17 Agentes de Saúde foram exonerados em Cataguases/MG

A MNAS Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde (ACS/ACE) vem a público se manifestar contrária a exoneração dos 17 Agentes de Saúde...

Mil agentes de saúde de Salvador ficam sem salários por conta da greve

A CNM elaborou nota técnica onde explica em detalhes qual o prejuízo aos governos municipais com a edição das duas Portarias.

Depois de denúncias da MNAS, Ministério da Saúde define a forma de repasse dos ACE

Até o lançamento da Portaria nº 1.243/15 não existia nenhuma fonte de repasse dos recursos da Assistência (AFC) da União para o "piso salarial" ACE

Mais de 90% das cidades brasileiras não possuem leitos de UTI neonatal

Em greve há mais de 40 dias, os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias apresentaram, da Tribuna Popular da Câmara Municipal de Salvador...

Pressão que vem do Fundo Nacional da Saúde: E como ficam os Agentes?

O Fundo Nacional da Saúde mais uma vez ameça não efetuar o repasse dos recursos destinados ao custeio dos Agentes Comunitários de Saúde na conta das Prefeituras.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Por determinação do STF: Mil agentes de saúde de Salvador ficam sem salários por conta da greve


Os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias de Salvador retornaram ao trabalho nesta quarta-feira (3/8), após paralisação de 63 dias. Uma decisão do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que determinava o pagamento aos servidores paralisados, foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, cerca de mil agentes tiveram os contracheques zerados na folha de pagamento de agosto.

Segundo a secretaria, apenas 20% da categoria aderiu ao movimento, que teve início no final de junho. Os trabalhadores decretaram greve como como forma de pressionar a administração soteropolitana a pagar o piso salarial nacional, fixado em R$ 1.014, conforme Lei Federal. “As atividades dos agentes de combate às endemias são essenciais na vigilância, prevenção e controle de doenças, e a manutenção da greve comprometerá, por exemplo, o programa de vacinação contra a poliomielite e a multivacinação, o que afetará diretamente a população”, afirmou o ministro Ricardo Lewandowski, em sua decisão.


Determinação de Brasília prejudica a categoria...


De acordo com o secretário municipal de Gestão, Alexandre Paupério, em entrevista ao Bocão News, com o salário base de R$ 788, mais 107% em gratificações, os agentes da capital baiana recebem atualmente salário mensal R$ 1.635, valor acima do piso nacional. Segundo Paupério, a reivindicação do pagamento do piso iria onerar os cofres públicos em cerca de R$ 54 milhões por ano, recursos que a prefeitura não teria de onde tirar. “Tem municípios que os agentes recebem só o piso nacional de R$ 1.014”, justificou o chefe da pasta. Atualmente, 1.540 agentes comunitários e 2.061 agentes de endemias atuam nos bairros da capital baiana.

A prefeitura diz que cumpriu a determinação judicial de não realizar o pagamento dos dias não trabalhados. “Lamentamos isso, mas é a lei e temos que cumprir o que ela determina, que foi cortar os dias não trabalhados. Estamos à disposição para conversar, inclusive convidamos o sindicato para uma conversa, porque sabemos que o Município depende do importante trabalho dos agentes. Houve uma demanda e a prefeitura não irá virar as costas”, disse Paupério. Fonte: comunicabahia.com.br

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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Cinco dicas de prevenção de uma médica que virou mastologista após câncer de mama

 Mamografia ainda é o mais importante exame na detecção precoce do câncer de mama

Após descobrir um câncer na mama direita há 17 anos, a médica Ilná Escóssia decidiu se especializar em mastologia e acabou virando ativista. Em meio a uma nova sessão de radioterapia, para combater um câncer inflamatório, raro e agressivo na pele da mama esquerda, Ilná compartilha com a BBC Brasil detalhes de sua jornada e cinco lições que aprendeu na luta contra o câncer que mais mata mulheres no Brasil – foram 14,2 mil mortes só em 2013. Neste ano, são esperados 57 mil casos da doença.

"Sou médica ginecologista e obstetra. Sempre trabalhei muito, era uma trabalhadora compulsiva, operava, dava plantões e atendia no consultório e no serviço público. Costumava trabalhar de 10 a 12 horas.

