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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Roedores consolam familiares e amigos perturbados, mostra estudo

Arganaz-das-pradarias, mamífero monógamo, revelou empatia em teste. Hábito similar a humano só havia sido visto em animais mais inteligentes.

Roedores consolam familiares e amigos perturbados, mostra estudo
Uma pequena espécie de roedor da América do Norte, o arganaz-das-pradarias (Microtus ochrogaster) tem o costume de consolar familiares e companheiros submetidos a estresse.
A descoberta, feita a partir de um experimento da Universidade Emory, de Atlanta (EUA) mostrou pela primeira vez esse tipo de comportamento de empatia em mamíferos mais distantes da espécie humana.
O hábito de consolar por meio de contato físico só havia sido demonstrado antes em animais de inteligência mais sofisticada, como macacos, elefantes, golfinhos e cães.

Cientistas acreditam que o arganaz-das-pradarias tenha desenvolvido essa capacidade por ser um animal monogâmico, que mantém interações sociais mais complexas do que outras espécies próximas.

Choque de empatia
Entre os autores da descoberta está o primatologista Frans de Waal, primeiro a demonstrar que chimpanzés consolam uns aos outros, em pesquisas de 1979. O experimento foi conduzido James Burkett, também da Universidade Emory.

Para demonstrar se os animais realmente teriam a tendência a consolar outros indivíduos, pares de roedores foram criados juntos e depois separados. Um dos indivíduos era então submetido a estresse com choques elétricos leves, que não causavam dano físico.

Após o tratamento que os deixava mentalmente perturbados, eram novamente colocados em contato com seus pares. Quando voltava à convivência, os animais não submetidos ao choque percebiam o estado de estresse de seus companheiros e mantinham-se junto a eles, lambendo-os por período de tempo maiores.

A demonstração de empatia foi vista tanto entre familiares quanto entre arganazes "amigos", que haviam compartilhado gaiolas por longos períodos de tempo. Outra espécie de roedor, o arganaz-do-campo (Microtus pennsylvanicus) não demonstrou a mesma capacidade.

Hormônio do amor
Além de pesquisar o comportamento dos animais, os cientistas investigaram quais mecanismos neurológicos estariam embasando as demonstrações de empatia. A suspeita é que a oxitocina -- molécula popularmente conhecida como "hormônio do amor" -- estava envolvida no processo.
A oxitocina é um neurotransmissor -- uma substância que transmite impulso ao longo de nervos em circuitos específicos no cérebro e no restante do sistema nervoso. Quando os cientistas usaram drogas para bloquear o funcionamento da oxitocina nos roedores do experimento, os animais deixaram de consolar seus companheiros.

As conclusões do trabalho foram descritas em estudo na revista "Science", da Associação Americana para o Avanço da Ciência.

"Muitos traços humanos complexos possuem origens em processos cerebrais fundamentais que são compartilhados com muitas outras espécies", afirma Larry Young, um dos autores do estudo. "Agora temos a oportunidade de explorar em detalhe mecanismos neurais subjacentes a reações empáticas em roedores de laboratório, com claras implicações para humanos."

Segundo os cientistas, seria possível, em princípio, criar modelos de laboratório para estudar transtornos como o autismo e a esquizofrenia, que prejudicam a capacidade de sentir empatia.

Fonte: g1.globo.com / Publicado pelo Jornal dos Agentes de Saúde em 17/01/17, às 12h42.

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Relação dos Municípios do RJ que negam os direitos dos agentes de saúde

Na última sexta-feira (13) os Agentes Comunitários de Saúde de São Gonçalo se manifestam em frente a Prefeitura, em defesa do pagamento do salário

O editorial do Jornal dos Agentes de Saúde recebeu informações de vários municípios do estado do Rio de Janeiro, que estão abusando do direito dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). A informação foi repassada pelo SINACS/RJ – Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Estado do RJ. 

