP informa que foram furtadas 16 camisetas pertencentes aos Agentes Comunitários de Saúde da Cidade, utilizadas durantes suas atividades de trabalho. Deste total, seis já foram recuperadas.

O furto ocorreu durante o período de atendimento da Unidade de Saúde do Jardim dos Pássaros. Um boletim de ocorrência já foi feito junto à Polícia e o caso está em investigação.

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A pasta alerta aos munícipes que os profissionais que atuam nesta área, além da camiseta, podem ser identificados com um crachá, sendo assim não há motivos para o pânico da população. Quem souber algo ou tiver informações de supostos agentes de saúde sem crachá passando pelas casas, deve informar à Polícia.






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SINDACSE realiza ação em Domingos Martíns

Fortalecimento da luta é fundamental para os avanços na conquista de novos direitos

Na última segunda-feira (22/08) o representantes do SINDACSE/ES (Sindicato Estadual dos Agentes Comunitários de Saúde e Combate às Endemias) e diretores da Regional dos Municípios da Região da Serrana, juntamente com diretores da Regional dos Municípios da Grande Vitória, estiveram no município de Domingos Martins/ES, no distrito de Pedra Azul reunidos em assembleia com toda categoria de agentes comunitários de saúde e agentes comunitários de combate às endemias deste município, além de lideranças sindicais locais entre outros.

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Nesta oportunidade os representantes da entidade SINDACSE/ES, estiveram ouvido a demandas da categoria sobre as dificuldades enfrentada pelos profissionais e suas respectivas equipes na execução do trabalho no município de Domingos Martins/ES. Além de promover informes importantes, a respeito das lutas em defesa da categoria em todo estado do Espírito Santo.







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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Saiba o que aconteceu com o menino sírio da ambulância

Menino aparece ferido em ambulância após confronto em Aleppo, na Síria - 17/08/2016 (Aleppo Media Centre/Twitter)

O menino Omran Daqneesh, de apenas 4 anos, que foi salvo depois que a casa de sua família foi bombardeada em Aleppo, na Síria, está passando bem e se divertindo com seus brinquedos novos.

O irmão mais velho, de 11 anos, morreu dos ferimentos provocados pelo bombardeio. Sua mãe continua no hospital em situação crítica. O pai e os outros dois irmãos, de 1 e 6 anos, estão bem.

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Com medo de represálias do governo, o pai do menino não tem permitido que jornalistas façam fotos dele.

Omran está vivendo com sua família em uma casa na região leste da cidade de Aleppo, que continua sob cerco das forças do governo”, disse a VEJA Lobna Hassairi, gerente de comunicação da Sociedade Médica Sírio-Americana, que tem mantido contato com a família e com os médicos.






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Após 30 anos de pesquisa, vacina contra esquistossomose chega ao SUS em 3 anos

Paulo Gadelha, ressaltou que, no longo prazo, as imunizações também terão efeitos econômicos benéficos para os países mais pobres do planeta

A primeira vacina contra a esquistossomose, que afeta mais de 200 milhões de pessoas em todo mundo, estará pronta em 2020. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável pela pesquisa anunciou nesta sexta-feira (26), em entrevista coletiva, que, após 30 anos de estudos, a produção em larga escala e distribuição da vacina da SM14 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) começará em aproximadamente três anos.

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O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, ressaltou que, no longo prazo, as imunizações também terão efeitos econômicos benéficos para os países mais pobres do planeta, que hoje têm altos gastos com saúde e falta de mão de obra produtiva, já que a esquistossomose é uma doença que não tem cura.“Junto com a malária, essa doença é um dos maiores problemas globais que atingem populações negligenciadas. Hoje cerca de 800 milhões de pessoas estão sob risco de ter esquistossomose, e a vacina é um atalho para reduzir essa transmissão de maneira eficaz do ponto de vista do custo também”, disse Gadelha. “Será uma vacina muito acessível. A expectativa é que chegue a US$ 1 a dose, de forma que todos que os precisem da vacina tenham possibilidade de ser imunizados.”

A pesquisa para o desenvolvimento da vacina foi escolhida como uma das cinco prioridades pela Organização Mundial da Saúde. Relacionada à precariedade de saneamento, a esquistossomose é transmitida pela água contaminada com as larvas do verme. A doença tem áreas endêmicas em mais de 70 países. No Brasil, 19 estados apresentam casos, com predominância da Região Nordeste, além dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo.Na nova fase de estudos clínicos, a vacina será testada em moradores do Senegal, na África, uma área onde a doença é altamente endêmica. O Senegal foi escolhido também pelo fato de contar com as duas espécies do parasita que transmite a esquistossomose. De acordo com a pesquisadora Miriam Tendler, do Instituto Oswaldo Cruz, que participa dos estudos sobre a vacina, essa etapa é vital, pois vai avaliar a segurança do produto.“[A vacina] será testada em uma população que convive com o parasita – são indivíduos que já tiveram a doença e têm informação imunológica sobre o parasita, uma situação de stress máximo, que é a situação que vai ocorrer no futuro. Então, esta talvez seja uma das etapas mais importantes da pesquisa”, disse Miriam.

O parasita que transmite esquistossomose vive nas veias de drenagem do trato urinário e dos intestinos. A pessoa infectada pode desenvolver uma erupção cutânea ou coceira no local em que o parasita penetrou na pele. A maioria das pessoas, no entanto, não tem sintomas na fase inicial da infecção. De um a dois meses após a infecção, quando o parasita atinge o sangue e "viaja" por dele, a pessoa pode sentir febre, calafrios, tosse e dores musculares. O parasita então pode passar para o fígado, o intestino ou a bexiga.O sinal clássico da esquistossomose urogenital é hematúria (sangue na urina). Fibrose da bexiga e do ureter e danos renais são, por vezes, o diagnóstico em casos avançados. O câncer de bexiga é outra complicação possível nas fases posteriores.






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