Recebi o diagnóstico de câncer de mama após uma mamografia em março de 1998. Eu tinha então 38 anos. Fiz a mamografia porque, dois anos antes, eu tinha retirado um nódulo benigno da mama direita. A mamografia fazia parte do controle pós-cirurgia.

Com a imagem suspeita, parti para a biópsia da mama, e o diagnóstico foi claro: carcinoma. À época, o protocolo era já começar a quimioterapia antes mesmo da cirurgia.

Com a quimio, meu cabelo caiu todo. Nunca me adaptei a perucas. Lembro bem que tinha uma novela em que as mulheres usavam lenços na cabeça, acho que era O Clone. Sempre preferi lenços, e até hoje é assim.

Leia mais: Músico que foi de favela em Niterói aos EUA faz campanha 'positiva' online para tratar câncer
Leia mais: Novo exame de sangue detecta retorno de câncer de mama

Parti para a cirurgia em junho de 1998, quando foi retirada a mama direita. Completei o tratamento em São Paulo, com 28 sessões de radioterapia. Fiquei dois meses e meio lá. Meu marido, minha mãe e minhas irmãs se revezavam me acompanhando. Minhas filhas ficaram em Fortaleza, sendo cuidadas pelo irmão mais velho e pela minha cunhada.

Quando voltei a Fortaleza, completei a quimioterapia, totalizando nove sessões. Já durante as últimas sessões, voltei ao trabalho no consultório. Comecei então a querer me informar sobre a doença, porque percebi que mesmo eu, médica, não tinha muita informação sobre como o câncer de mama progredia.
Image copyright Arquivo pessoal
Image caption Ilná

Ilná Escóssia, médica que luta contra o câncer de mama desde 1998, largou sua carreira de obstetra para estudar mastologia

Os médicos me orientaram a diminuir o ritmo de trabalho e de estresse. Larguei a obstetrícia e fui estudar mastologia num grupo de pesquisas especializado, o GEEOn (Grupo de Estudos e Extensão em Oncologia), da Universidade Federal do Ceará.

Nessa época, resolvi criar um grupo de apoio a mulheres com câncer de mama, após perceber que a maioria das mulheres diagnosticadas mal sabia o que estava acontecendo e qual seria o tratamento. Elas achavam que o diagnóstico de câncer correspondia ao atestado de óbito.

Formei um grupo, que começou com seis mulheres, num centro de ioga. Compartilhávamos experiências sobre o diagnóstico, o tratamento, os exames, a mutilação, a perda do seio e do cabelo e todo o enfrentamento da doença.

Tínhamos um tutor indiano, o professor Harbans Arora, que já atendia pessoas com câncer e nos orientava com exercícios de ioga, meditação e respiração para minimizar os efeitos colaterais da quimioterapia. Foi ele que deu nome ao grupo, Amar (Associação de Motivação, Apoio e Renovação).

Os médicos que me conheciam passaram a enviar suas pacientes para nós.

Desde o início o atendimento sempre foi gratuito. Meu trabalho no grupo é totalmente voluntário, assim como o de outras profissionais, que coordenaram sessões de fisioterapia e terapias de grupo. Até hoje temos duas artesãs voluntárias que coordenam uma oficina e nos ensinaram a fazer artigos que vendemos para pagar despesas do projeto.

Leia mais: Células cancerosas podem ser transformadas em tecido saudável, dizem cientistas

Leia mais: Droga anticâncer tira HIV de 'esconderijo' e pode facilitar combate à Aids, diz pesquisa

Em 2008, dez anos após o primeiro diagnóstico, novos exames constataram metástase óssea, que é quando o câncer se espalha para outros tecidos do corpo. Fiquei muito assustada. Mas comecei um tratamento com um novo medicamento, que não só diminuía as dores como reduzia o ritmo de crescimento dos tumores. As minhas lesões realmente permaneceram estáveis, de acordo com os exames, e assim permanecem.

Em setembro de 2014, ao fazer o autoexame, percebi sintomas diferentes na mama esquerda, como vermelhidão, inflamação e dor. A mamografia e a ultrassonografia não detectaram nódulos. Meu oncologista diagnosticou um câncer inflamatório, raro e agressivo, que acomete a pele da mama.