Os municípios que receberam recursos do FNS - Fundo Nacional de Saúde com a finalidade de garantir o custeio da referida categoria e, de forma lamentável, não garantiram direitos básicos (como o pagamento de salários em dia). Entre outros municípios, estão: Cachoeira de Macacú, Duque de Caxias, Belford Roxo, Itaguaí e São Gonçalo. Este último estava com o pagamento dos salários dos agentes atrasados, contudo, realizou o pagamento hoje, após intervenção do SINACS/RJ. A situação dos demais municípios, passamos a descrever a descrever:


Em Cachoeira de Macacú, o prefeito Mauro Soares (PSB/RJ) recebeu o repasse do FNS e não fez o pagamento devido dos salários de dezembro. Deixando os trabalhadores ACS sem o sustento de suas famílias.

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Prefeito Wagner dos Santos Carneiro

Em Belford Roxo, o prefeito Wagner dos Santos Carneiro, conhecido como Waguinho (PMDB/RJ), está em situação muito semelhante a Cachoeira de Macacú, ou seja, negligencia o pagamento dos salários da categoria.

Prefeito Washington Reis

Em Duque de Caxias, o prefeito Washington Reis (PMDB/RJ) adiantou o salário de janeiro e ficou sem pagar 60% do 13º e o salário de dezembro. Falta pagar ainda os 80% do 13º do ano de 2015. Uma situação de extrema delicadeza!

A situação do prefeito Washington é muito delicada! Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a sete anos, dois meses e 15 dias em regime semiaberto por prática de crime ambiental, conforme publicado no Jornal Hora H e ODia.

Prefeito Carlo Busatto Junior, o Charlinho 

Em Itaguaí, a gestão do prefeito Carlo Busatto Junior, o Charlinho (PMDB/RJ), não tem previsão alguma para o pagamento dos salários de dezembro, mesmo ele tendo realizado grande publicidade de que está com os pagamentos em agendamento até março.
A situação desse prefeito inda é mais delicada do que a do prefeito de Duque de Caxias. Charlinho foi condenado em 14 anos de prisão por fraude em licitação, corrupção passiva e associação criminosa. Os desembargadores consideraram ele é culpado por crimes na compra superfaturada de ambulâncias, conhecido como “Máfia das Sanguessugas.”

Os desembargadores acataram denúncia do Ministério Público Federal de que Charlinho favoreceu empresas e aceitou propina para aquisição de ambulâncias em Itaguaí e Mangaratiba, onde também foi prefeito. Ainda de acordo com o MPF, entre os anos de 2000 e 2006, Charlinho fraudou licitações, superfaturou preços, além de omitir publicações na imprensa oficial e exigir marcas específicas de veículos.
Prefeito de Itaguaí entre 2005 e 2012, Charlinho havia sido condenado a 16 anos e dois meses de reclusão em regime fechado pelo Juízo da 2ª Vara Criminal do Rio, mas recorreu.


Prefeito José Luiz Nanci 

Voltando ao caso do prefeito de São Gonçalo, José Luiz Nanci (PPS/RJ), semelhante aos demais administradores municipais, ele não tem justificativa alguma pelos atrasos dos salários dos agentes.

É importante destacar que a nossa redação obteve informações e acesso ao sistema que confirma o repasse dos recursos destinado ao pagamento dos ACS, portanto, não há o que justifique o atraso do desses salários, considerando que o repasse do Fundo Nacional de Saúde foi realizado com antecipação, ou seja, com tempo suficiente para a quitação do crédito trabalhista.

Agradecemos ao suporte fornecido pela coordenação da MNAS – Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde da Região Sudeste, na pessoa de Francisco Vilela.

A informação é uma das mais relevantes chaves de libertação das correntes que ainda continuam a escravizar a sociedade da pós-modernidade.