Após nova biópsia, reiniciei a quimioterapia. Com oito ciclos, meu cabelo caiu de novo. Em 2015, fiz mastectomia da mama esquerda. Em São Paulo, estou fazendo revisões terapêuticas e vou iniciar novas sessões de radioterapia. Minhas filhas e minhas irmãs estão se revezando para cuidar de mim

. O apoio da família e dos amigos é fundamental.

As mulheres do Amar sempre dizem que o grupo é fundamental para elas. Todas chegam deprimidas e assustadas e aprendem com as outras a enfrentar a doença, se sentem mais fortes. Temos um trabalho educativo em escolas, comunidades rurais, empresas, e falamos da importância da mamografia e do diagnóstico precoce no combate ao câncer de mama.

A doença é tratável e tem cura quando diagnosticada precocemente. Muitas mulheres ainda têm medo da mamografia e dizem que dói. Sempre digo que é melhor a dor do exame do que a dor do diagnóstico de câncer.

E acho que a principal beneficiada pelo trabalho do Amar fui eu. Capacitar outras mulheres para falar sobre o câncer me fortaleceu, me impulsionou a estudar mastologia e me ajudou a superar todas as etapas difíceis. Foi o que me ajudou a me manter viva durante todo esse tempo."

Ilná Escóssia, em depoimento à repórter Fernanda da Escóssia*.

Em 17 anos de luta contra o câncer, Ilná Escóssia tem algumas dicas que a ajudaram e que ela divide com suas pacientes. O câncer está relacionado a múltiplos fatores genéticos e ambientais (e esses têm um peso fundamental). De todo modo, aqui vão algumas dicas:

    A mamografia é imprescindível, o mais importante exame na detecção precoce do câncer de mama. Pode ser feita a partir dos 35 anos, se a mulher tem antecedentes familiares de primeiro grau, quer dizer, mãe ou irmã com câncer. E anualmente após os 50 anos, para todas as mulheres. A maior incidência do câncer de mama é entre 50 e 70 anos.
    É preciso combater o excesso de gordura na alimentação. Os estudos mostram que a gordura, em especial a gordura animal, aumenta o risco de câncer de mama. Principalmente após a menopausa, a gordura se transforma em hormônios através de uma enzima chamada aromatase, e isso aumenta o risco.
    O sedentarismo é nosso inimigo, aumenta em 30% os riscos de câncer não só de mama, mas vários outros, como próstata. Daí a importância da atividade física na prevenção da doença.
    Fumar, ao contrário do que muita gente pensa, não é associado apenas a doenças cardíacas. Também pode influenciar no câncer de mama, bexiga e próstata.
    A questão emocional é muito importante. Muitas mulheres que sofreram perdas, perderam filhos, maridos, empregos, desenvolveram câncer. O estresse contribui para a diminuição da imunidade e fragiliza o organismo, favorecendo alterações celulares. Com a imunidade reduzida, as células se multiplicam desordenadamente. É isso que caracteriza o processo cancerígeno, a multiplicação desordenada da célula normal, gerando os tumores.

*Ilná e Fernanda são irmãs. Junto com a irmã Carla da Escóssia, criaram no Facebook a comunidade Tempo para Viver (facebook.com/tempoparaviver), com a experiência das três no combate à doença, além de dicas de saúde e prevenção ao câncer de mama.
Fonte: BBC Brasil

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Comissão aprova extensão a quem tem hepatite de benefícios concedidos a portador de Aids

 
 A proposta inclui ainda as formas crônicas das hepatites B e C na lista de doenças graves.

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 26, o Projeto de Lei 6041/13, do Senado, que estende aos portadores de hepatite B e C os benefícios garantidos aos portadores de Aids, previstos na Lei 7.670/88. A proposta inclui ainda as formas crônicas das hepatites B e C na lista de doenças graves, contagiosas ou incuráveis da Lei 8.112/90, que instituiu o Regime Jurídico Único dos servidores públicos.


Eduardo Barbosa: formas crônicas de hepatite B e C podem afetar capacidade de trabalho e qualidade de vida de quem sofre com a doença

De acordo com a proposição, os portadores das doenças terão direito aos seguintes benefícios:

- aposentadoria por invalidez permanente, com proventos integrais, se servidor público;
- reforma militar (nos termos da Lei 6.880/80);
- pensão especial, com proventos integrais do servidor falecido, para a viúva de militar ou funcionário civil (nos termos da Lei 3.738/60);
- auxílio-doença ou aposentadoria, independentemente do período de carência, para o segurado que, após filiação à Previdência Social, vier a manifestar a doença, bem como pensão por morte aos seus dependentes;
- levantamento dos valores correspondentes ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), independentemente de rescisão do contrato individual de trabalho ou de qualquer outro benefício financeiro a que o paciente tenha direito.

O parecer do relator, deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), foi favorável à proposta. “As formas crônicas das hepatites do tipo B e C podem resultar em graves quadros clínicos, como a cirrose e o carcinoma hepatocelular, que, sem sombra de dúvida, afetam a capacidade laborativa, a qualidade de vida e a sobrevida das pessoas por elas acometidas”, disse.

Tramitação
A proposta ainda será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

    PL-6041/2013

Reportagem – Lara Haje
Edição – Marcos Rossi

'Agência Câmara Notícias'

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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Aracaju/SE: ACS ministram palestra sobre Sífilis

 
 Agentes de Saúde em ação

Pacientes da USF Edézio Vieira de Melo, em Aracaju/SE,  recebem palestra sobre Sífilis dos agentes comunitários de saúde, nesta quarta-feira, 02 de setembro.


Artigo do Dr. Drauzio Varella sobre a Sífilis
Sífilis, ou lues, é uma doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível, causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode também ser transmitida verticalmente, da mãe para o feto, por transfusão de sangue ou por contato direto com sangue contaminado. Se não for tratada precocemente, pode comprometer vários órgãos como olhos, pele, ossos, coração, cérebro e sistema nervoso.

O período de incubação, em média, é de três semanas, mas pode variar de 10 a 90 dias.


A enfermidade se manifesta em três estágios diferentes: sífilis primária, secundária e terciária. Nos dois primeiros, os sintomas são mais evidentes e o risco de transmissão é maior. Depois, há um período praticamente assintomático, em que a bactéria fica latente no organismo, mas a doença retorna com agressividade acompanhada de complicações graves, causando cegueira, paralisia, doença cardíaca, transtornos mentais e até a morte.

Sintomas

1)     sífilis primária – pequenas feridas nos órgãos genitais (cancro duro) que desaparecem espontaneamente e não deixam cicatrizes; gânglios aumentados e ínguas na região das virilhas;

2)     sífilis secundária – manchas vermelhas na pele, na mucosa da boca, nas palmas das mãos e plantas dos pés; febre; dor de cabeça; mal-estar; inapetência; linfonodos espalhados pelo corpo, manifestações que também podem regredir sem tratamento, embora a doença continue ativa no organismo;

3)     sífilis terciária – comprometimento do sistema nervoso central, do sistema cardiovascular com inflamação da aorta, lesões na pele e nos ossos.

A sífilis congênita pode causar má formação do feto, aborto espontâneo e morte fetal. na maioria das vezes, porém, os seguintes sintomas aparecem nos primeiros meses de vida: pneumonia, feridas no corpo, alterações nos ossos e no desenvolvimento mental e  cegueira.

Diagnóstico

Nas fases iniciais, o diagnóstico pode ser confirmado pela reconhecimento da bactéria no exame de sangue ou nas amostras de material retiradas das lesões. Na fase avançada, é necessário pedir um exame de líquor para verificar se o sistema nervoso não foi afetado.

Transmissão

A  sífilis é transmitida por meio das relações sexuais desprotegidas, das transfusões de sangue e da mãe para o filho em qualquer fase da gestação ou no momento do parto (sífilis congênita).

Tratamento

O tratamento é feito com antibióticos, especialmente penicilina. Deve ser acompanhado com exames clínicos e laboratoriais para avaliar a evolução da doença e estendido aos parceiros sexuais.

Prevenção

O uso de preservativos durante as relações sexuais é a maneira mais segura de prevenir a doença.

Recomendações

* Use camisinha em todas as relações sexuais. Essa é a maneira mais segura de prevenir a doença;

* Esteja atento: sífilis pode ser transmitida também nas relações anais e orais;

* Mulheres devem fazer exame para verificar se são portadoras da doença antes de engravidar.



Parabéns a todos os agentes envolvidos!