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Belo Jardim/PE: Agentes de combate às endemias estão sem receber os salários de dezembro

Governador Paulo Câmara e o Prefeito João Mendonça, ambos do PSB de Pernambuco

É com indignação que o editorial do Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil recebeu a notícia dos abusos realizados pela gestão do prefeito  de Belo Jardim, João Mendonça Bezerra Jatobá (PSB/PE), contra os trabalhadores, Agentes de Combate às Endemias da cidade do Agreste pernambucano. 
A notícia foi repassada oficialmente pelo sindicalista sr. Natalicio Faustino, presidente do SINDACSE - Sindicato Regional Setentrional do Agreste de Pernambuco, dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias. O representante da categoria informou que a gestão do prefeito João Mendonça, embora tenha recebido recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) duas vezes durante o mês de dezembro, não as repassou aos seus destinatários. Uma prática que evidencia as características do administrador público municipal, nesse caso, nada agradáveis.

Saiba também sobre:

O Portal oficial do FNS registram repasses, no valor total em dezembro, superior a R$ 212.380,00 (duzentos e doze mil e trezentos e oitenta reais). Exatamente para custeio dos salários dos agentes de endemias

Ao seu informado pelo fato o coordenador da MNAS – Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde, Samuel Camêlo, afirmou que “nem o trabalhador, que zela pela saúde da população merece um ato tão perverso desse, nem suas famílias, semelhantemente a sociedade que espera um trabalho com qualidade. Agora, como esses cidadãos, que não tem como pagar as despesas de sua família irão trabalhar de forma produtiva? Prefeito João Mendonça, acreditamos na sua competência, pague aos trabalhadores Agentes de Combate às Endemias de sua cidade e amenize esse sofrimento,” comentou Samuel.

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes concedeu liminar ao candidato João Mendonça

Problemas administrativos - conforme informações publicadas pelo Portal NE10, uma liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), garantiu ao então candidato, João Mendonça reconduzir a prefeitura de Belo Jardim. Ele teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em razão de condenação anterior por improbidade administrativa. A nova decisão foi divulgada na sexta-feira (23/12). A decisão é provisória, informa a matéria. 

O coordenador da MNAS autorizou para que esta matéria fosse reproduzida em todas as mídias da Mobilização Nacional.
Entramos em contato com a gestão e aguardamos resposta sobre os fatos citados acima. Esperamos que o pagamento ocorra o mais rápido possível!

FONTE: Jornal dos Agentes de Saúde, Publicado em 16/01/17, às 16h40.


Agentes Comunitários de Saúde participam de projeto criado pela UNICEF

O objetivo da parceria da Secretaria de Educação com os Agentes Comunitários de Saúde é realizar a busca de crianças e adolescentes fora da escola. (Foto meramente ilustrativa).

Em Campina, Secretaria de Educação reúne Agentes Comunitários de Saúde 

Com o objetivo de concretizar a parceria da Secretaria de Educação com os Agentes Comunitários de Saúde para a realização de Busca Ativa de crianças e adolescentes fora da escola, a secretária Iolanda Barbosa da Silva, se reúne na manhã desta segunda-feira (9), no auditório do Centro de Tecnologia Educacional com os agentes dos oito distritos de Saúde da Prefeitura de Campina Grande.

Esta reunião marca a mobilização inicial do Projeto Busca Ativa para as matrículas de escolas e creches da Rede Municipal de Ensino que serão realizadas no período de 9 a 27 de janeiro de 2017. Estarão envolvidos no projeto 700 Agentes Comunitários de Saúde.

O projeto “Busca Ativa Escolar”, criado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) vai reforçar as ações para a identificação e resolução dos casos de exclusão escolar, já desenvolvidas no município.

O projeto é realizado em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) e o Instituto Tim.

Para a realização do trabalho foram mobilizadas pela Prefeitura de Campina Grande as secretarias municipais de Educação (SEDUC), Saúde e Assistência Social (Semas). Elas vão contar com o apoio da Secretaria de Planejamento do município.

O PROJETO – O “Busca Ativa Escolar” faz parte da campanha “Fora da Escola não Pode”, que busca garantir o direito à Educação de crianças e adolescentes.

Conforme a proposta do projeto, os agentes comunitários de saúde, em suas visitas de rotina, vão auxiliar na identificação de casos de crianças e adolescentes fora da escola.
Assim que forem encontradas, os profissionais coletarão informações básicas sobre as
causas que contribuíram para que essas crianças e adolescentes nunca fossem à escola ou se evadissem dela.

Levantadas essas informações iniciais, os dados serão inseridos no sistema, que vai produzindo alertas às secretarias municipais envolvidas no projeto, indicando a necessidade de medidas para que a criança ou adolescente seja novamente matriculado na escola.

FONTE: Da Redação com Codecom/CG / Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde em 16/01/17, às 12h19.


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sábado, 14 de janeiro de 2017

Decreto em vigor garante o reajuste anual do Piso dos Agentes de Saúde do Brasil

Tanto o Decreto Lei 8.474, quanto a Lei Federal a ele associado, definem que cabe ao Ministro da Saúde 

Há procedência na informação de que o Decreto Lei 8.474, de 23 de Junho de 2015, garante o reajuste do “Piso Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE). O texto legal estabelece que compete ao Ministro da Saúde o reajuste do Piso, no mês de junho, no caso, sendo aplicável anualmente. Avaliando o contexto está claro que o reajuste já era aplicável a partir de junho de 2015. 

Vejamos o que diz o texto do Decreto assinado pela presidência:
Art. 1º Este Decreto dispõe sobre a assistência financeira complementar aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios a ser prestada pela União para o cumprimento do piso salarial profissional de que trata o art. 9º-C da Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, e sobre o incentivo financeiro para o fortalecimento de políticas afetas à atuação de Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias de que trata o art. 9º-D da referida Lei.

Analisem que o artigo citado acima estabelece a natureza do decreto, no caso, da assistência financeira complementar aos Estados, ao DF e aos Municípios etc. e informa que é para o cumprimento do piso salarial profissional, revela uma ligação direta com a Lei Federal 11.350. Portanto, não é uma analogia, estamos diante de um fato jurídico. 

Vamos avaliar o que estabelece o Art 8º em sua íntegra. Analisem o texto abaixo!

Art. 8º Compete ao Ministério da Saúde:

I - definir anualmente o valor mensal da assistência financeira complementar da União de que trata o art. 5º e o valor mensal do incentivo financeiro de que trata o art. 7º;
II - avaliar mensalmente o atendimento prestado pelos entes federativos quanto ao disposto neste Decreto, para fins de repasse dos recursos referentes à assistência financeira complementar da União de que trata o art. 5º; e
III - atualizar, no prazo de noventa dias, contato da data de publicação deste Decreto, os regramentos que tratem de custeio de ações e serviços prestados por ACE e ACS, nos termos dos art. 9º-C e art. 9º-D da Lei nº 11.350, de 2006.

O texto do Decreto de Lei não deixa dúvida alguma, definir anualmente o valor mensal da assistência financeira complementar da União. Quem é que define? O Ministro da Saúde, claro!

A própria Lei Federal 11.350/2006, em seu Art. 9º-C, § 5o estabelece que “Até a edição do decreto de que trata o § 1o deste artigo, aplicar-se-ão as normas vigentes para os repasses de incentivos financeiros pelo Ministério da Saúde. (Incluído pela Lei nº 12.994, de 2014),” ou seja, O Decreto Lei 8.474 atende a uma exigência infraconstitucional, estabelecendo uma normatização ao reajuste anual do Piso Salarial Nacional dos ACS e ACE.

Numa avaliação jurídica sobre a referida norma, não há dúvida alguma, de que não há necessidade de novo regramento para estabelecer o reajuste do Piso dos Agentes de Saúde, inclusive com validade para o ano de 2015, quando deveria ter sofrido o seu primeiro reajuste do “Piso.”

Mas, por que as assessorias jurídicas das instituições que representam a categoria de ACS/ACE a nível nacional não se posicionaram? Por que está havendo parcialidade em desfavor da categoria trabalhadora? Este é mais um mistério que se soma aos 3 (três) anos sem nenhuma agenda nacional, que pudesse mudar de forma efetiva a dramática situação dos agentes de saúde do país. 