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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

17 Agentes de Saúde foram exonerados em Cataguases/MG

Exoneração dos 17 Agentes de Saúde de Cataguases repercute nacionalmente

A MNAS – Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde (ACS/ACE) vem a público se manifestar contrária a exoneração dos 17 Agentes de Saúde da Prefeitura Municipal de Cataguases/MG. A exoneração desses agentes foi publicada no Diário Oficial do município, no último dia 24 de agosto, por meio da Portaria 355/2015, emitida pelo Prefeito, José César Samor (PC do B/MG).

Ao inquirir certo político sobre os fatos que nortearam tias demissões, a coordenação da MNAS foi informada de que eles não passaram no último Processo Seletivo Público aplicado pela municipalidade. Também foi interrogado se no exame houve valoração do tempo de exercício na função, das capacitações etc. A resposta foi afirmativa, contudo, ainda não temos uma definição clara sobre o que realmente houve para que um número tão expressivo de profissionais tenha sido desligado de suas atribuições. 

Prefeito,  José César Samor (PC do B/MG) exonerou 17 Agentes de Saúde

Sabemos que essa situação de “terror” permeia a vida dos mais de 200.000 agentes de saúde que se encontram sob contratação precária. O pior é saber que não existe instituição que realmente mantenha a luta pela regulamentação desses profissionais. Temos legislação suficiente para que essa regulamentação aconteça, contudo, a confusão entre a defesa dos interesses da categoria com o zelo da imagem do governo tem trabalhado muito a legítima representatividade. Como uma entidade representativa pode lutar por uma categoria de trabalhadores e defender os gestores simultaneamente? Infelizmente os trabalhadores têm levado a pior “com o desequilíbrio dessa balança.” O resultado não poderia ser outro: ausência de direitos trabalhistas, enfraquecimento da representatividade sindical, contratos precários, demissões etc.

Até quando os Agentes de Saúde (ACS e ACE) do Brasil continuarão aceitando esses absurdos?

Ou uma entidade representativa defende os gestores, ou defende os trabalhadores! Trabalhadores, por que vocês aceitam representantes comprometidos com os gestores?

Leia também:
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sábado, 29 de agosto de 2015

SACRIFÍCIO PELOS FILHOS

Dia Nacional de Combate ao Fumo

Certa vez Paulo André foi falar com o diretor de sua escola, Elezer Manassés. Ele tinha uma interessante pergunta em relação à ideia de honrar os pais:

- Professor, nesta semana meu pai me pediu para que eu parasse de fumar. Eu tenho obrigação de escutá-lo?

- Não entendi sua pergunta - respondeu o Profº. Elezer - É óbvio que você tem o dever de escutá-lo, por causa dos ensinamentos que aprendemos desde a primeira infância.

- Mas Professor - insistiu Paulo - eu já fumo há muitos anos, e será um enorme sacrifício conseguir parar de fumar. Por isso eu estou perguntando se realmente eu preciso escutar meu pai...

- Como você pode considerar a possibilidade de não escutar seu pai apenas pelo fato de ele ter pedido algo difícil? Você acha que isto te isenta da obrigação de escutá-lo? - questionou o Profº. Elezer - Eu já fui fumante, sei o quanto é difícil parar de fumar. Mas a verdade é que milhares de dificuldades como esta não chegam nem a um milésimo do que nós devemos aos nossos pais. Ao invés de pensar no sacrifício que você terá que fazer pelo seu pai, você alguma vez já parou para pensar quantos sacrifícios ele já fez por você na vida?

Infelizmente vivemos de acordo com aquele ditado que diz que "somente damos valor a algo quando nos falta". Somos tão egoístas que, na maioria das vezes, somente aprendemos a dar valor aos nossos pais quando nós temos os nossos próprios filhos e sentimos na pele as dificuldades de criá-los. É importante prestarmos mais atenção nas coisas boas que recebemos dos nossos pais e a refletirmos sobre o quanto eles se dedicaram e se dedicam por nós, e o quanto devemos a eles as nossas próprias vidas e tudo o que recebemos de bom deles.

"Um pai consegue cuidar de 10 filhos, mas 10 filhos não conseguem cuidar de um pai"


(Caso real, nomes fictícios)






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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Mais de 90% das cidades brasileiras não possuem leitos de UTI neonatal

Serviço de parto hospitalar também não está presente em mais da metade dos municípios
por Raphael Kapa.