Fonte: Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.agentesdesaude.com.br 


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Coordenador da MNAS Sudeste participa de manifestações em São Gonçalo

Agentes Comunitários de Saúde de São Gonçalo se manifestam em frente a Prefeitura, em defesa do pagamento do salário de dezembro

Em reação ao atraso do pagamento do salário dos Agentes Comunitários de Saúde de São Gonçalo (RJ), o coordenador da MNAS SUDESTE (Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde), Francisco Vilela, que também é presidente do SINACS/RJ, comandou as manifestações da categoria contra a negligência da atual gestão da prefeitura. 

O coordenador Vilela fala ao secretário de governo, Guilherme Alves Corrêa 

Em face da situação, o secretário de governo, sr. Guilherme Alves Corrêa reconheceu que a verba é exclusive par os ACS e que por causa de trâmites burocráticos houve atraso, e que o pagamento de dezembro estará na conta, até a próxima segunda-feira.

Águia que é águia, não tem medo da chuva!

O coordenador geral da MNAS, Samuel Camêlo, por meio das Redes Sociais Integradas da Mobilização Nacional, manifestou contentamento com a reação da categoria são-gonçalense e toda a diretoria sindical envolvida no ato, semelhantemente da atuação do coordenador Vilela. “Mais uma vez os agentes de saúde de São Gonçalo mostram qual é o caminho para o fortalecimento da luta da categoria, não apenas em sua cidade, ou no estado do Rio de Janeiro, mas, em todo o território nacional!  Parabéns pela liderança democrática exercida pelo sindicalista Francisco Vilela. Confesso que temos aprendido muito com ele,” comentou Samuel Camêlo.

Mensagem ao Presidente Michel Temer
Na manifestação, que foi trametida por meio de vídeo a todo o Brasil, o coordenador da MNAS SUDESTE cobrou o reajuste do “Piso Nacional” ao presidente da república, Michel Temer. 

"Quero mandar o recado para todos os agentes de saúde do Brasil! Uma coisa que é fundamental para o Ministro da Saúde, os agentes comunitários estão exatamente a três anos sem aumento. Presidente Temer, o senhor deu aumento para três categorias,  não pode nos dá um de R$ 200,00? Nós queremos o aumento, estamos a três anos sem receber (...), disse Francisco Vilela. ” Veja o vídeo na íntegra, clique aqui!

Esta redação foi informada de que as demais demandas serão pauta para a próxima reunião com o secretário de saúde e demais responsáveis.

Fonte: Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil, Fotos publicadas pelo SINACS/RJ, publicado em 13/01/17, às 13h47.


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Família de cada preso morto deve receber R$ 50 mil

O pagamento a cada uma das 64 famílias de detentos mortos em unidades prisionais na semana passada deverá somar R$ 3,2 milhões

A Defensoria Pública do Amazonas deverá pedir que o governo do Estado pague R$ 50 mil a cada uma das 64 famílias de detentos mortos em unidades prisionais na semana passada. O pagamento, que deverá somar R$ 3,2 milhões, já foi defendido pelo próprio Executivo diante do entendimento de que a segurança das vítimas deveria ter sido garantida pela administração estadual.

Ao Estado, nesta quinta-feira, 12, o defensor Carlos Alberto Almeida disse que o valor foi estipulado com base em decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal (STF) em análise de casos similares. "Conversamos com a Procuradoria-Geral do Estado e há o entendimento pacífico de seguir precedentes estabelecidos por tribunais superiores."

O defensor público-geral, Rafael Barbosa, acrescentou que em alguns casos poderá ser definido pagamento de pensão. O órgão deve começar a receber na próxima semana familiares das vítimas para coletar dados e formalizar o valor. A reportagem não conseguiu contato com o governo na noite desta quinta-feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: AE, Publicado no Jornal dos Agentes de Saúde em: 13/01/2017 07:08

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Brasil: R$ 3.820,00 é o valor do Prejuízo que os ACS's tiveram com o Piso Congelado

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