RIO - Pesquisa sobre o “Perfil dos Estados e dos Municípios Brasileiros - 2014” revelou que 93,4% das cidades brasileiras não possuem leitos ou berços de UTI neonatal em estabelecimentos públicos ou conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Este é um dos indicadores que avalia a atenção especializada na área. Um outro também investigado foi o número de unidades com serviço de nefrologia: somente 8,7% dos municípios possuíam espaço com essa atividade.

“Os leitos/berços de UTI neonatal são unidades de atendimento especializado ao recém-nascido de risco. Na perspectiva do atendimento integral, sua distribuição deve guardar alguma relação espacial com a distribuição de estabelecimentos para a realização de partos, de modo a constituir o apoio necessário em situações de risco”, informa o relatório do IBGE.


Além da falta leitos na maioria das cidades brasileiras, a concentração destes berços de UTI neonatal acontece na região Sudeste onde 9,3% das cidades possuem esse serviço. A região com o pior indicador foi a Nordeste com somente 3,7% de seus municípios possuindo leitos ou berços de UTI neonatal.

Além disso, a pesquisa também investigou o serviço de parto hospitalar e constatou que dentre os 27 estados somente o Rio Grande do Sul não oferece a atividade em suas unidades. Porém, quando analisados os municípios, o número muda. Somente 49,6% das cidades possuem estabelecimento com parto hospitalar em suas redes de saúde. Fonte: O Globo





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Presidente do SINDSEMP fala sobre a luta da categoria nos Municípios


Presidente do SINDSEMP, Emanuela Mesquita, fala sobre a luta da categoria nos Municípios

Sou agente comunitária de saúde há 9 anos, no município de Paramoti-Ceará, e atualmente presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Paramoti  (SINDSEMP).

Caros companheiros ACS's, me dirijo a vocês para compreender juntos comigo em relação a criação da Assistência Financeira Complementar (AFC), em que vai ser repassado, de acordo com o vínculo empregatício de cada ACS (ESTADO, MUNICÍPIO) para pagar o PISO, então,  no meu ponto de vista o que está em jogo é os incentivos pagos aos ACS's nos municípios. De acordo com minha linha de entendimento, esses incentivos são amparados em leis municipais, como forma de gratificação pelos os serviços relevantes prestados nos  municípios. Como por exemplo: cadastramentos de outras Secretarias (Agricultura e Ação Social), então, temos que lutar nos nossos municípios para garantir esse incentivo, pois, existe a estabilidade e nenhuma lei pode ser revogada retirando direito adquiridos pelo o ACS’s! Os recursos para pagamentos do “Piso” já está garantido, de acordo com a Lei Federal 12.994/14.

Por que eu digo que temos que lutar nos municípios  para continuar tendo o direito aos incentivos? Por que, se deixarmos de dá nossa produção mensal o município é penalizado e perde os recursos. Então, não tem nenhum impedimento dos gestores municipais em pagar o incentivo dos ACS's, de qualquer outro Fundo da Saúde.

Informativo do SINDSEMP
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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Vereador propõe abono para agentes comunitários de saúde

Recursos para benefício viriam do Fundo Nacional de Saúde

Os agentes comunitários da saúde poderão receber um abono anual, caso a Câmara aprove um projeto de lei (PL 201/2015) que autoriza a Prefeitura a conceder o benefício, utilizando recursos federais do Ministério da Saúde através do Fundo Nacional de Saúde. A proposta foi apresentada pelo presidente da Câmara, vereador Shakespeare Carvalho (PRB), e tem prazo de emendas até 3 de setembro.

De acordo com o projeto, perdem direito ao abono os agentes que tiverem mais de 15 dias de falta, sem justificativa, no ano; não cumprirem metas préestabelecidas em programas de combate e controle de endemias; sofrerem advertência ou suspensão no trabalho.

O benefício não poderá ser incorporado à remuneração e será pago em parcela única anual. Na suspensão do repasse de recursos pelo Ministério da Saúde, a Prefeitura não será obrigada a realizar o pagamento do abono. O vereador Shakespeare destaca a importância do Programa de Agentes Comunitários de Saúde na estratégia de saúde da família ao propor o incentivo financeiro. "Os agentes têm papel importante na melhoria da qualidade da assistência básica de saúde. O abono é um incentivo para o cumprimento de metas e indicadores", argumentou o vereador na justificativa do projeto.

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